Acontece hoje a audiência marcada pelo presidente do TJ, Otávio Praxedes, que vai decidir o futuro dos pardais eletrônicos em Maceió.

Os equipamentos estão desligados desde dezembro do ano passado, por determinação da juíza Esther Manso.

De lá para cá, por óbvio, o número de acidentes com veículos nas vias em que os pardais estavam instalados subiu, segundo a SMTT.

A tentativa do presidente do TJ é encontrar uma solução legal para a fiscalização eletrônica, que estaria funcionando em alguns pontos sem um estudo de viabilidade, segundo o MPE.

Que vença a vida.

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A farinha dos dias
  • JEu

    Sinceramente não entendo o que significa “estudo de viabilidade” no caso… já que a finalidade é a redução da velocidade com aumento da proteção à vida… sou mesmo a favor de colocação de pardais em todas as vias da cidade, combinados com câmeras para avanço de sinal e desrespeito à faixa do pedestre e à faixa azul para coletivos… pois acredito que, quanto mais ordem, maior será o benefício para todos… principalmente para os mais fracos, os pedestres, no caso… (só para lembrar, ontem um professor do Ifal foi atropelado na AL-101 Sul, nas proximidades do Francês, onde a velocidade sinalizada é de 60 Km/h e o veículo, com certeza, vinha em velocidade muito superior, pois capotou mais de uma vez depois do acidente)…

    • Jose heleno da silva

      Eu concordo com o amigo, sou a favor dos pardais, mas o órgão competente teria que fazer campanha educativa e realizando mas blitz na cidade, conheço caso de pessoas que não tem CNH e anda todos os dias sem noção de transito.
      fiscalizar eletronicamente e um dever do órgão competente pela via, mas educar também faz parte da jurisdição do órgão. na minha opinião, só os pardais não e suficiente. eu tenho mas de 6 anos que não sou parado em blitz…afinal em nosso estado não existem mais blitz. e eu rodo aproximadamente 100 kl por dia.

  • Bel

    PARDAIS ESCONDIDOS DENTRO DE COQUEIROS, COMO NA PONTA VERDE, É DEMAIS VIU!!!

  • rerysson

    espero que essa fabrica de dinheiro da smtt continue desligados

  • Paulo Leite

    Concordo plenamente, quem não quiser pagar multa, não faça infrações.

  • JURANDIR SANTOS

    A questão é sobre pretensão de diminuir os acidentes os números nunca são apresentados.
    Outra questão é não se tem conhecimento ONDE será aplicado o montante arrecadado, ao que parece estão mais preocupados em arrecadar do que fiscalizar.

  • Edinho Albuquerque

    Se realmente for necessário que comprovem.
    Infelizmente da maneira como a coisa é tratada não faz sentido algum, vai continuar acontecendo acidentes.
    Se a intenção é educar, que coloquem placas horizontais e verticais. Pouca sinalização ou esconder pardais só pra multar nunca vai atingir o objetivo ao qual dizem que é a razão do assunto discutido.

  • Alagoano

    Não entendo o motivo das pessoas falarem em “indústria da multa”. Existe uma placa avisando que a velocidade máxima permitida na via é 60km/h (por exemplo), se o condutor não ultrapassar essa velocidade, naturalmente não cometerá infração e não receberá multa. O que acontece é que as pessoas querem infringir as normas de trânsito e não serem responsabilizadas por isso, e muitos ainda questionam a impunidade existente em nosso país.

  • Itamar de Oliveira Simões

    Eu não sou contra os Pardais, e sim a quantidade desordenada, dos mesmos, é necessário sim um estudo de viabilidade,ao numero que está instalado, dá a nitida impressão de arrecadatório e não punitivo.Por certo os acidentes não estão ligados diretamente a velocidade, tem outros fatores que se deve levar em conta , como, embriaguez, incapacidade dos motoristas para conduzir o veiculos, malha viária que é pessima e mais outros, antes de se imputar diretamente a velocidade.Dito isso conclue-se que existe excesso de Pardais implantados.

  • Daniel

    Subiu? Piada igual ao pardal da ladeira da AV. Rotary!

  • everaldo bezerra

    Concordo com redutores de velocidade, por que não colocar lombadas, há já sei não rende dinheiro para caixa dois desses larápios. até onde tinha lombadas que funcionavam a contento eles arrancaram, como por exemplo na praia do Sobral. fica então provado que o importante não é a redução de velocidade e manter viva a famigerada indústria de multas.

