Sinto-me muito à vontade para tratar da decisão liminar (!) que suspendeu os pardais eletrônicos em Maceió, e me exponho, mais uma vez, à pancadaria do leitorado deste espaço.

Adianto que na minha casa chegaram duas multas por excesso de velocidade – pelo olho do bicho -, que deveriam ser pagas, até para servir de aprendizado.

E olha que está longe de ser velocidade de piloto, como eu já vi ontem, na entrada da Avenida Rotary, onde o limite admitido era de 40 km/h – não é mais.

Lembro também que sempre defendi a necessidade de estabelecer mecanismos de controle no trânsito de todas as cidades brasileiras – inclusive a Lei Seca -, considerando o comportamento médio dos nossos motoristas, cada vez mais agressivos e desrespeitosos com os pedestres e ciclistas. E até entre eles, quando querem desmoralizar uma das principais Leis de Newton, aquela que nos ensina – e prova – que “dois corpos não podem ocupar o mesmo lugar no espaço ao mesmo tempo.

Claro que, no caso acima citado entramos no território da Ciência – a Física -, enquanto o Direito, que motiva este pequeno texto, é meramente interpretativo, opinativo e muito mais afeito ao erro socialmente aceito.

Fico a indagar se não haveria medidas legais que pudessem corrigir os erros observados pelo Ministério Público, cujos indícios foram atestados liminarmente pelo Judiciário.

E ambos existem para promover a Justiça, que mora alguns andares acima, no topo do gigantesco arranha-céu civilizatório, que apenas começamos a escalar.

A suspensão pura e simples dos pardais pode, sim, ser uma medida que goza de grande popularidade e – até quem sabe? – pode estar amparada no “melhor Direito”.

Mas imagino que esta área do conhecimento humano, o Direito, não deva estar dissociada do mundo real, este onde os homens convivem e se enfrentam em batalhas cotidianas, tantas vezes sangrentas.

Se não havia base legal para a implantação dos equipamentos, há de ser o caso de processar, julgar e até condenar os que cometeram crimes contra o povo, o que o Judiciário tem feito, seguidamente (com os sem-foro, é claro).

Mas a proibição liminar dos pardais eletrônicos, às vésperas das festas natalinas, em um país que mata mais de 40 mil pessoas no trânsito a cada ano; que já é responsável por mais de 10% dos homicídios do planeta; que ostenta a condição de campeão do mundo em assassinatos, não é – esta proibição – irrelevante, inócua, do ponto de vista humanitário e da preservação da vida. As consequências, e tomara que não aconteçam, podem surgir no HGE ou até no IML.

Se eu estiver equivocado, e sem poder apelar para o ‘argumento da autoridade’, hei de me curvar à sentença tão própria desses tempos toscos e furibundos: pardal bom é pardal morto!

 

 

 

Conselho Superior da PGE decide hoje o caso Raimundo Tavares
Os coronéis da política alagoana e os "bandidos sociais" de Hobsbawm
  • Há Lagoas

    Ah, os holofotes…
    A proximidade do ano eleitoral mexe com todo mundo – inclusive o judiciário – e ser noticia é a prioridade do momento. Surfar nos comentários da redes sociais sendo curtido faz com que promotores e juízes se revelem tão mortais quanto a turma que não vive sem as luzes dos holofotes.
    A vida é um palco, temos nossos atores e somos apenas a plateia que vive a tragédia do cotidiano.
    Ah, os holofotes, até o judiciário se rende a ele…

    • Da CAETéLâNDIA até Miami, é Florida REINVENTAR o Brasil 2017!

      Há Lagoas! … de fato, concordo com Vc e com Ricardo MOTA … “A suspensão pura e simples dos pardais […] goza de grande popularidade e […] pode estar amparada no “melhor DIREITO” [acima]
      Uma POPULARIDADE onanista (prazer estimulando os próprios órgãos): atitude imatura e estéril, SEM consequências – joga fora a CRIANÇA civilizatória com a água suja que H Helena diz ki NUM bebe – será?
      AFINAL afinal eram poucos, uns 10% dos aparelhos com DEFEITO metrológico e licitação ENROLADA. Talvez o prefeito tenha acertado o MAU feito pra esculhambar meRmo – vai SABER!

      • Fábio

        Foram instalados de forma irregular! Vamos de acordo com a lei

  • de olho

    Isso é uma maneira de ROUBAR o cidadão Brasileiro, pura malandragem, roubalheira industria da multa.o q Eu vejo em Maceio é

    • Leandro

      Vc respeita o limite de velocidade?

    • As vidas salvas por pardais

      Estarei orando para que ninguém seja vítima do trânsito, fico imaginando se atingir a quem proibiu ou comemorou a proibição, hoje pela manhã já presenciei alguns carros acima de 80 em plena avenida da Ponta Verde, bem farei minha parte, continuarei andando abaixo do permitido, pode buzinar, mas respeito ao próximo, bom Natal a todos!

