Ex-banqueiro, conservador, Guillermo Lasso tomou posse na presidência do Equador esta semana, com a presença de um Bolsonaro mascarado.

De direita, conservador, mas longe de ser negacionista, Lasso investe na vacinação em massa do povo equatoriano e tomou uma medida – das primeiras do seu governo – que deveria servir de exemplo para os “liberais” locais: ele restabeleceu os direitos de 1,7 milhão de pessoas (10% da população) que devem até mil dólares – R$ 5.300,00 – aos bancos, e eram impedidas de ter acesso a novos créditos e realizar atividades comerciais.

Bolsonaro e seu “posto Ipiranga” bem que poderiam ser generosos assim com os brasileiros endividados, que crescem a cada mês, cruelmente.

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  • Há Lagoas

    Com uma medida como esta – se implantada aqui – imagino a reação do mercado financeiro, ou deveria chamar de “abutres” os especuladores que ganham em cima da miséria alheia?
    A pandemia e suas consequências pode levar o Brasil ao risco de quebra da regra fiscal, furando o teto de gastos.
    Lembrando o que disse a dama de ferro Margaret Thatcher: “Não existe dinheiro público. Existe apenas dinheiro do pagador de impostos!”

    • Ricardo

      O nível hoje nos comentários são top, parabéns….

  • Carlos

    E o que está faltando no uma direita civilizada x esquerda civilizada. Às eleições para presidente está polarizada onde o ódio de direita e de esquerda, sinalizam para uma eleição talvez a mais canalha dos últimos séculos.

  • Ricardo

    Parabens pelo comentário, com democracia…