O secretário Fábio Farias, do Gabinete Civil, que vai presidir os grupos de trabalho sobre a flexibilização do isolamento social, garante que a chegada ao “novo normal” se dará aqui seguindo o que já é o aprendizado do mundo inteiro.

Ou seja: cada setor terá de tomar as medidas sanitárias já consagradas pelos países que avançaram na flexibilização.

E tudo acontecerá após se atingir alguns condicionantes:

– A queda da curva epidêmica, a disponibilidade de leitos, de UTI inclusive, na rede de saúde, a manutenção de bons níveis de isolamento. Tudo será considerado para cada setor. Alguns, certamente, demandarão mais tempo e estudo para que sejam reativados, e por isso estamos ouvindo a todos, recebendo as propostas e discutindo o caminho para este “novo normal”.

Ou seja: não haverá pressa, ainda que exista o apelo, inegável, para a retomada das atividades econômicas.

É importante incorporar as experiências que deram certo e aquelas que estão sendo revistas, por necessidades objetivas- na Coreia do Sul e no Sul do Brasil, onde a flexibilização do isolamento social apresentou problemas novos com soluções idem.

Ministro do STF não pode entrar em ringue de bate-boca
Para quem foi o recado do ministro Paulo Guedes?
  • Eneida

    Seria importante ,se possivel, adotar horarios diferenciados para a industria,depois escolas e depois comercio .
    Acredito que uma hora de diferenca para o inicio de cada uma dessas atividades melhoraria sensivelmente o transito que tanto estressa a populacao.

  • Indignado da Silva

    Apelo inegável para retomada de atividades econômicas? A gente quer é o lockdown!!! Os casos estão triplicando e os governantes pensando em reabrir comércio? Isso é absurdo! Não fizemos a lição de casa pra abrir comércio agora.

    Irresponsáveis!

  • Carlos

    O que é necessário para a flexibilidade, testagem para saber se a pessoa já teve o vírus e os que já tiveram constatados e voltarem as suas atividades. Os grupos de riscos no isolamento domiciliar e social. Escolas , bares, restaurantes ou qualquer atividades com potencial de aglomerações. Lógico a curva em declínio e consequentemente leitos e UTI, disponível tanto nas redes públicas e privadas num percentual no máximo 50%. Os linhas de frente com os EPIs suficiente e do boa qualidade. Seu que tenho meus limites de sugestões e no entanto é cessário todos se manifestar que algumas ideias boas irão surgir.

  • Karla Poliana Xavier da Silva

    Deveria voltar com o transporte metropolitano em rio largo a população sofre pra trabalhar em Maceió é claro que nos serviços essenciais .

  • Flávio Gequitá

    E a ganância vai trazer mais um amontoado de cadáveres consigo…

  • Fernanda

    Um absurdo a abertura do comércio agora. As pessoas nem respeitam a quarentena, números crescendo de morte e de contaminados. O correto é fechar tudo e reabrir quando for possível atender as pessoas contaminadas com qualidade pois,o que vemos hoje é uma vergonha. Quem Já viu a pessoa fazer o exame uma vez e depois de 14 dias mandar as pessoas fazer particular. Um absurdo. Uma vergonha.

  • Alex Ferro

    Se depender de uma grande porção de funcionário público i isolamento social será eterno.

  • Leandro

    Se possível para de afetar os pessoal de baixa e media renda. Sair do trabalho e ficar duas a três horas esperando um ônibus da parte alta, é demais!.

  • James

    Vocês estão falando de quê? Onde é que está tendo quarentena ou isolamento no Brasil? Principalmente nas periferias de Maceió tá tudo normal .

  • jonathan

    Isso pra mim e uma cachorrada, uns podem e outro não, aonde que loja de roupas, salão de beleza entre outros te mais movimento que supermercado.

  • Jedames Ferreira

    Nao, entendo essa quarentena?Fecharam as praias os shoppings, comercio, academia, escolas.etc
    E vemos uma pandemia de gente nos comercios de bairros.Exemplo
    Jacinttinho
    Benedito
    Feirinha do tabuleiro
    Centro da cidade.
    Que isolamento é esse??????

  • Alissom Farias

    Ue? Num tô entendendo nada,Vai flexibilizar justamente na hora do pico da contaminação? Se todo o temor era o pico, junto com a falta de isolamento social, o que na verdade nao acontece em nuitos lugares. É so da uma volta no mercado da produção, nus camelos ao lado do shping popular, na feira da Guedes de miranda à noite e em algumas lojas de celular dentro do centro, que o que mais se ver é aglomeração. Se liga governador. O certo é o lockdown e ponto final. Ja que não há uma fiscalização efetiva.

  • Gil Pacifico

    Boa sugestão. Vamos criar uma cultura de ir ao trabalho ou escola em horários diferentes . Para quê a manada ? Todos saírem em horários iguais? Só atrapalha trânsito , etc

  • Lima

    Agora a palavra é “flexibilização”

    Os Governadores conseguiram o que pretendia! Dinheiro!

    Bolsonaro sanciona com vetos projeto de socorro financeiro de R$ 60 bi a estados e municípios
    Texto será publicado no “Diário Oficial da União” desta quinta-feira (28). Nesta terça (26), Bolsonaro assinou MP com aumento de salário para policiais e bombeiros do DF.

  • Laura Guaraciaba

    Sensato, ponderado e atento como sempre Dr Fabio Farias.
    Criar grupos de trabalho para ouvir aos distintos setores é fundamental pois a saúde e economia sao vitais para a manutençao da vida das pessoas. Diálogo num país democrático é a busca efetiva e eficaz de solu´´coes.

  • wal

    Os outros paises, a educação sobre higiene, já faz parte dos primeiros passos da criançada, em quanto que aqui no Brasil, somos, banhado pelas ruas sem sanemantos básicos. E até as merendas elas roubadas.
    Fala sério…

  • Eduardo

    Abertura do turismo com responsabilidade já !