As relações entre os candidatos a prefeito de Maceió pelas legendas mais fortes estão cada vez mais distantes dos vereadores e aspirantes à Casa de Mário Guimarães.

As acusações de traição surgem celeremente dos dois lados.

Os fatos, entretanto, se impõem: os vereadores, que não têm recebido a ajudar prometida para as suas campanhas – na maioria, pelo menos -, lutam pela própria sobrevivência.

E se eles ajudam a engrossar uma caminhada majoritária, investem mesmo para valer em sua permanência na atividade profissional, enquanto que os postulantes à prefeitura enxergam a eleição de vereador como algo menor, acessório da sua campanha.

Sempre foi assim e assim sempre será – principalmente no primeiro turno: vereador não ajudar a eleger prefeito – e o contrário também é verdadeiro.

Nem nos chamados partidos ideológicos vale a regra da lealdade e da fidelidade.

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  • Zé Márcio Maia

    Caro Ricardo,

    A regra geral vai na toada de seu texto, no entanto existem vários candidatos a vereador ao longo da história, que tiveram sua campanha umbilicalmente ligada a do candidato a prefeito e ambos se ajudaram. Naturalmente que tanto candidatos a prefeito e vereador, concentram suas energias em sua campanha, pois sem mandato o político fica invisível, conforme dizia um Paraibano da família Ferreira. Assim sendo, braço e muleta precisa. Um do outro para ir em frente.

  • Robson

    Ricardo Mota isso e fato e muitis vereadores se acham que transfere voto, isso quando não estão com dois candidatos a prefeitos.