É cada vez mais propalada a crença de que a demora na definição da nova equipe de governo faz parte da “nova fase do ajuste” fiscal, obra consagrada – e bem executada – pelo secretário Santoro.

Há muitos ex-comissionados esperando retornar aos seus postos e que estão completando dois meses sem salário – sem contar com os que aguardam vagas.

Na definição de um destacado aliado palaciano, “é uma maldade o que estão fazendo”.

Pode ser.

Fato concreto: às vezes uma decisão política abrupta traz um bônus financeiro.

Será o caso?

Moro recua em nomeação e mostra quem manda no Ministério da Justiça
Bolsonaro ainda vai ter que cair mais até voltar a subir
  • Sertanejo ENLUTADO esperando Justiça e PAZ com FÉ

    Num fosse DESPREPARO explícito, diria que … “é uma maldade o que estão fazendo”. [apud PALACIANO]
    Parece a delação do Palocci, desprezado pela própria mãe … ‘Pode ser.’ [Coisa de efedapê]
    Acima, blog Tnh1-RMota arrisca: … ‘às vezes 1 decisão política abrupta traz 1 bônus financeiro. [CORRUPTO?]

  • JM

    Ô que pena eu tenho desses comissionados. Vão arrumar um empreguinho com a capacidade de vcs e deixem de choramingar. Muito bem, Santoro.
    A galera tá muito mal acostumada. Quando vc olha a folha do Estado tem famílias inteiras ocupando cargos comissionados nesse governo. UMA VERGONHA. Tem gente que não mora no Brasil, gente que trabalha em empresas privadas( que horas que eles laboram?), gente milionária fantasma só para garantir o “ordenadozinho” como eles dizem. Sabe a culpa de quem é isso? Do governo que coloca essa gente sem capacidade para fiscalizar essas mazelas. Se tivesses pessoas capacitadas, num instante detectariam isso. Enquanto isso parece que o governo fez pacto com a OAB pq está contratando todos os advogados kkkkkkkkkk.

  • É o modo de agir do Minimo

    É o caso sim, amigo Ricardo Mota. Lembrem do PROCON/AL. No primeiro mandato o Governador Minimi só nomeou a Superintendente em 19 de fevereiro de 2015, ou seja, 50 (cinquenta) dias após a posse. E lembram que foi a nomeada ? Flávio Cavalcante, filho de Cícero Cavalcante, o popular Cícero das Cachoras.

  • Servidor revoltado

    E ainda há secretário tocando o terror, falando que vai cortar gratificação dos funcionários e cortar o serviços dos precarizados que hoje fazem a maior parte do serviço .quero ver o serviço público começar a andar sem funcionários ou com o quadro reduzido.

  • JEu

    O problema é o mesmo de sempre: para os “amigos” os favores da lei, para os “inimigos” os rigores da lei… e, ao que parece, os inimigos são os funcionários públicos (estou falando dos concursados)… por isso sempre defendi uma redução crítica nos cargos comissionados, com a valorização dos verdadeiros funcionários públicos, os concursados… agora, que seja implantado um sistema real e sem interferência politiqueira de ascensão por mérito… ou seja, quem mais produz (pode até não ser o mais inteligente ou capacitado) seja reconhecido pelos serviços prestados ao povo… agora, para isso o governo tem que ter “desprendimento” da carreira politiqueira… seja um trabalhador de verdade e que, caso fique sem cargo político, vá ser um profissional de carteira assinada ou faça um concurso público também… fora disso, é tudo conversa fiada… seja em que nível for da administração pública…