  • JEu

    Infelizmente, Ricardo, essa é a nossa realidade… somos muito bons em apontar os erros dos outros (no momento com mais ênfase nos politiqueiros que assaltam os cofres públicos usando apenas uma caneta…) mas quando se trata de olhar os próprios erros, então caímos fragorosamente na lição pronunciada há mais de 2000 anos atrás: “vedes um argueiro que está no olho do outro e não enxergas a trave que está no seu próprio olho”… queremos (em imensa maioria) um país melhor, mais justo, mais honesto e, portanto, mais seguro para se viver e, no entanto, cometemos graves crimes cotidianamente, como matar no trânsito, usando um veículo, como mencionado no texto… e, depois, ainda queremos dizer que o erro foi de quem morreu, pois simplesmente “estava no meu caminho quando eu estava usando toda a potência do motor”… o interessante é que, se se procurasse cumprir o que está escrito no código nacional de trânsito, então não seria preciso nem placas de indicação de velocidade, pois o código diz claramente: nas rodovias e estradas, a velocidade máxima permitida é de 110 km/h; nas vias expressas 60 km/h e nas vias urbanas locais 40 km/h… e essas velocidades podem ser modificadas por instrumento do conselho nacional de trânsito ou por órgãos de trânsito locais, porém sempre tendo como consideração maior a segurança de todos e a proteção da vida e da integridade física de todos, condutores, ciclistas e pedestres… assim, podemos ver rodovias e estradas com velocidade de 120 km/h, como podemos ver locais específicos em vias urbanas com velocidade de 30 km/h… no entanto, o que vemos amiudadamente é o cidadão (inclusive aquele que deveria dar o exemplo maior) querer impor sua vontade, sua rebeldia e seu total desprezo pela lei, pelas normas e regulamentos, pelos mais comezinhos e salutares hábitos e costumes sociais e, principalmente, sua ignorância e desrespeito pela vida, mormente pela vida dos outros… agora, se qualquer um outro condutor atingir um de seus familiares, parentes ou até mesmo amigos, então essas mesmas pessoas logo querem que o infrator das normas de trânsito (e de outras leis) sejam imediatamente presos, julgados e condenados… e se for lhe for possível, até mesmo movimentar-se-á dentro do “instituto da vingança”, como sói acontecer por essas bandas caetés… é tudo uma lástima e uma tristeza… até quando?!!!!

  • RUBINHO/MASSA/MACEIÓ!

    RICARDO MOTA ACERTOU NA MOSCA, PODE VERIFICAR QUE O NÚMERO DE VÍTIMAS SERÁ MAIOR NO PERÍODO QUE PROIBIRAM O FUNCIONAMENTO DO RADAR ELETRÔNICO E HAJA FÓRMULA 1 NAS RUAS DE MACEIÓ! PIOR SE UMA DAS VÍTIMAS TENHA PARENTESCO DE 1° GRAU DO IDEALIZADOR DA MEDIDA INÓCUA!!! SE NINGUÉM RESPEITA AS PLACAS DE VELOCIDADE PERMITIDA E MUITO MENOS O BICHINHO CHAMADO ‘RADAR ELETRÔNICO’, AGORA É O MUITO MAIS SIMPLES RESPEITAR AS LEIS!!!

    • Jr

      Falou o partidário do prefeito Ruim Palmeira… Aquele só aumento 0 (zero), aos servidores…

  • junior

    O Problema é que os Pardais foram colocado com segunda intenções, com o unico objetivo de multar e não de prevenir, é só você olhar os locais onde foram colocados, em pontos escondidos, onde se colocasse 20 ou 30 metros de onde estão, aí sim voê estaria prevenido

    • Ricardo

      Concordo plenamente. Nos lugares que possuíam quebra molas, foram arrancados em trocados por pardais. Os quebra molas não estavam resolvendo?

      • Jr

        Quebra-mola não dá licitação, manutenção, contratos…

    • Leandro

      Concordo que não deveria ter sido colocado aonde ja existia os famosos “quebra molas”, mais onde não tinha nada, foi bem colocado mesmo. É so andar no limite que nada vai acontecer.

  • Thiago

    A liberação da farra é oficial, ela é politicagem pura!
    Ande certo que não dará errado!
    Não levei nenhuma multa, minha esposa levou 3!
    Ela que pague, errou, assumiu, se desculpou e hoje não corre mais que o permitido!!!

    Todos sabemos que essa decisão é politiqueira, todos sabemos de quem são às ordens!

    Que pelos menos os deixem ligados, piscando e fotografando… (sem multar)
    Que Não se aplique as multas por enquanto, mas registrem a velocidade que os irresponsáveis do trânsito se aventuram nessa brecha quer deram…
    É tempo de festas, tempo de bebidas… tempo de mortes à vista!!

  • carlos

    Concordo com o comentário e os pardaiss são sim necessários mesmo sabendo que o objetivo principal é salvar vida e não foi com este só objetivo dos desumano e sim arrecadar e muito grana e os escândalos lá na frente sempre aparece quem ganha a “concorrência” a empresa esta na lista das doações de campanha.Quero os pardais de volta demaneira legal.

  • Neldon

    O que esperar de um País que elege pessoas como Lula, Dilma, Presidente da República. Que esperar de um País que tem um Ministro da mais alta corte de Justiça, como Gilmar Mendes ? Se vc espera alguma coisa positiva desse País, sinto muita pena de você. O Brasil é um conjunto de erros tão grande, que esse País jamais deveria existir.

    • HMP

      Gilmar Mendes foi indicado para o STF por Lula ou Dilma? Por que omitir o autor desse “grande” feito? Será indignação seletiva?

  • Jane

    A solução seria em um mecanismo legal no qual os pardais continuariam multando, porém sem colocar pontos na carteira. Mais lógico

  • Ismar de Souza

    Quando existe educação e civilidade, não existe proibição. Como em nossa constituição ninguém liga para o item “Todos são iguais perante a Lei”, no trânsito ninguém liga para este item essencial “A preferência é do pedestre”.

  • Marcelo Silva

    Concordo plenamente com você Ricardo Mota, tenho viajado a trabalho em várias cidades do Nordeste e verifico que Maceió é senão, a que tem menos fiscalização eletrônica, e tenho conversado com colegas que moram nestas cidades e a fiscalização eletrônica já faz parte do cotidiano deles, já estão acostumados. O problema de Alagoas é que aqui ainda impera a filosofia da “casa grande”, onde na cabeça de muitas pessoas mais aquinhoadas o simples fato de ser fiscalizada para cumprir a lei é vista como uma afronta a sua condição de diferente dos demais mortais.

