O tenente-coronel Pantaleão, que se envolveu em uma briga com o deputado Antônio Albuquerque no final de novembro, teve o destino que se imaginava: perdeu o comando do 2º Batalhão da PM, com sede em União dos Palmares.

O caso é constrangedor, mas pode servir de lição para policiais – civis e militares – que se envolvem com autoridades políticas no “mais pobre entre os pobres”.

A história de Alagoas está prenhe de exemplos os mais diversos.

Em 26 de novembro, o tenente-coronel Herófilo Pantaleão Ferro registrou um boletim de ocorrência na delegacia de Taquarana contra o parlamentar, que segundo ele, teria dado uma tapa em seu rosto após breve discussão, em Belém.

O episódio ocorreu em uma festa na fazenda da prefeita da cidade, de quem ambos – o oficial e o deputado – seriam “amigos”.

Na narrativa do coronel Pantaleão, ele teria revidado o tabefe e só saiu da propriedade com a escolta do Bope, que foi chamado ao local.

O deputado Antônio Albuquerque afirmou à imprensa que o militar havia se confundido por causa da “embriaguez”.

Em portaria publicada ontem pelo comando da PM – coronel Marcos Sampaio -, o oficial “amigo” de AA foi transferido para o setor de informática, também conhecido entre os militares como “sala do castigo”.

A história é emblemática, já disse nesse espaço, para mostrar as consequências que podem trazer as relações de “amizade” entre policiais e políticos em Alagoas.

Sabemos até que poderia ser pior – ainda bem que não foi.

Mas fica a lição para toda a corporação: cada um no seu lugar – a mistura pode ser explosiva, já nos conta fartamente a história de Alagoas.

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  • Eita GÔTa!

    Tôma…OU QUE MAIS?
    kkkkkkkkkkkkkkkk

  • Dona de casa sem orgulho

    Ó, aí! Que vergonha! Mas, esta é pra quem ainda a tem!
    Quanto a sua afirmação: “[…]. Sabemos até que poderia ser pior […]” (MOTA, 2017) – ainda pode ser. Aguardemos as cenas dos próximos capítulos. Lamentável!

  • Chubeta

    Manda quem pode e obedece quem pode mandar tbm, ai meu deus travei aqui!

  • Júnior

    Se fosse um simples cidadão que provocasse a mínima contrariedade ao coronel , imagina o que aconteceria ? Apanhou na cara e ainda perdeu a moral e o comando , deveria ser rebaixado a praça

  • Luiz Gustavo

    Retrato de nossa politica e policia. vergonha

  • Fabio Poeta

    Se a polícia nem manda em taturana, então…

  • Alexandre

    O que o Coronel tava fazendo no mesmo encontro de AA?

    • James

      Essa história eu acho que tá embassada. Seria bom um esclarecimento dos fatos. O que o TC tava fazendo naqule local? Qual o grau de promiscuidade dos dois ? Os mesmos eram algozes? O TC faltou com respeito ao Deputado? Tá turva. Ou o Deputado é o cão?

  • MACIEL PANTALEÃO SILVA

    Boa Tarde Ricardo Mota. EU TENENTE CORONEL PANTALEÃO , o outro Tenente Coronel Pantaleão Ferro, no envolvimento como o Deputado Antonio Albuquerque. Gostaria que quando ocorre-se situação e ou publicação de matéria, que frisa-se bem o envolvimento de quem. Na Polícia Militar todos os conhecem: Maciel PANTALEÃO Silva (tenente coronel PANTALEÃO), Turma Aspirante 1993, turma do atual comandante, ex-comandante do Batalhão de Polícia Rodoviário (BPRV). O OUTRO, Herófilo Soares Souza PANTALEÃO FERRO (Tenente coronel PANTALEÃO FERRO), de outra turma. Na PMAL todos nos conhece, porém, na sociedade, não, e recebi várias ligações me questionando. Substituí ele em palmeira dos índios e agora vou substitui-lo em União dos Palmares, 2º BPM. Eu tenho 27 anos de PMAL e 6 anos na função de tenente coronel coronel, ele tem 26 anos de PMAL e 1 ano de Tenente coronel. NÃPO PRECISA PUBLICA ESTE COMENTÁRIO, é só uma informação E PRA TER CIÊNCIA.

