Quem viu as entrevistas de Renato Feder, quando ele foi cotado pela primeira vez para assumir o Ministério da Educação, pode ter ficado com a impressão de que ali estava um candidato que se oferecia – e era o caso – para o cargo.

E, por extensão, via um tolo.

Ontem, ao anunciar que rejeitou o convite de Bolsonaro, pós-Decotelli, refez sua imagem: de tolo, ele não tem nada.

Esperto, deixou claro que terceirizou o suicídio.

Duas mulheres querem contrariar a lógica dos palanques de Arapiraca
Azul
  • Há Lagoas

    Rejeitou ou foi rejeitado?!

  • José

    Bom dia. Pois é. O Brasil na América do Sul só fica a frente da Venezuela. Os governos progressistas deixaram a educação e a saúde do Brasil no que estamos vendo e sentindo. Foram fechados mais de 30mil leitos hospitalares, gestante de alto risco no Sus só Jesus e pediatria a mesma coisa. Atenção básica é um Salve-se quem puder. E para quem não sabe reverter um processo de educação leva 100 anos. Uma geração.

    • Fernando

      Quem quer arruma um jeito, quem não pode ou não quer, arruma desculpas.

  • Laskdo

    É uma missão impossível pra qualquer um, pois tem que se alinhar com os Olavistas, os militares e os evangélicos.

  • Jobson

    Consertar um ministério desmantelado, não é missão par qualquer profissional, a escolha, será com muita cautela .

  • Prof atento

    Ele não rejeitou. Foi fritado pela ala conservadora e quis limpar seu nome para sair menos feio. Foi rejeitado duas vezes.

  • Pedro

    Só assume um cargo neste governo , só fica que é de má índole ou está em desespero pelo salário . O bozo é doente, igual ao evangélicos anunciadores do apocalipse! Kk

  • Deus Carmo

    Embora concorde em alguns pontos com a atual política, Em realidade, não há mais ministros, salvo os militares que têm um pouco de autonomia, o restante não dá um passo sem autorização do chefe e seus filhos. Ser ministro, hoje, é demonstração de total submissão, infelizmente, porque nem o Guedes faz o que quer. Tenho falado muito do atual governo em meus blogues, mas infelizmente, as pessoas ficaram surdas à direita e à esquerda. O presidente poderia se poupar de muitos dissabores se não agisse por impulso e parasse para ouvir as pessoas.