  • NADO

    ABUSURDO ESSES PARDAIS!!! TODOS ENCONDIDOS. ATÉ DENTRO DE COQUEIROS, COMO NA PONTA VERDE.

  • amorim

    Sem entrar no mérito político, apenas tratando de um transito mais seguro, também circulo por essas regiões habitadas por tais pássaros de ferro, vidro e lata, é comum alguém ficar insistindo para a gente sair da frente quando estamos trafegando na velocidade máxima permitida na via. Amigos, isso é de uma falta de educação sem tamanho. Nós criticamos tais equipamentos porque quem sofre é o bolso e essa é a parte do corpo mais sensível, entretanto esquecemos da solidariedade no transito, e que em nossa frente tem um ser humano que também precisa chegar em casa como nós. Nossa questão é educacional, criticamos os outro pelo mal comportamento, escrachamos a falta de dignidade política e procedemos igualmente. Não contra nem à favor de tais pardais, sou à favor da vida e do bom senso de quem está dentro do seu possante achando que precisa ser o primeiro da fila. Calma, eu também quero chegar se os donos da estrada permitirem, lógico.

    • Alessandro

      O artigo 30 do Código de Trânsito Brasileiro (CTB) diz que todo condutor, ao perceber que outro motorista que o segue tem o propósito de ultrapassá-lo, deverá, se estiver circulando pela faixa da esquerda, deslocar-se para a faixa da direita, sem acelerar a marcha.

  • Napoleão Macena

    Caro Ricardo, lamentavelmente são os estudiosos do direito, que vão de encontro aos mais fracos nós os pedestres; aqueles que são favoráveis a desativação dos pardais certamente não respeitam as leis de trânsito, e rogo a Deus que nenhum familiar dessa bendita juíza não sofra com acidente de trânsito; estamos sempre na na contramão do bom senso, por medidas judiciais.

  • Lion

    Quem tem medo de pardal? O motorista irresponsável, o que não gosta de obedecer as regras, o político oportunista juntamente com pedaços do judiciário político, etc. É fácil identificar quem defende o Certo( manter pardais funcionando) e o Errado( Sem pardais, sem segurança, sem respeito às leis). Quanto à localização e distribuição dos pardais pela cidade, seria interessante se inteirar dos projetos, junto à SMTT. Porque reclamar de algo que somos leigos ou alheios soa inócuo, ignorante, etc.

  • Daniel

    Não existe indústria de multa o que existe é motoristas mal adestrados com multas de baixo valor e mais pardais. Dirijo 30.000 km/mês e não lembro a ultima multa que levei.

  • Marcelo

    Porque não só tirar os pontos da carteira quando chegar os 21 pontos recolher a mesma, e esquecer do dinheiro deveria ser o certo! ai sim ai os órgãos fiscalizadores estaria fazendo prevenção, porque no Brasil tudo envolver dinheiro Achar pouco os imposto que nos pagamos, para eles desfrutar do nosso dinheiro.

    Obs. vc tiraria o motorista de circulação seria um pena justa.

  • Wilson Mello

    Os quebras molas foram retirados porque não rende dinheiro, nesse país de políticos corruptos nós brasileiros honestos e trabalhadores e que pagamos o pato para que eles roubem cada vez mais, não pensem que eles fazem as coisas pensando em nossa segurança, e também a questão dos faróis acesos serve apenas para diminuir para 2% a margem de falha dos radas, quando dirigimos com os faróis apagados a margem de erro sobe para até 40% de possibilidade do radar não identificar o veículo. Só existe uma chance para nós brasileiros e dar a resposta nas próximas eleições se não fizermos isso iremos ser transformados em escravos desses políticos.

    Resposta

    Meu caro Wilson:

    Que tal colocar 20 quebra-molas na Fernandes Lima?
    Belíssima solução de trânsito!

    • Joao

      Wilson, lembre-se que a lei dos farois não vale pra dentro da capital onde os radares (citados) existem.

  • Herisson

    Todos falam aqui como se fossem os melhores motoristas do mundo.Vamos ser verdadeiros gente.somos assaltados por esses radares e sem falar que não vemos a velocidade que passamos,e sabemos que sistema pode falhar,como já foi mostrado em vídeo,carros passando a uma velocidade menor e o radar identificando uma velocidade maior.Sempre preservei a ideia que os pedestres tem vez,mas quem nunca presenciou… muitos deles cruzando a (Fernandes lima) fora da faixa de pedestre? o que está faltando é educação de ambos…radares sim…não esses radares.só pra lembrar, a morte só quer uma desculpa! a educação é o melhor caminho.

    • PERDO

      A EDUCAÇÃO É SIM O MELHOR CAMINHO, MAIS O QUE FALAR DA LEI SECA, EXISTE EDUCAÇÃO? E O RESULTADO, QUAL É?

  • CHEGA DE ENRROLAÇÃO !

    Na minha opinião, o trânsito de Maceió já é travado sem precisar de redutor de velocidade, então, se querem melhorar a segurança, que coloquem um limite de velocidade mais razoável para os horários após às 20h como 80 ou 90 KM, pois se você conseguisse passar de 60 KM/H de velocidade antes das 20h ao invés de multa deveria ganhar um prêmio.

    Sobre segurança de pedestre, que sejam feitas as passarelas suficientes e necessárias, pois a falta disso faz com que a pessoa sofra 1 hora em média para atravessar a minuscula cidade de Satuba no horários de picos, principalmentes às sextas-feira.

