O que já era ruim deve ficar pior.

Já há uma expectativa dos analistas, que são bons nisso, de que a gasolina e o diesel podem ter uma alta no Brasil de até 10% nos preços, em decorrência dos ataques às instalações de petróleo da Arábia Saudita (a variação mundial já chegou a 19%).

O aumento não será imediato, mas acredita-se que eles virão, principalmente porque os preços da Petrobras estão atrelados aos do mercado internacional e à variação do dólar (que também sobe com as crises).

O Brasil, que já foi o potencial grande produtor de energia limpa e renovável – com o álcool, inclusive -, hoje permanece como refém das “guerras” por encomenda, principalmente nas regiões produtoras de petróleo.

Os ataques na Arábia Saudita devem reduzir em 5% o fornecimento mundial do petróleo – cerca de 5,7 milhões de barris/dia.

É muito: três vezes a produção diária da Petrobras.

Para o bem e para o mal, não estamos sozinhos no mundo: perdem os de sempre, ganham os mesmos.

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