O juiz Alberto Jorge Correia de Barros Lima, da 17ª Vara da Fazenda Estadual, julgou o mérito do Mandado de Segurança impetrado por um grupo de vestibulandos da Uncisal.

Objetivamente: ele liberou as matrículas dos alunos que constam da segunda lista de aprovados no curso de Medicina da instituição pública.

Ao blog, o magistrado afirmou que o pedido apresentado pelos autores do MS foi atendido de “forma razoável pela Uncisal”.

Ou seja: a apresentação de informações claras sobre o procedimento do Instituto AOCP, responsável pelo certame e que cometeu um erro grave, que gerou toda a confusão.

A medida passa a valer imediatamente.

O juiz Alberto Jorge Correia de Barros Lima explicou, no entanto, que ainda vai julgar a Ação Civil Pública impetrada pela Defensoria estadual, que pede a contratação de outra empresa para refazer a correção das provas – uma auditoria.

O pagamento seria feito com os recursos que seriam devidos à AOCP.

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  • TEO ALVES

    Como se diz: a justiça é cega, mas, tambem é lenta. ja deveriam ter contratado outra empresa para correção dos gabaritos e redação. Assim, ficaria mais evidente todo o certame. Essa empresa trouxe um desastre muito grande na vida de todos os vestibulandos. Que essa justiça faça o que tem q ser feito.

  • HELIO BALBINO

    e os outros cursos ? , porque não explicam como ficou a situação dos outros será que só foram os de medicina que fizeram ?.

    • Teo alves

      Pelo q li em outras reportagens, todos os cursos seriam revisados .

  • JEu

    Mais um “mistério” que vai ser difícil de solucionar… só se aparecer o Sherlock Holmes… acho que, em virtude de todo o “embroglio” jurídico, todos os aprovados, tanto na primeira quanto na segunda lista, deveriam ter o direito de ser matriculado garantido… se não houver vagas, que sejam matriculados nas turmas dos próximos anos, até esgotar a lista…

  • Raiol

    O que ocorreu na Uncisal foi lamentável. O pior é que a instituição, em nenhum momento, assumiu o seu erro. Afinal, quem contratou a empresa para a realização das provas? Um fato dessa gravidade numa universidade privada ensejaria, no mínimo, a demissão dos responsáveis.

  • Thiago lopes

    Excelente decisão para abafar o caso e mostrar que nada vai frente.

  • Teobaldo

    Acredito que a justiça está sendo feita, afinal aqueles que estudaram e passaram de forma honesta não podem ser prejudicados por erros de cunho tecnológico sem qualquer responsabilidade daqueles que participaram do certame e, como não há qualquer evidência que indique qualquer mecanismo que causasse dúvida a lisura do certame, que se dê prosseguimento ao processo. Todavia, a justiça estará completamente feita quando aqueles, que sofreram com os erros exclusivos da empresa responsável pela aplicação da prova, forem devidamente ressarcidos pelo constrangimento que tiveram que passar.

  • Uncisal fazendo vergonha

    Pura incompetência da cúpula da UNCISAL. Demissão já! Não tem competência, pede pra c….. E saí!

  • Uncisal fazendo vergonha

    Aí falam de autonomia! Mas num caso desses fica sujo é o nome do estado! Grandes salários e não sabem nem tomar conta de um simples vestibular; tá com cheiro de marmelada!