    Aproveito ainda para perguntar cadê o dinheiro da AL 406, para fazer aqueles poucos 6,1 KM que ligaria a BR 316 em frente ao trevo do polo industrial de Marechal a ao novo CEASA, via Usina Utinga Leão, fazendo com que o motorista enomizasse tempo, dinheiro e paciência. É imprecionante que a gigantesca placa obrigatória para toda obra publica não mais no lugar, e aí agora ninguém sabe, ninguém viu ! Ao que me consta o dinheiro foi emprestimo do banco mundial que chegou no final do mandato do governo anterior, e fato é que após uma tímida terraplanagem, há quase 3 anos nada mais se fez.

  • carlos

    ALoooooooooooooooô,servidor público que tem processo pra ser analisado na PGE,tenha paciência se já não anda bem das pernas em outras epocas imagine final de ano e ainda se tratadano no mês dezembro pode tira o cavalinho da chuva…Depois janeiro,fevereiro e muita festa,deixe para as chuvas de Março.Se tiver muita sorte.Está só tirando uma soneca nos braços do PAI/PGE.

  • Carlos Eduado

    caro Ricardo Mota, o discurso é lindo porem é clara a intenção de tantos pardais em uma cidade que tem poucas vias e bastante trânsito, arrecadação de dinheiro, sim exploração de uma população que já sofre tanto com os mandos e desmandos de um pequeno grupo que se perpetuou no poder. Não a industria das multas!

  • NADO

    PARDAIS DESGRAÇADOS!!!

  • Ricardo funcionário publico

    Concordo sim com a colocação dos pardais, o que não concordo é com o abuso de colocação, pois tem local que não tem necessidade de pardal, e mais o municipio de maceió precisa presta conta dos valores arrecadado com essas multas,se alguém souber dessa prestação de conta poste aqui. povo está cansado de pagar a conta.

  • betania

    Sempre fui a favor da fiscalização eletrônica, a falta de bom senso das pessoas contribui para que os órgãos competentes tomem medidas mais duras, mexendo no bolso, o cidadão vai ter mais cuidado, e tendo mais cuidado, diminui o número de acidentes, recebi cinco multas por excesso de velocidade do meu filho com moto numa mesma via, teve multa que foi aplicada no mesmo dia, só que em horários diferentes, fiz ele pagar três delas, ainda restam duas e vamos pagar, a partir daí, ele tem tomado mais cuidado. Sou totalmente a favor e gostaria que essa liminar de proibir os pardais fosse derrubada.

    • Barbosa

      5 multas por excesso de velocidade… Então deve entregar a carteira do seu filho no Detran e cumprir a suspensão.

  • silvio

    O nosso Governo é esperto e rápido quando se trata de utilizar meios no sentido de aumentar a arrecadação principalmente quando se aproxima época de eleição. Desculpe-me os leitores que responderam concordando com a indagação do Jornalista Ricardo Mota, porém tirar lombada de locais que nunca ocorreu um acidente e colocar pardais isso não é prevenção de acidente isso é extorsão como também determinar em algumas vias a velocidade máxima de 40 km/h quando a poucos metros existem semáforos e como a maioria dos condutores para pegar sinal aberto aumenta um pouco a velocidade e esse pouco ultrapassa 40 km/h isso se chama expertise politica para arrecadação. Já procuraram saber quanto pardais de quilometragem instalados foram aferidos?
    Concordaria com tudo isso se:
    -Quando o contribuinte tivesse seus direitos garantidos quando acionasse os Departamentos de Transito contra multas abusivas e irregulares mesmo apresentando as provas da sua inocência.
    -Os assaltantes que usam os sinais para assaltar fossem presos no momento do assalto;
    -Que todos os motoristas imprudentes sem exceção que atropelassem ocasionando morte ou não, fosse todos devidamente punidos;
    -Que todos os contribuintes fossem indenizados devidamente pelo governo quando roubados, atropelados e vilipendiados.

    • RAUL

      SILVIO, MAIS O SINAL AMARELO NÃO PRO MOTORISTA TER ATENÇÃO? O MOTORISTA NÃO É OBRIGADO A PASSAR QUANDO O SINAL ESTIVER AMARELO.

  • Melquisedeque

    Anda no limite da velocidade que não acontece nada.

    É simples, independente de o pardal ser ou não pra arrecadar grana.

    O limite é lei e ponto final. O pardal só existe porque existem mais motoristas, mais cidadãos e não cumpridores de leis.

    Ces’t fini.

  • DCS2017

    Prezado Ricardo Mota, quero abrir um parêntese e digitar trechos de um artigo publicado na Revista Veja em dezembro de 2008 cujo autor se chama Reinaldo Azevedo e que tem como título Que Deus é este?

    Que Deus é Este?