  • Joilson Gouveia Bel&Cel RR

    ERRATA AO ANTERIOR
    Foi-se o tempo do “império da vontade do príncipe”, que sucumbiu ao império da lei ou da LEGALIDADE, que específica, estabelece e determina os indispensáveis pressupostos ou pré-requisitos para a fixação dos referidos preciosos “precisos pardais” em nada precisos.
    Simples: respeitem, sigam, obedeçam e os cumpram, para pulverizar tais “pardais precisos” nos locais onde for preciso e dentro desses tais pressupostos e regras estabelecidos com suas imprescindíveis sinalizações e estaremos acordes, cientes, ciosos e conversados.
    Senão vejamos!
    Cumprir às leis? É disso que estamos tratando, claro!
    Aliás, “II – ninguém será obrigado a fazer ou deixar de fazer alguma coisa senão em virtude de lei; – Art. 5º, da CF/88.
    Há mais de um CTB? Creio que não, a saber:
    Art. 43. Ao regular a velocidade, o condutor deverá observar constantemente as condições físicas da via, do veículo e da carga, as condições meteorológicas e a intensidade do trânsito, obedecendo aos limites máximos de velocidade estabelecidos para a via, além de:
    I – não obstruir a marcha normal dos demais veículos em circulação sem causa justificada, transitando a uma velocidade anormalmente reduzida;
    II – sempre que quiser diminuir a velocidade de seu veículo deverá antes certificar-se de que pode fazê-lo sem risco nem inconvenientes para os outros condutores, a não ser que haja perigo iminente;
    III – indicar, de forma clara, com a antecedência necessária e a sinalização devida, a manobra de redução de velocidade.
    Art. 61. A velocidade máxima permitida para a via será indicada por meio de sinalização, obedecidas suas características técnicas e as condições de trânsito.
    §1º Onde não existir sinalização regulamentadora, a velocidade máxima será de:
    I – nas vias urbanas:
    a) oitenta quilômetros por hora, nas vias de trânsito rápido:
    b) sessenta quilômetros por hora, nas vias arteriais;
    c) quarenta quilômetros por hora, nas vias coletoras;
    d) trinta quilômetros por hora, nas vias locais;
    II – nas vias rurais:
    a) nas rodovias:
    1) cento e dez quilômetros por hora para automóveis e camionetas;
    2) noventa quilômetros por hora, para ônibus e microônibus;
    3) oitenta quilômetros por hora, para os demais veículos;
    b) nas estradas, sessenta quilômetros por hora.
    §2º O órgão ou entidade de trânsito ou rodoviário com circunscrição sobre a via poderá regulamentar, por meio de sinalização, velocidades superiores ou inferiores àquelas estabelecidas no parágrafo anterior.
    Art. 62. A velocidade mínima não poderá ser inferior à metade da velocidade máxima estabelecida, respeitadas as condições operacionais de trânsito e da via.
    Espero não ser preciso desenhar nem explicar o desenho! 😉
    Abr
    *JG
    P.S.: Convém não olvidar ao teor do Art. 320, do CTB! 😉

  • Fabio

    Que se tenha pardais ,agora com uma quantidade inferior a que ta,pq tem local que nao tem necessidade,a maioria deles ,isso see chama faturamento nao tem outra coisa.

  • selva

    Esse pardais não dimunui acidentes!!! vcs lembra quanto doutor Pinto de luna substutiu pardais por lombadas?? mas agora é diferente mande toinhinho moura, vender aquela academia beira na praia da jatiuca, pra investir na campanha politica.

  • Melquisedeque

    Mota

    Já comentei e vou comentar de novo.

    Não quer tomar multa, ande dentro da velocidade permitida.

    O resto é balela de quem não respeita as leis.

    Quando saem de Maceió para outra capital da região,andam pianinho e não reclamam.

    Pardal e multa. Dói no bolso e educa.

    Lombada é coisa ultrapassada e super perigosa.

  • Joilson Gouveia Bel&Cel RR

    Errata: “acima”* 😀
    Abr
    *JG

  • Joilson Gouveia Bel&Cel RR

    O que ficou “decidido” pelo TJ/AL?
    Abr
    *JG