Seria demais cobrar – e encontrar – coerência em quem exerce a política profissionalmente.

Lembrando que cada profissão constrói a sua própria cultura. Mas nada nessa seara assume a dureza e durabilidade de um diamante.

O que o MDB de Alagoas vive é a exibição na vitrine de uma contradição que nega o seu passado recente e doloroso: a judicialização da política, um mal desses tempos, que tem criado falsos heróis e monumentos à hipocrisia.

A crise entre o MDB (os Calheiros) e Luciano Barbosa é política na sua essência, e se os donos do partido em Alagoas buscam o caminho do Judiciário é porque não souberam vencer no território que dominam.

O momento seria de crescimento para eles, mas a fraqueza fez com que dessem apenas uma demonstração de força bruta.

(Sugiro uma breve leitura de Homens em tempos sombrios, de Hannah Arendt).

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  • Sampaio

    Coitado do Luciano Barbosa se depender do judiciário alagoano , ele tá lascado!