    Boa parte das nações e dos homens celebra, nessa semana, o nascimento do Cristo, e uma vez mais nos perguntamos, e o faremos eternidade afora: qual é o lugar de Deus num mundo de iniquidades? Até quando há de permitir tamanha luta entre Bem e o Mal? Até Ele fechou os olhos diante das vítimas do nazismo em Auschwitz, dos soviéticos que pereceram no Gulag, da fome dezimando milhões depois da revolução chinesa? E hoje, “Senhor Deus dos Desgraçados” (como O chamou o poeta Castro Alves)? Darfur, a África Subsaariana, o Oriente Médio…
    Então não vê o triunfo do horror, da morte e da fúria? Por que um Deus inerte se é mesmo Deus, diante das “espectrais procissões de braços estendidos”, como escreveu Carlos Drummond de Andrade? Que Deus é este, olímpico também diante dos indivíduos? Olhemos a tristeza dos becos escuros e sujos do mundo, onde um homem acaba de fechar os olhos pela última vez, levando estampada na retina a imagem de seu sonho – pequenino e, ainda assim, frustrado…
    Até quando heveremos de honrá-Lo com nossa dor, com nossas chagas, com nosso sofrimento? Até quando pessoas miseráveis, anônimas, rejeitadas até pela própria morte, murcharão aos poucos na sua insignificância, fazendo o inventário de suas pequenas solidões, colecionando tudo o que não têm – e o que é pior: – nem se revoltam? Se Ele realmente nos criou, por que nos faz essa coisa tão lastimável como espécie e como espécimes? Se ao menos tirasse de nosso coração os anseios, os desejos, para que aprendêssemos a ser pedra, a ser árvore, a ser bicho entre bichos… Mas nem isso. Somos uns macacos pelados, plenos de fúrias e delicadezas (e estas nos doem mais do que aquelas), a vagar com a cruz nos ombros e a memória em carne viva. Se a nossa alma é mesmo imortal, por que lamentamos tanto a morte, como observou o latino Lucrécio (séc. I a. C.)? Se há um Deus, por que Ele não nos dá tudo aquilo que um mundo sem Deus nos Sonega?…

    Apesar dos pesares, tenhamos um Feliz Natal!

    • Dona de casa sem orgulho

      Ô menino, vai orar, vai! Quem sabe assim cê num encontra, não esse Deus beligerante e que resolve tooodddooossss os problemas criados pelo próprio homem, mas o Deus vivo de Israel, que permite ao homem ter o livre arbítrio e, por suas escolhas -boas ou más(!) -, administrar o que lhe chega as mãos. Tá parecendo mais um dos revoltadinhos que, outrora, andava com Deus e, por motivos alheios, o abandonou. Hum!

    • Joilson Gouveia Bel&Cel RR

      POR QUE TANTO PREOCUPAM-SE COM “O QUE NÃO EXISTE”? DEUS É ETERNO!
      Joilson Gouveia*
      Por que é que, como só acontecido, reiterada e renitentemente, os escarlates esquerdistas de esquerda e à Esquerda, porcos-chauvinistas, imparciais, humanistas, coletivistas, igualitários, ateístas, materialistas, socialistas/comunistas/trotskistas/leninistas/stalinistas/gramscistas/Fabianistas de cujos deuses são eLLes próprios ou os mesmos [“o ateu diz que o milagre sou eu”; que têm em Karl Marx “seu deus maior”, ou num Lênin ou Stalin que jamais mataram ninguém, né? ], se preocupam tanto com Deus e com a religiosidade de espiritualistas, cristãos e evangélicos, mas nada dizem sobre outras religiões e crenças? – E o pior: pede um parêntese, fora do tema exposto, para tentar enxovalhar, espezinhar, desdenhar e menoscabar com DEUS? Deus nunca existiu nem existe, o Eterno É-O. ELE É, simplesmente!
      Simples:
      “Um sábio geralmente tem idéias próprias sobre Deus!! Sócrates as tinha.
      A introspecção é o característico da filosofia de Sócrates. E exprime-se no famoso lema conhece-te a ti mesmo – isto é, torna-te consciente de tua ignorância – como sendo o ápice da sabedoria, que é o desejo da ciência mediante a virtude.
      E alcançava em Sócrates intensidade e profundidade tais, que se concretizava, se personificava na voz interior divina do gênio ou demônio.
      “Conhece-te a ti mesmo” – o lema em que Sócrates cifra toda a sua vida de sábio. O perfeito conhecimento do homem é o objetivo de todas as suas especulações e a moral, o centro para o qual convergem todas as partes da filosofia.
      Para Sócrates, Deus é uma inteligência onipresente, onisciente, onipotente, absolutamente invisível ao homem. Deriva a prova da existência de Deus da finalidade do mundo. A ordem cósmica (o providencial de acontecer) é obra de um Espírito inteligente e não do acaso.
      Para Sócrates, a alma participa da natureza divina e é dada por Deus ao homem; a vida não depende do corpo, depende da alma; através da união da alma ao corpo, a alma se macula, e só reconquista sua pureza pela libertação do corpo.
      Para os sábios Deus é a força da natureza do ser!
      BONS ESTUDOS!” In https://brainly.com.br/tarefa/1724801
      Insto edição desta sinopse, ao menos, por favor, sim?
      “Nada obstante, pois, nesse sentido, urge lembrar que ignorar, desdenhar, não aceitar, não conhecer e até mesmo desconhecer, tampouco tentar negar ou negar ou até mesmo opinar (doxa) sobre (“a existência ou inexistência” de) Deus em nada O afetará: nem O diminuirá nem O aumentará; inclusive já dissemos, repetimos, reiteramos e replicamos sobre as “verdades vermelhas dos escarlates” e suas idiossincrasias (…)” in http://gouveiacel.blogspot.com.br/2017/08/a-sempiternidade-excelsa-e-divina-do.html
      Abr
      *JG

  • De olho no trânsito

    Colocar pardais para os 200 e poucos agentes de trânsito ficarem passeando de viatura no ar condicionado ou como a maioria que está trabalhando administrativa, onde na verdade era para estar trabalhando na rua fiscalizando o trânsito. Hoje é muito difícil você vê uma viatura de trânsito da smtt na rua, e muito menos na extensão da Av Durval Góes Monteiro até a final da Av Fernandes Lima. É colocar esses agentes de trânsito que realizaram concurso para trabalhar na fiscalização de trânsito na rua. E acabar com esses pardais que não resolvem nada, só serve de caixa dois para o Prefeito.

