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Ainda que não seja uma novidade, a privatização da Eletrobras (incluindo a ex-Ceal) tem todos os ingredientes de que estamos acostumados quando vai se rifar o patrimônio público.

No modelo de privatização temerário, a Eletrobras, que sempre foi propriedade do interminável Sarney e seus aliados – os locais também –, o comprador levará só a parte boa: os ativos.

Aos contribuintes, o arremate da sangria, o eterno assalto ao bolso do contribuinte: nós ficaremos responsáveis pelo passivo, pelas dívidas acumuladas ao longo de décadas de descarado descalabro.

Seria importante se nos lembrássemos, na hora de votar em 2018, que por lá mandaram e desmandaram representantes do PMDB, PSDB e PT.

Se a memória do povo brasileiro é curta, o circuito pode fechar em um grande choque no bolso dos ludibriados.