Assim como Severino Pessoa, o deputado Val Gaia também não foi depor na Polícia Federal, apesar da notificação enviada à Assembleia.

Isso não impediu, no entanto, que dois assessores dele, que não têm direitos acima dos cidadãos comuns, comparecem à sede da PF e fossem indiciados na Operação Sururugate (a Taturaninha).

O inquérito é presidido pelo Daniel Granjeiro e não deve sofrer alteração de rumos, mesmo com a mudança da cúpula da instituição, em Brasília.

Os deputados investigados, como já afirmou este blog, não deverão comparecer aos interrogatórios da PF, mesmo quando notificados.

Eles sabem que só poderão ser conduzidos coercitivamente por determinação do TRF da 5ª Região – Recife.

Uma decisão neste sentido, avaliam, seria desperdício de energia.

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  • ALAGOANO

    Ate nisso o foro privilegiado mostra quanto eh injusto, porque os assessores estão errados, mas são pau mandado dos dePUTAdos, portanto isso eh menos condenável. Talvez fizeram com medo de perder o emprego

  • JEu

    Pois é… enquanto não for extinta a tal da lei da im(p)unidade parlamentar, essas figuras mefistofélicas continuarão a zombar das polícias e da justiça… porém, mas dia, menos dia, quem sabe, esses “semideuses” não perderão a capacidade de “escorregar” da mão longa da justiça?!!! alguma coisa já está acontecendo lá para as bandas do planalto… e o povo está, a cada dia, mais consciente da imoralidade dessa situação… aí, para onde correr?!!! onde se esconder?!!! é esperar (talvez só um pouco agora) para ver…

  • Artimanha

    Os deputados que nada fazem em brasília estão arquitetando uma emenda constitucional afim de estender os benefícios do foro privilegiado para ex-presidentes da república, a fim de tentar impedir o julgamento dos corruptos pela justiça comum. É estranho um ministro pedir vistas quando 07 já se manifestaram . Que coincidência…