    • CARLOS

      PUTZ! OS PARDAIS NÃO RESOLVEM NADA? FALA SÉRIO!

  • André

    Por que Maceió não pode ter os pardais se em todo Brasil os tais existem?. O Brasil é um dos que mais matam no mundo em acidentes de trânsito. Os pardais só são ofensivos para quem não tem responsabilidade.Se ocorrerem acidentes com vítimas a partir da decisão judicial que recorram e culpe a justiça.

  • thiago

    Não podemos negar, os pardais sendo utilizados para segurança no transito, são de extrema necessidade, não é o caso aqui em Maceió, cito um dos locais aonde a muito tempo não existia acidentes e inclusive tinha uma lombada de cimento a qual foi substituída sem a menor necessidade por uma eletrônica, justamento na ladeira da avenida rotary, ficando assim visível o quartel de multas que se formou no nosso município.

  • José Arnaldo de Vasconceleos

    Cuidado os motoristas no dia 19/12/2017 foi publicada a Lei nº 13.546, que deve entrar em vigor a partir de cento e vinte dias.

  • Bruno Oliveira

    Parabéns pelo texto!! sigo essa mesma linha de pensamento. E não consigo entender o pq dessa comemoração por muitos. Esses que comemoraram precisam sair de Maceió e dá uma volta em Recife, Aracaju, Natal e João Pessoa , por exemplo. e vamos parar com esse papinho de industria de multas. só leva multa quem não segue as regras..

  • GERALDO

    NÃO SOU CONTRA OS PARDAIS MAIS QUE REALMENTE TEM INTUITO ELEITORAL ISSO SIM, LEVEI UMA MULTA NO PARDAL DA MELO MORAES E NAO ESTAVA EM ALTA VELOCIDADE, ESTAVA COM 49KM, PENSEI QUE FOSSE 60KM. DEPOIS DA MULTA FUI OBSERVAR E NAO TEM UMA PLACA DE SINALIZAÇÃO EXPLICANDO A VELOCODADE PERMITIDA. SAO ESSAS PEGADINHAS QUE DAR PRA COLOCAR EM CHEQUE A LEGALIDADE OU O PROPOSITO DESSA AÇÃO. REPETINDO ACHO SIM NECESSARIO MAS SEM ESSAS PEGADINHAS.

  • JORGE HENRIQUE

    Não se pode admitir a instalação de “pardais” em locais como ladeiras ou declives, onde os veículos, até por força da Lei da Gravidade (‘descoberta’ por Newton), tendem a acelerar, o que acarreta em multa, muito embora não se esteja com a intenção de se trafegar acima da velocidade permitida. A instalação de “pardais” nestas situações (declives e ladeiras) se constitui em verdadeira armadilha, com o objetivo claro e único de lesar economicamente os condutores e alimentar a indústria da multa, sob o pseudo argumento da segurança no trânsito!

  • Pedro Roberto dos Santos

    Caro Ricardo,
    Com toda vênia, acho que a Justiça tentou corrigir uma fragrante indústria de multas de trânsito. Além da questão licitatória e do contrato feito com a empresa vencedora, outras questões, no mínimo duvidosas, devem ser respondidas pela prefeitura, a exemplo de estudos técnicos sobre a localização de pardais, em desconformidade com as regras emitidas pelo Conselho Nacional de Trânsito, conforme atesta a própria Justiça ao analisar os autos do processo. Eu pergunto: Será que um pardal instalado no Pontal da Barra em uma via duplicada condiz com um local de grande vulnerabilidade de acidentes? Acredito que não. Acidentes ali acontecem, mas não com a frequência anormal que justifique a presença de tal instrumento. Segundo a ação ingressada pela 66ª Promotoria de Justiça da Capital, a colocação dos pardais teria sido feita sem a fundamentação necessária. “A promotoria observou que esses são apócrifos, genéricos, repetitivos, evasivos e destituídos de fundamentação”, diz o promotor Antonio Sodré. Ou seja, como diz o ditado popular foi feito nas coxas. Como se sabe, os aparelhos eletrônicos foram espalhados por diversos bairros de Maceió, muitos até sem o devido critério de tecnicidade, o que dar margem para perceber que a indústria da multa não estará totalmente equivocada.
    Quanto ao número de acidentes que aumentam nesse período, isso infelizmente é histórico. Acredito que é mais uma questão cultural, de educação do que a presença mera e simples de um pardal localizado em determinado lugar.
    Por fim, não sou somente eu que tenho a percepção sobre a indústria da multa. Uma parte expressiva dos motoristas também têm essa impressão porque as autoridades – Detran e SMTT – visam mais a arrecadar o dinheiro de multas do que prevenir as violações de regras que geram as multas.

