É claro que ainda teremos muitos exemplos, e de todos os lados, de fake news, a grande estrela da campanha eleitoral deste ano.

É o velho boato com nova roupagem e capacidade de contágio impressionante, bem próprio desses tempos de internet.

Ainda que não seja uma ofensa moral – e ela também virá, disso ninguém duvida -, já circula celeremente nas redações e grupos de  WhatsApp, a “composição” da chapa de Rodrigo Cunha, pré-candidato ao Senado Federal.

A fake news: Téo Vilela será candidato a suplente de senador na chapa do deputado estadual do PSDB.

E como toda “boa” mentira, o discurso vem junto: Vilela espera que o Cuja, se eleito senador, dispute a prefeitura de Maceió daqui a dois anos – com chances de vitória.

Conclusão?

Exatamente a que você chegou: com o nível de rejeição baixíssimo, menor do que qualquer outro candidato ao posto, Rodrigo Cunha terminaria por ser um instrumento para o retorno de Vilela ao Senado.

O blog consultou a assessoria de Cunha sobre o tema.

A resposta?

Está no título da matéria.

 

Alagoas vira teatro de "guerra de ministros" de Temer
Lupi deve vir a Maceió participar de nova reunião entre Lessa e Rui
  • Claudio Mcz

    O eleitor alagoano tem que se preparar porque os marginais da politica de Alagoas vão inventar de tudo para sujar a imagem do Rodrigo Cunha,
    jogo sujo tipico de politico picareta.

  • Sérgio Eduardo

    O pouco q entendo d política n acredito q o primeiro suplente do Rodrigo Cunha será o teo vilela mais acredito q será o deputado federal Pedro Vilela q é sobrinho do teo. O povo de alagoas tem é n eleger as velhas raposas da política alagoana

  • JEu

    O que esquecem é que o povo alagoano já está de olhos bem abertos e enxerga onde estão seus verdadeiros representantes… assim, digam o que quiserem, o povo vai votar no Rodrigo Cunha… e em outros candidatos fichas limpa como Eduardo Tavares e Heloísa Helena… quanto à notícia acima, todo mundo sabe que o Téo Vilela não serve mais nem para suplente de administrador de condomínio… então não vai adiantar falar mal do bem… pois a diferença é imensa entre um e outro…

  • Bruno Gama

    Pelo amor de Deus, esqueçam que Téo existe! Isso vai acabar atrapalhando a campanha de um cidadão decente.

  • Frida calo

    Certo dia eu estava em uma festa de “SãJão” na cidade da Usina do ex governador, e apareceu um cara que nunca tinha visto naquela pequena cidadezinha pegando na mão de todos e se apresentando como candidato a deputado federal… E eu cá com meus botões; eu? Votar nesse aí ? Nem Fxxxxxx! Filho de peixe, peixinho é!

  • Antonio Feijó Santos

    É uma vergonha. Eu não duvido que o Téo Vilela, raposa velha, queira tirar proveito da situação e force a barra para ser suplente de Rodrigo Cunha que, se aceitar estará perdido, disso eu, pessoalmente não tenho dúvida. Acho que é chegada a hora de fazermos pequenas mudanças no quadro político de Alagoas. Digo pequenas mudanças por absoluta falta de opção. As oligarquias estão ai. Calheiros, Beltrão, Vilela, Pereira. É preciso que olhemos a biografia desses candidatos com chance de vitória, justamente porque os lugares estão reservados para essas mencionadas família. Um currículo como o de Eduardo Tavares, sua biografia e sua história de vida haverão de ser observados pelos eleitores. E Rodrigo Cunha deve saber bem com quem se acompanhar.

  • Rogério Oliveira

    Rodrigo Cunha e Eduardo Tavares os únicos em quem vale a pena votar.

  • Rosa

    Aqui em Arapiraca vamos votar em Rodrigo e Biu.

  • Joilson Gouveia Bel&Cel RR

    ERRATA AO ANTERIOR
    Inverdades, boatos, fofocas ou “fake news” ou “verdades vermelhas”, não importam nem importarão, muito menos derrogarão ou modificarão à estratégia da tesoura escarlate constituída dos mesmos “partidos” – com novas caras “novas” sorridentes: PSDB&PT; as afiadíssimas lâminas, e o neo MDB, que era PMDB, e tornou a ser o que fora sempre: o parafuso central, essencial e fundamental sem o qual a tesoura jamais funcionaria, mormente nessas seguras urnas digitais eletrônicas, sem impressão do voto ou cédulas de papel, com uma apuração aberta, ostensiva, transparente, clara e pública.
    Por que teimam em cumprir e respeitar à Lei do voto impresso? Simples: para tudo permanecer como sempre fora, desde os idos da debacle redemocratização, consoante urdido no Foro de São Paulo/1990.
    Abr
    *JG