Vai se formando um consenso, cada vez mais consolidado, entre os aliados políticos de Rui Palmeira: o isolamento crescente do prefeito de Maceió é voluntário, o que se verifica desde o ano passado com mais veemência.

De quando em vez, Palmeira assinala que pretende influenciar na eleição do seu sucessor, mas sinaliza que vai apoiar um nome com chance de vitória efetiva, mas para por aí.

Se Renan Filho também não tem nenhum candidato natural à disputa, isso se deve mais ao seu estilo político, mais próximo ao do “tio Olavo” do que ao do senador Renan pai.

Fato concreto é que agora não há um “Cícero Almeida” voando. A não ser que o PGJ Alfredo Gaspar de Mendonça tope entrar na briga.

Quanto a Rui Palmeira, este não parece nem ao menos haver uma carta na manga.

Veja aqui a Carta dos Governadores do Nordeste (os 'paraíbas')
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  • Sérgio Eduardo

    Prefeito Rui Palmeira pode paga um preço alto no futuro se fica em cima do muro. Pois é jovem e tem pretensão política mais na frente.

  • Renan Alcolumbre Maia Bolsonaro

    Um bom nome nos quadros do Rui, é o nome do Secretário Mac Lira para prefeito de Maceió.
    Votaria nele fácil!

  • Maria

    É hora de rever estratégias e o prefeito tem consciência disso. Vivemos dias de desalento, em que somos confrontados com nossa própria impotência (caso pinheiro e outros) e o prefeito/governador deixam a desejar no que é melhor para a população. “Um povo sem memória é um povo sem historia”. Rodrigo Cunha se caminhar sozinho e tiver um bom nome, para apoiar nas eleições para prefeito tem excelentes chances de vitória, desde que esse candidato trabalhe convergindo com a população e com transparência. Até votaria no Sr. Alfredo na eleição passada, mas para prefeito de forma nenhuma. (nada contra). A população quer e precisa de renovação e o discurso fácil já não faz sentido, pois com essa política atual não iremos a lugar nenhum e o futuro da população não pode nem deve ser moeda de troca.

  • Há Lagoas

    O propalado e festejado programa “De Frente pra Lagoa”, afundou Rui Palmeira, fora outras questões estruturais que seu governo deixou a desejar:
    Mercado da Produção,
    Ambulantes no Centro,
    Terminal de transbordo VLT-Ônibus no Jaraguá,
    Via lagunar para desafogar o Transito na General Hermes,
    Viaduto da Cambona,
    Aterro Sanitário,
    Duplicação da Via Expressa,
    E etc.
    Pena, aparentemente fez um governo sem escândalos de corrupção, mas sua inércia vai ser sua principal marca registrada.

    • JEu

      Queira desculpar, meu amigo, só tenho uma pergunta: de onde ele tiraria os recursos para fazer todas essas obras? os projetos existem e estão, desde o primeiro mandato, no governo federal. Até que o projeto De Frente para a Lagoa teve os recursos iniciais liberados no primeiro trimestre deste ano, porém, com o problema do Pinheiro, Mutange e Feitosa, foi suspenso, pois se a tragédia acontecer, poderá atingir toda aquela área, é o que dizem os estudos.

  • Júlio

    O prefeito dar a impressão de que não ver a hora desse mandato acabar. Pelas entrevistas que vejo é como se ele saísse de casa apulso para trabalhar.

  • JUNIOR

    o bom é que ele fique bem longe, para ver se o povo esquece o nome dele, e ele possa voltar a correr na praia sem ser vaiado, e da equipe dele não tem ninguem capaz, o melhor que eles que tem para fazer è “PEGUE SEU BANQUINHO E SAIAM DE FININHO’

  • Alagoano sem esperança

    Voluntários serão os votos contra ele.

  • Lucas Farias

    Prezado Ricardo, lembro-me de que Rui Palmeira foi eleito prefeito sob os auspícios de sua boa atuação na Assembleia Legislativa, como um parlamentar não alinhado com os esquemas de corrupção daquela casa. Esse mesmo “nicho político-eleitoral”veio a ser explorado por JHC, como traço marcante de sua atividade parlamentar. À frente do executivo municipal, no entanto, sua gestão é um retumbante fracasso. Eis aí uma grande diferença entre o papel de um legislador e de um chefe do executivo: não é possível viver só de discursos e de pregação contra a corrupção. É possível, em nossa combalida democracia representativa, ser um parlamentar improdutivo e negligente durante décadas sem ser percebido (que o diga o atual presidente da República), mas não é possível ser bem avaliado como gestor sem mostrar trabalho. Ser idôneo, aliás, é um pré-requisito para o cargo, não deveria ser um título excepcional. O jovem Rui Palmeira parece ter sepultado precocemente sua ambição política. Maceió é um retrato do caos urbano, da ineficiência de serviços públicos e de perceptível piora da qualidade de vida nos últimos anos. E nem falo das ruas esburacadas e irregulares, que me afetam como integrante privilegiado da classe média. A promessa de resolução do problema da mobilidade urbana, com a melhora do transporte de ônibus e barateamento de tarifas após a licitação, soçobrou. As empresas de transporte mantêm o cartel e suas latas velhas recauchutadas não agregaram melhorias, e parece não haver poder público capaz de enquadrá-las. O serviço das empresas de coleta de lixo continua péssimo e ineficiente, e as investigações conduzidas pelo Ministério Público não cessaram com o término da gestão de Cícero Almeida, agora continuam com suspeitas sobre o descarte irregular de chorume nos aterros sanitários. Há também procedimentos em curso para apurar a concessão ilegal de licenças ambientais e de construção para obras urbanas e de expansão no litoral norte. E o prefeito coroa o fim melancólico de sua gestão demitindo em massa monitores que atuam na educação municipal, especialmente em escolas de bairros pobres e isolados, e atacando a categoria dos servidos públicos municipais. É verdade que há problemas históricos difíceis de se resolver: Maceió não foi uma cidade planejada, não tem plano piloto e sofreu com a expansão desordenada, espraiamento e êxodo rural, resultando em marginalização e violência urbana. Nenhuma grande capital se desenvolve sem uma relação equilibrada com os fluxos migratórios e a modernização das cidades do anterior, para que ofereçam condições de permanência de sua população, mediadas pelo governo do Estado. No entanto, fora das fantasias e das fake news das redes (anti)sociais, a sensação perceptível no mundo real é de que a gestão do prefeito é uma nau em naufrágio. Um abraço.

  • Consigliere Alagoano

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    SQÑ, é consenso até em cargos de confiança que RUI, mesmo sendo jovem, ENVELHECEU POLITICAMENTE, em apenas 7 anos de mandato, FALTA “ GANA”, e ofensivas mais produtivas, que resultem BENFICIOS mais MARCANTES para o POVO.

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