  • Anderson Padilha

    Não resta dúvida que os pardais constituem um bom instrumento de monitoramento eletrônico, porém, os mesmo devem ser instalados e utilizados respeitando o principio da legalidade e o da moralidade pública. Os pardais devem ser colocados de forma eficiente, com prévio estudo técnico nos locais, averiguando a necessidade de suas instalações, e, principalmente, com uma sinalização muito nítida e transparente para os condutores, sob pena de desvirtuarem-se de sua real função, que é evitar acidentes por excesso de velocidades, para passarem a ser meros instrumentos captadores de multas, a ponto de ferir a moralidade pública. Em Maceió/AL, com apenas 4 meses de funcionamento, os radares registraram mais de 70.000 multas. Até então, não foram apresentados de maneira clara nenhum relatório sobre a efetividade das reduções de acidentes, apresentando, por exemplo, de forma específica as reduções de acidentes em cada local em que foram instalados. Para completar, o Ministério Público Estadual ajuizou uma ação requerendo a suspensão do funcionamento dos pardais porque os relatórios apresentados pela SMTT eram genéricos, apócrifos e repetitivos, sem conter, inclusive, a assinatura de nenhum técnico responsável, distanciando-se, portanto, do que reza o princípio da legalidade. Bom, não resta dúvida que o Detran/AL e a SMTT são dois órgãos de muito respeito e que prezam pela segurança do trânsito e, consequentemente, pela vida das pessoas. Com base nessa confiança, que não só eu, como também a maiorias dos cidadãos o depositam, acredito que os respeitáveis órgãos públicos irão analisar o caso com bastante cautela e sanar quaisquer vícios existentes em prol de manter a segurança jurídica em consonância com a moralidade e a legalidade pública, sem esquecer que a função desses importantes instrumentos eletrônicos é trazer segurança e evitar acidentes e não somente aplicar multas, que deve ser, na verdade, a última consequência.

  • FABIAN CIDADÃO

    DEFENDER O USO DE PARDAIS EM MACEIÓ É DEFENDER A TODAS ÀS IRREGULARIDADES DOS MESMOS, INCLUSIVE: “NÃO ESTÃO AUFERIDOS PELO INMETRO”(LAUDO DA PGE), COLOCADOS COM UM PROPÓSITO: ARRECADAR MUITO DINHEIRO PÚBLICO PARA GASTAR COM A POLITICAGEM, DE 2018, DE RUIM PARDAL E SEUS AMIGOS!A PÉSSIMA GESTÃO DO RUIM PALMEIRA E SUA EQUIPE, TEM QUE ENTENDER: PRIMEIRO TEM QUE INVESTIR NA EDUCAÇÃO BÁSICA:”EDUCAÇÃO PARA O TRÂNSITO”(COMO DISCIPLINA OBRIGATÓRIA); “PALESTRAS EDUCATIVAS EM TODAS AS INSTITUICOES PÚBLICAS E PRIVADAS”; “MUDANCAS NO CÓDIGO DE TRÂNSITO BRASILEIRO, ATRAVÉS DE LEIS ESPECÍFICAS”; APARTIR DESSES ÍTENS, COMEÇAR A COBRAR DOS CONDUTORES! PARABÉNS A PGE POR COBRAR NO RIGOR DA LEI, A IRREGULARIDADE E IMCOMPETENCIA DA SMTT E DO DETRAN!!! ACORDA ALAGOAS!!! A POLITICAGEM DE 2018 JÁ DECOLOU!!! “MUDA, QUE QUANDO A GENTE MUDA, O MUNDO MUDA COM A GENTE”(GABRIEL O PENSADOR).

  • Luiz Henrique

    Nobre Jornalista, boa tarde. O brasileiro e o alagoano principalmente não gostam do que é correto. O reflexo do que falo é visto nas urnas todos os anos. Sei que há grande possibilidade de ganho absurdo através dos pardais, mas também sei que sem os mesmos a coisa torna-se ainda mais cara, pois como bem mencionou em sua reflexão, o desrespeito e o mal caratismo no trânsito vai imperar e onerar muito mais a nós que andamos de forma correta. Quem reclama dos pardais são justamente os que infringem as leis, os que acham que o trânsito não é feito do coletivo e dirigido somente para sí. Agora concordo que os valores arrecadados por estes radares, fossem revertidos para o benefício do próprio trânsito, como melhoria das vias, sinalização, e até a criação de novas vias para acesso, desafogando os locais mais congestionados. Não sou muito fã do prefeito, apesar de ter votado nele, mas acho que só é multado quem quer, pois apesar dos pardais estarem escondidos, as placas de advertência estão bem visíveis, e são elas que nos orientam no trânsito.

  • Muito triste!

    E o governador mirim já falou alguma coisa a respeito de Batalha ou continua em seu silêncio comprometedor?

  • Sidnei Jorge

    Concordo com os pardais, mas tenho duas ressalvas: 1) Ele deve indicar claramente onde está e 2) Deve indicar a velocidade do condutor (só tem 1 assim e ele fica na =Rotary).

  • Paulo

    A grande questão é que existe outra forma de se coibir o excesso de velocidade, como a lombada física ou famoso quebra-mola, que é bem mais barato e quando bem sinalizado surte o mesmo efeito. Na avenida da paz por exemplo, não havia necessidade de trocar o quebra-mola por pardais, ele funcionava e não haviam registros de acidentes naquele trecho, o que nos faz indagar do por que da troca, se não for por vis interesses.

  • Petrucio Silva Reis

    Ricardo, até concordo…mas, porque não quebra molas… eficientes em todos os sentidos, também no tocante ao preço por instalação e, manutenção…

  • Everaldo Bezerra

    Resumindo caro Ricardo, como já foi dito, por que não colocar lombadas em todos os pontos que ocorrem acidentes, ao invés de pardais? Resposta; Faz o mesmo efeito, porém não se arrecada nenhum tostão com isso. Quanto esses gestores públicos embolsam com esse industria de multas, quanto será a comissão deles? me desculpe caro repórter, mas discordo da sua opinião e espero que a justiça decida banir para sempre essa prática de roubar a população de uma maneira legalizada.

  • Fernando@hotmail.com

    Fiscalização existe em qualquer país civilizado.
    O que aconteceu na república Alagoana todos sabem.
    Interessante é o ator da propaganda festa de São Miguel dos Milagres (o mesmo do The Black beef), ser o mesmo sócio da Hamburgueria the Black beef (do qual se diz sócio, que sabemos que é o mesmo da locadora de carros Costa Larga….::),

    Acreditem, as fiscalizações eletrônicas, são os menores problemas.

