O governo Renan Filho pode ganhar uma nova interlocutora com o Palácio do Planalto com a reforma do ministério Bolsonaro.

A deputada Flávia Arruda, que assume a Secretaria de Governo da Presidência, é do PL, partido do secretário estadual Maurício Quintella.

É verdade: ela é mulher do ex-governador José Roberto Arruda, do DF, conhecido pela frequência com que ocupa espaços nas páginas policiais.

É um galho de arruda, mas não é o tronco.

 

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  • Antonio Carlos Barbosa

    O recado do Arthur Lira e aliados ao Bolsonaro, já rendendo o retorno/investimento com a indicação da deputada sua aliada, e o marido (condenado por corrupção) por tabela, passa a ter poderes no jogo político. Teremos ainda mais a frente, fatias maiores para o líder Arthur Lira atuar como gestor. Em Brasília, tudo é dinheiro. Vida que segue.

    • Antonio Carlos Barbosa

      Em tempo: a deputada Flávia Arruda, é preposta do seu marido condenado/ficha suja José Roberto Arruda. É o que basta.

  • Tony

    É preciso acabar com a obrigatoriedade de se filiar a um Partido Político no Brasil para quem deseja concorrer a um cargo eletivo, já que as convicções e ideologias dos filiados nunca são respeitadas. Os Partidos Políticos não respeitam sua própria ideologia, mas sim os interesses de seus lideres em estar sempre do lado de quem está no poder, estar por cima da carne seca, principalmente para obter vantagens financeiras para si e para os seus que estiverem mais próximos. Partido Politico no Brasil é como um imóvel de aluguel bem disputado, aluga-se para quem paga mais.