Em 2018, lembremos, a oposição a Renan Filho teve de inventar um candidato ao governo de última hora, consequência da recusa inesperada de Rui Palmeira em disputar a eleição.

A desastrosa chapa formada por Collor e o vereador Kelmann, tucano, rendeu ao governador reeleito uma vitória acachapante – que ele não existiria com tamanha diferença se fosse “Eduardo Canuto o adversário”, me disse o próprio Renan Filho.

Agora, ao que parece, o comportamento do prefeito Rui Palmeira se repete. Sem nenhum controle mais sobre o PSDB, ele patina em resolver para que legenda vai.

Só que ele ainda é prefeito e tem alguns vereadores que esperam a sua decisão para que também possam se movimentar (a janela da infidelidade se abre em abril).

Além do próprio Kelmann e Eduardo Canuto, José Márcio Filho e outros, que não do tucanato, querem saber o mais rapidamente possível o rumo partidário que o prefeito vai seguir.

O que não se sabe, primeiramente, é se ele sabe para onde vai ou se quer ir.

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