  • Joilson Gouveia Bel&Cel RR

    É PRECISO PARDAL PRECISO, SE PRECISO FOR, SENÃO IMOLE-OS!
    Joilson Gouveia*
    I. Introito – “R Mota: li noutro webjornal caeté que mais de 160 mil multas foram aplicadas desde o funcionamento dos novos pardais, e as ruas, vias e faixas de rolamentos esburacadas em nada sinalizadas e tráfego congestionado”! – Este é parte doutro texto (comentário) sobre o tema: “preciosos pardais imprecisos”! – Busquem no nosso blog sobre polêmico e polemizado tema!
    O nó górdio, quizila, imbróglio ou grande busílis, data máxima vênia, não é o “pardal bom é pardal morto”, não! Não sejamos extremistas retóricos!
    – Ele poderia (até poderá) ser muito bom, eficiente e bem vivo, dês que nascesse legítima, regular, regulamentar e legalmente, conforme prescrito no CTB e estribado nas resoluções do CONTRAN, devidamente aferidos pelo INMETRO, sem descurar das sinalizações imprescindíveis e obrigatórias! Ou não?
    II – Pardal Só Preciso! Os indigitados “pardais” imprecisos [e em nada precisos], porém “preciosos” (preciosíssimos) e assaz rentáveis e lucrativos para uns poucos empresários do ramo e alguns gestores de trânsito e tráfego, para sua instalação, fixação e ou “pulverização” pelos quatros cantos da cidade, precisam seguir aos pressupostos imprescindíveis, pré-requisitos regulamentares, regulares, legais e técnicos-científicos e estatísticos sobre os locais em que estão sendo afixados, mormente se são, de fato, na prática e realidade, locais de incidência de acidentes e atropelamentos, já que as bravatas, bazófias e falácias “justificadoras” seriam para “preservar vidas humanas”!
    – Como são solidários, altruístas e generosos samaritanos esses coletivistas, humanistas e igualitários salvadores do mundo e da humanidade, os socialistas/comunistas, integrantes de uma imensa gama de esquerdistas-coletivistas-escarlates ferrenhos defensores humanistas e de igualdades-igualitárias, dos excluídos e vítimas da Sociedade e das “minorias”* – a esquerda precisa sempre de uma vítima para desfraldar suas bandeiras. “A esquerda caviar usa a ‘preocupação’ com a desgraça alheia como um troféu de sua suposta superioridade moral” – Rodrigo Constantino in Esquerda Caviar. P. 197; lembrem-se disso! Na íntegra in http://gouveiacel.blogspot.com.br/2017/04/assedios-sexual-eou-moral-sao-crimes-ou.html, é que ser progressista é sempre “ser” politicamente-correto, a ver in: http://gouveiacel.blogspot.com.br/2017/02/politicamente-correto-e-ser.html.
    III- Imole-os, senão precisos! – Ademais, no mais da vez, olvidam ao Art. 320, do CTB, que determina aplicação de 5% do montante arrecadado, oriundo das multas por infrações de tráfego e trânsito, na Educação, Segurança e Sinalização das vias, ruas e rodovias, para o trânsito. Onde se vê isso? Onde a prestação de contas e os relatórios comprobatórios das reduções de sinistros, acidentes e atropelamentos ou mortes, no Trânsito? Quantos foram registrados, antes e depois de instalados?
    Demais disso, a direção ou condução de veículo no tráfego e Trânsito exigem habilitação, que significa capacitação ou qualificação para dirigir e conduzir veículos: quem não consegue ver um veículo de dia, com seus faróis apagados, no mínimo sofre de deficiência de acuidade visual…, bem como todo aquele que não consegue seguir às regras e limites de tráfego e Trânsito de velocidades máximas e mínimas permitidas paras as estradas, vias, ruas e rodovias. Já dissemos: “dirigir é uma arte”!
    A ver: http://gouveiacel.blogspot.com.br/2016/10/nossas-maquinas-mortiferas-versus.html.
    IV- Epílogo. Enfim, que não seja preciso “matar” o precioso pardal, mas que sigam às precisas regras de instalação, medição e aferição, mormente de sua obrigatória sinalização, no mínimo! Fora disso, é mera arrecadação, jamais proteção, salvação ou preservação de vidas humanas ou de pessoas!
    Abr
    *JG

  • Iremar Marinho

    Mostrem as estatísticas de acidentes de trânsito, em Maceió, com e sem os pardais!

  • Antonio Neto

    Sem entrar no mérito da discussão jurídica a cerca da legalidade da fiscalização eletrônica, uma coisa é certa, esperar o que de uma sociedade que resiste em aceitar mecanismos de fiscalização que só atinge o bolso de quem comete irregularidades no trânsito. Que venham pardais e tudo mais que necessário for tornar o ato de dirigir menos letal ao próprio condutor e aos demais que se utilizam das vias públicas, se ao menos uma vida for poupada como consequência da fiscalização eletrônica, já terá valido a pena.

  • Ze

    Concordo Ricardo, sei o motorista que sou e sei com os que me deparo pelas vias urbanas ou não.
    Mas parece-me que o importante com relação a esse assunto é a nossa simpatia politicae não a tentativa de preservar as vidas das pessoas.
    Não simpatizo com as administrações dos Renans…mas nem por isso vou criticar o seu governo só pq tomei uma multa de mais R$1.000,00 por ultrapassagem indevida…e isso não foi p SMTT,foi em Paripueira e pelo DETRAN…lei é lei e pronto…e ponto.
    Em tempo…não tentei subornar nem dei espaço para a proposta.