É praticamente uma nota de protesto a do Conselho Regional de Enfermagem de Alagoas.

A entidade, que representa 27 mil profissionais, se disse “indignada” com a remuneração oferecida pelo governo do Estado para técnicos e enfermeiros que atenderem ao Chamamento Público Emergencial da Sesau – e que vão trabalhar na linha de frente do combate à Covid-19.

Valores:

– R$ 1.300,00 para técnicos de enfermagem

– R$ 3.600,00 para enfermeiros (as)

Sem estabilidade e para um trabalho temporário.

Justiça começa em casa.

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  • SOSTENES

    Isso é bom! achar que serviço público é mole. Passar num concurso, ter comprometimento com a atividade a ser exercida, ter muitos impendimentos que na iniciativa privada não tem, não é mole!
    E muitos acham que serviço público é mamata. É mamata para aqueles que não tem horário a ser cumprido, que tem auxílio moradia, indenizações por substituições de colegas de trabalho , ou benécias de grandes empresários em troca de emendas.

    • Rotary

      Gostaria que o modelo de servidor que o Sr. está exaltando fosse uma realidade para todo serviço público concursado, mas fico triste em lhe informar que a realidade é outra em TODAS as áreas do serviço público, muito descaso e PROCRASTINAÇÃO, não fique revoltado com meu comentário, procure observar mais e tente aumentar o seu nível crítico em relação ao serviço público de uma forma geral. Acho que entenderá o que digo. Existem bons profissionais, mas a MUITO espaço para melhorias MUITO MESMO. “E passar em concurso não é licença para nada é apenas um teste de eliminação diante da grande quantidade de inscritos e que muitas vezes a vaga conquistada é abandonada por ABSOLUTA incompatibilidade com a realidade.

      • Jurandir

        Realmente vc tem razão quando diz há muito espaço pra melhorias , mas discordo quando também fala que que o servidor público exaltado no comentário acima , esse existe e não são poucos , agora unanimidade não existe nem dentro das nossas famílias , o o nível crítico de cada um é muito pessoal , mas só sabe quem está dentro dele , com suas limitações em todos os âmbitos , o ingresso no serviço público através de concurso não é uma “só” uma prova de eliminação diante do número de vagas e sim o interesse de se empenhar pra poder passar nele e assim ter a oportunidade de fazer o que tem que ser feito com o que se tem e não o que seria o ideal , mas como disse antes , não existe unanimidade nem na nossa família , e muitas vezes quem tanto nos crítica gostaria de estar no nosso lugar , e talvez se estivesse , poderia ter a oportunidade de ter uma visão mais ampla do serviço público ! Espero que entenda a minha crítica , abraço !

  • BETE irmã de NESTOR tios, ela mãe d’Diogo: ZAP finado em 6 msgs

    Trabalho TEMPORÁRIO e arriscado, salário ~METADE d’um médico, igual DENTISTA.

    > MAS há formação cevada em cursos de má qualidade, afetando DIGINIDADE,
    – empregos e salários da CATEGORIA, enfermeiros. [13fev19]
    http://al.corens.portalcofen.gov.br/cofen-defende-a-aprovacao-de-piso-nacional-para-a-enfermagem/

    Certo seria a paga hígida – pontual e digna – ao menos dobrada, com rígidez!
    Feito intenção vermelha de VÉIO amolecido viciado em pílula azul, funciona?

  • Carlos

    O governador mostra o seu tamanho numa crise pior ou igual a segunda guerra mundial….

  • Mana

    Não sei porque tanta indignação, o salário de um técnico de enfermagem e enfermeiro concursado e com vários anos de trabalho não é superior ao que está sendo oferecido.

  • Antônio

    Mana e Sostenes ,entendam as entrelinhas do COREN. Porque tamanha discrepância entre o salário de um médico para o dos demais profissionais da saúde.? Somente no Brasil e em alguns rincões do mundo é que se tem isso. Na Argentina, por exemplo, a remuneração se dá pela relação horas trabalhadas x capacitação técnica. Na Itália, EUA e na Alemanha não ultrapassa mais do que o dobro entre o acima relatado. O que se fala é de discrepância. Porque um jornalista ganha tâo menos no serviço público que um procurador ou um médico ? Na vida privada pague o que quiser , mas no serviço publico isso ainda um tabú. E que Tabú!