O presidente da Câmara Federal, Rodrigo Maia, mostra, mais uma vez, porque é o personagem político mais importante do país, sendo aplaudido pelos integrantes dos partidos à direita, ao centro, à esquerda.

De novo, ele deu um puxão de orelha público num protagonista do atraso institucional: o estranho deputado Eduardo Bolsonaro, defensor do AI (até o pai, que tudo permite aos seus “meninos”, desautorizou o n° 3).

Maia bateu mais pesado: chamou de “repugnante” a fala do ex-futuro embaixador do Brasil em Washington – e passível de punição, é o que se espera.

Como freio democrático da República, na semana passada, o pito foi no ministro Ricardo Salles, que até o Partido Novo quer ver longe das suas fileiras.

Prestem atenção: ninguém rebate Maia, atacado impiedosamente nas redes dos fãs presidenciais.

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