A decisão a essa altura pode até ser inócua, mas tem sua simbologia também: atendendo a pedido da Defensoria Pública Federal, a juíza Ivani Silva da Luz, da 6ª Vara da Justiça Federal em Brasília, proibiu nesta sexta (29) o governo Bolsonaro de comemorar, oficialmente, o aniversário do golpe militar de 1964.

Ela considerou, assim como a DPF, que haveria um “risco de afronta à memória e à verdade”.

A decisão pode ter vindo tarde demais – várias unidades já fizeram a sua comemoração -, ainda assim aponta uma verdade insubstituível: todos têm direito a ter sua opinião, mas não o seu próprio fato.

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