O secretário de Turismo, Esporte e Lazer da prefeitura de Maceió, Ricardinho Santa Ritta, é jovem, mas já acumula uma boa bagagem pelos gabinetes de Brasília, onde atuou.

Comandando uma pasta que pode ser muito importante quando da retomada da economia local – pós-pandemia -, o convidado do Ricardo Mota Entrevista desta semana apresenta um conjunto de boas ideias e ações que pretende por em prática – já.

A começar: a participação direta do empresariado local nos investimentos necessários à melhoria da cidade – e para os cidadãos.

O primeiro passo já está sendo dado: a prefeitura de Maceió está elaborando o projeto para a construção de cinco estações elevatórias de esgoto na orla da capital – e construção será bancada pela Ademi-AL: “A entidade está completando 40 anos e achou por bem dar esse presente à cidade, acabando com as chamadas línguas sujas”, afirmou.

Mesmo na pandemia, o turismo já demonstrou a sua capacidade de regeneração, com uma boa ocupação da rede hoteleira, considerando as circunstâncias. O chamado “novo normal” ainda é, no entanto, um grande desafio para quem atua na área:

– É difícil catequizar os turistas, convencê-los da necessidade do cumprimento dos protocolos sanitários. Quando chegam aqui, eles querem relaxar, usufruir da natureza e das nossas belezas sem maiores preocupações. Já os trabalhadores locais, estes têm demonstrado a compreensão da realidade em que vivemos. Eles serão fundamentais na retomada e já estão sendo agora.

São muitos os projetos em discussão entre prefeitura e os segmentos envolvidos com o turismo, mas o grande ponto de partida é destacado pelo secretário: “O novo Plano Diretor de Maceió será essencial na definição de prioridades, onde deve haver maiores investimentos, sempre tendo clareza de que uma cidade só é boa para o turismo se for boa para quem mora nela”.

Quando a discussão deve avançar?

No início do segundo semestre, garante Santa Ritta.

É conferir.

Ricardo Mota Entrevista

Domingo, às 10h30, na TV Pajuçara

Convidado: Ricardinho Santa Ritta – secretário de Turismo, Esporte e Lazer de Maceió

 

Da tela ao tango
Da direita civilizada, presidente do Equador dá exemplo à turma de Paulo Guedes
  • Carlos

    Se a vacina não é uma garantia 100%, como qualquer vacina. Temos uma escala de proteção. Coronavac 50 %, Astrazeneca 85 % e pfizer 95% e o tratamento precoce 0 %… Vamos se cuidar e o remédio mais eficaz é a proteção seguindo o protocolo contra esse vírus, que deixou o mundo de cabeça pra baixo. Já estamos vivendo um clima político que o presidenciável segundo as pesquisas vai voltar a comandar o país. Onde surge às conversar das eleições ouço muito Lula, vai ganhar mas não voto nele. Está me lembrando às eleições para governador de Alagoas a época disputavam João Lyra x Teotônio Vilela…. João Lyra, está eleito mas não voto nele.

  • Nana Silva

    os turistas são necessários ao estado mas são os que trazem o vírus. Eita lê lê!!!! Radicalizar e fechar tudo quando o país está escancarado é complicado. Os outros países não recebem brasileiros, o Brasil recebe todos. E aí?