Líder do Centrão, o deputado Arthur Lira (PP) está pressionando o presidente da Câmara Federal, Rodrigo Maia, a votar com urgência um projeto emergencial interessante – ainda que não seja definitivo nem resolva o problema da injustiça tributária.

 

O projeto, de autoria do deputado Wellington Roberto (PL-PB), obriga as empresas que tiveram lucro acima de R$ 1 bilhão, no ano passado, faça um empréstimo ao governo para ajudar no combate ao coronavírus.

 

A estimativa é de que sejam arrecadados, rapidamente, R$ 80 bi, que o governo federal pagaria em quatro anos.

 

Podemos avançar ainda mais nessa seara, mas já seria um bom começo, principalmente por chegar finalmente ao setor financeiro (bancos).

 

Rodrigo Maia resiste à pressão. Logo ele que afirmou que o fim da quarentena era uma proposta do “pessoal da Bolsa”.

 

Vale a pena insistir.

 

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  • JEu

    Não posso deixar de concordar com a proposta… isso é coisa de interesse comum mesmo… é algo para se aplaudir… e que os juros sejam dos empréstimo sejam iguais aos da taxa selic… agora quero ver quem tem coragem… lógico que existirão resistências diversas… e, talvez, do próprio Paulo Guedes e equipe econômica… porém precisamos ser justos… se não concordo com a taxação de grandes fortunas, de imediato e com altas taxas, o que afastaria os grandes investidores, prejudicando, ainda mais, a já combalida economia brasileira, também não posso deixar de concordar que aqueles que têm seus lucros bastante grandes com seus investimentos, devam dar sua contribuição ao povo brasileiro em momentos como este… e, ao final, o governo deverá pagar pelo empréstimo…

  • niv_mace@hotmail.com

    Porque esses políticos não aprovam um projeto para cortar suas mordomias ? claro que um projeto desse tipo nunca vai ser aprovado por esses políticos que passam o tempo todo mamando nas tetas do erário e não pensam nos mais humildes.

  • Lion

    Eis o que podemos chamar de proposta oportunista. Pergunta ao deputado se ele abre mão do Fundão eleitoral e partidário. Obrigar e invadir o patrimônio privado vai levar o problema para o judiciário e será causa interminável. O nosso deputado é da turma do Centrão, a parcela da velha política, que há anos envergonha o nosso Congresso. E em vias de fim de carreira.

  • Carlos

    Tai uma boa proposta e agora é só esperar a reação dos donos do dinheiro, que tiraram da boca do povo.

  • Alagoano

    Será que não basta o prejuízo das empresas com toda essa crise? Tem que o governo aumentar o problema para elas? Não há diferença de 10 empresas de 100 Mi para uma de 1 Bi pessoal, quanto mais sugarmos delas mais quebradeira e desemprego. O estado brasileiro já é pródigo em sugar-las com impostos, taxas, etc. As empresas não são inimigas gente! Na realidade o que precisa é o estado ajudar as empresas, e todas, independente do tamanho, num crise gigantesca dessas. Nos fundos partidário e eleitoral eles não falam né? E a gente ainda acha lindo uma proposta dessas como se fora uma vingança da classe trabalhadora contra o grande vilão chamado empresário. Acorda Povo!

  • Pedro Costa

    Se a ideia fosse de outro parlamentar seria louvável apesar de danosa para quem produz neste pais.
    O estado já sangra suficientemente os cidadãos para arcar com os custos deste tipo de evento.
    Partindo deste cidadão têm algum interesse pessoal por trás sem dúvida nenhuma.
    ZERO credibilidade.

  • Jorge Barbosa

    Só vejo a conta caindo na redução dos salários, no confisco do caixa das empresas (conforme proposta relatada na matéria), mas não vejo uma proposta do Legislativo ou do Judiciário como também do Executivo em cortar suas despesas de custeio/duodécimos na mesma proporção que querem fazer com os salários. Senhores Legisladores e membros do Judiciário abdiquem por dois meses do duodécimo que é repassado aos Senhores. Vamos fazer isonomia.

  • Antonio Moreira

    Não faz muito tempo um dos maiores banco do Brasil já fez PDV duas vezes. Foram muitos funcionários que sairam. A primeira vez foram 10 mil funcionários. Empresa de Setor Financeiro – trabalhavam 15 funcionários e agora são apenas meu sobrinho-SP e outro funcionário. Ele viaja o Brasil inteiro, está trabalhando em casa por conta dessa situação atual.

  • paulo

    Pois é,o Rodrigo maia que tava sendo elogiado por jornalistas como ponto de equilíbrio do país.nao quer que as grandes fortunas contribuam. mais é a favor taxar de 10 a 15% o salário do servidor público. Um exemplo esse cidadão não é nao? Hum