O protesto dos transportadores complementares é bem o resultado da realidade vivida pelo setor: assim como as empresas de ônibus, que em regra quebraram, agora são eles que experimentam do mesmo veneno.

Os clandestinos não pagam taxas e nem se submetem à regulação do setor e vão, paulatinamente, “matando” de inanição os complementares.

É um processo autofágico – uns vão engolindo os outros semelhantes, colocando em risco a vida dos usuários de algum tipo de transporte coletivo.

Cabe ao pode público botar um mínimo de ordem na casa – e a ARSAL até vem tentando. Mas é preciso mais.

Na sexta-feira passada, em parceira com a SMTT, a agência conseguiu apreender 17 clandestinos. Eles vêm principalmente, do interior – da Grande Maceió -, de cidades onde as prefeituras preferem, às vezes, a demagogia ao respeito à vida.

Braskem apresenta hoje à Defensoria e à prefeitura Plano de Evacuação do Mutange
Renan Calheiros pode virar réu no STF. Pode?
  • Av Fernandes LARANJA – Palácio de VIDRO fumado: xêro de QUEBRADA?

    Dá-LHE, Dr Me(R)deir’u$ … é pEnico cheio … rsRs.
    > Se a ARSAL não funcionar, a culpa será minha [R Medeiros a R MOTA]
    – A ARSAL tem condições de prestar um ótimo serviço. [Mera OBRIGAÇÃO]
    # + Ainda: de ser o órgão público + transparente da máquina estadual.
    > Há ~R$ 10 milhões a receber d’empresas e prestadores de serviços: [27jul19]
    – ‘Tamos cobrando, numa relação de RESPEITO a quem cumpre $$ obrigações.
    http://blog.tnh1.com.br/ricardomota/2019/07/27/ronaldo-medeiros-se-a-arsal-nao-funcionar-a-culpa-sera-minha
    # Então ESPER(ne)EMOS c’u$ boga sentado na toada da TOGA … Kkkkk
    > Túnel do tempo: presidente$ do STF re$$uscitaM:
    – Proce$$os do $éculo pa$$ado! [Pq hj é sábado 27jul19]
    https://www1.folha.uol.com.br/colunas/luisfranciscocarvalhofilho/2019/07/tunel-do-tempo.shtml

  • JEu

    Ou se respeita o “império da lei”, ou jamais teremos ordem em lugar nenhum… e como dito no texto, os prefeitos interioranos, principalmente da área metropolitana de Maceió, precisam fazer seu dever de casa… mesmo que doa nos votos… esse é o dilema que vivemos em nosso país… desde tempos anteriores ao “jeitinho brasileiro”, onde “levar vantagem” é o que “interessa”… coisas que precisamos superar, como povo, para que exista, verdadeiramente “ordem e progresso”…

  • niv_mace@hotmail.com

    Tudo em Alagoas é na base do: é coitadinho, não tem emprego,e a cidade vai virando essa bagunça que muitos gestores fazem que não vê, o centro da cidade se transformando numa feira livre e a cidade abarrotada de veículos de lotação, seja da capital ou do interior.

  • Há Lagoas

    Quando a politicagem se sobrepõe a gestão técnica, quem mais perde é o cidadão comum!
    Já sugeri anteriormente, e volto a enfatizar: quando Renan – o filho – desejar visitar sua cidade natal, vá de transporte complementar. Conheça de perto a realidade daqueles que sustentam este Estado e desejam um transporte mais digno.
    O slogan é: “Trabalhando sério a gente chega lá”…

  • Paulo Ronny

    Os complementares também não pagam imposto de renda pois nem a Van eles declaram para a Receita Federal e nem ICMS pois não emitem passagem.
    Perde o Estado e o passageiro
    Um sistema sem controle destrói o outro e o grande prejudicado é o passageiro.
    Tomem providências autoridades.

  • Carlos

    Se o transporte regular de passageiro acabar quem vai tributar ao os estado de Alagoas? O clandestino? O complementar? É bom o governo começar a pensar nisso, pois transporte clandestino além de ser extremamente perigoso também não oferece a menor garantia para os passageiros, não recolhem um centavo em imposto que deveria colaborar com o desenvolvimento do estado. É incrível como o poder público alagoano é incapaz de perceber o quanto se perde por mês em manter esse tipo de atividade.
    Estamos caminhando em meio ao desconhecido e quando todos nós chegarmos lá no final o cenário pode ser bem macabro.