A decisão – já tomada e ainda não anunciada – deverá seguir a lógica de todos os estados brasileiros, notadamente no Nordeste, onde a festa é mais tradicional e tem grande importância econômica.

Uma preocupação das autoridades de Saúde diz respeito a alguns eventos que estão sendo organizados por empresários do setor, que ainda acreditam num maior relaxamento do isolamento social, em breve.

Não há de ser o caso, alertou ao blog um palaciano.

Mesmo que haja uma queda nos números da pandemia nas próximas semanas, a Covid-19 já provou que nada que se refere a ela pode ser considerado definitivo.

Só depois da vacinação em massa no Brasil, o que deve ocorrer muito lentamente, teremos a volta das tradições populares nas ruas do país.

Mas não dá para brigar com os fatos.

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  • Ed

    Falou tudo Ricardo Mota,sem condições de realizar festas nessa situação que o Brasil se encontra, é uma questão de lógica…

  • Alagoano feliz

    Apesar de não ocorrer as grandes festas, as pessoas, em suas casas, ainda assim irão ligar som alto, beber, acender churrasqueiras, fazer fumaça, soltar bombas nas ruas. Ano passado fizeram isso. O brasileiro é mestre em “dar um jeito”, na arte de driblar tudo e a todos.

  • Carlos

    Não tem como o São João, certamente será comemorado em família, que vive no mesmo teto. Brincar com esse vírus e negar a realidade.

  • Bel

    Só faltava festas agora! Oxe

  • Gutierre

    Infelizmente o sr governador continua insistindo em não escutar a ciência. Aumento de 14% mesmo com ampliação de 7 leitos. O governador vai ser o culpado pelo colapso na saúde!

  • Pedro

    O circo do futebol vem aí. O genocida quer matar mais!

  • POBRE POVO ALAGOANO!

    Pode até não ter festas juninas, porém, teremos quadrilhas, pois em Alagoas elas nunca param de trabalham!
    É o ano todo!

  • Celso

    No momento, nenhum tipo de evento público ou privado pode ser realizado, mesmo com todas as precauções possíveis e imagináveis sendo tomadas. Infelizmente nossos governantes agem politicamente, quando deveriam agir cientificamente, seguindo todas as orientações da OMS em relação ao combate do Coronavírus. Fiscalização por parte do Governo não existe. Até mesmo dentro das repartições públicas do Estado e da Prefeitura de Maceió, se descumpre as normas técnicas, como o distanciamento, uso de máscaras e álcool 70º. Se houver uma fiscalização, os primeiros a fechar são os órgãos públicos.

  • Claudinha

    Ilustre Ricardo Mota, alguns órgãos da Prefeitura de Maceió estão exigindo o retorno presencial de servidores e isso provocou o aumento dos casos de servidores infectados com o coronavírus. Antes havia um rodizio por setores, diminuindo a quantidade de servidores presentes no dia a dia do órgão. Além disso, não existe uma desinfecção de ambientes e veículos para uso por servidores. Até a limpeza dos condicionadores de ar (que continuam funcionando, descumprindo as recomendações sanitárias), estão com prazos reduzidos, prejudicando ainda mais os servidores em atividades. É necessário que os órgãos da saúde pública estabeleçam critérios para funcionamento dos órgãos públicos e não só das empresas privadas.