  • Critilo

    “A mão que afaga é a mesma que apedreja. Se a alguém causa inda pena a tua chaga, Apedreja essa mão vil que te afaga, Escarra nessa boca que te beija!”
    Autor: A.A.

  • MACIEL PANTALEÃO SILVA

    Corrigir: Exitem 2 Pantaleão na Polícia MIlitar

    TENENTE CORONEL PANTALEÃO – (6 ANOS DE TENENTE CORONEL – 27 DE PMAL)
    Maciel PANTALEÃO Silva

    TENENTE CORONEL PANTALEÃO FERRO (1 ANO DE TENENTE CORONEL – 26 ANOS DE PMAL)
    Herófilo Soares Souza PANTALEÃO FERRO

  • carlos alberto da silva

    tudo iso com apoio do governador

  • junior

    Vergonhoso, “QUE POLICIA É ESSA”

  • Sem sal

    Ops,..um verdadeiro inferno de pessoas que nunca estudaram….(Tenente-Coronel, Deputado)….sempre viveram de bajulações políticas e voto de cabresto….duas coisas raras…prepotentes…lixos humanos.

  • CARLOS

    Uma Policia , onde a esposa pose dirigir carro oficial da PM, não é de fazer espanto nenhum.

  • Amaro do Ferrãoas

    Sr jornalista esse pessoal aceita esses cargos para ser promovido por merecimento a frente do pessoal que dar duro na tropa indo para o combate na rua.Tem mais comandantes de batalhões nessa situação.Pulando de gabinete em gabinete,essa é a realidade da PMAL.

  • Cabo Miserável

    O alto oficialato da PM (CORONÉIS, TENENTE-CORONÉIS E MAJORES) só tem 02 (duas) funções: mandar nos pobres praças e dá prejuízo no erário público com seus altos salários e mordomias absurdas. Esse militarismo é vergonhoso, inútil e dispendioso. Só existe isso no Brasil. Um monte de oficial que só manda (e ainda ganham um salário absurdo) e nós os praças (soldados, cabos e sargentos) trabalhamos como escravos e ganhamos um salário de fome. VERGONHA!!! VERGONHA!!! VERGONHA!!!

  • Marcos Avila

    Vixe Maria, a turma de 1993 ! Foi a turma que mais entrou gente pela janela na policia militar. Concurso fraudulento. Eu mesmo tenho um amigo que foi aprovado na 1º lista, quando saiu a segunda já não estava mais. Fez um concurso sério em Aracaju e hoje é Capitão. O que entrou de gente do município do Pilar não tá no gibi. KKKKKKKKKKKKK Turma de 1993 .

    • ASP 1993

      Tá enganado seu polícia não entramos na PM na geração Rochinha, procure se informar. Formamos em 1993, não entramos em 1993. Estudamos procure saber se tem algum oficial dessa turma envolvido em algum escandalo na PM.

    • jezu

      Verdade, a velha turma dos apadrinhados pitióticos, Vemos que nessa época entravam todos da mesma família.

  • Carlos

    O governador silencioso dos crimes de Batalha,da sinal de vida pelo diário oficial e de que lado ele está!Já o caso do coronel Pantaleão, acredito que foi um ato ingênuo pois ele quis tirar um boba brincadeira com o herdeiro do coronelismo da política Alagoana! Pois o deputado suplente estava em êxtase político e se achando mais importante do que é fato de ter votado fica temer! Quando foi tratado de menino não gostou e gerou toda confusão.O coronel da PM, não é uma pessoa ruim só se confundiu com amizade.

  • marcelo

    Ricardo, porque você não posta meus comentários? Não mando nada ofensivo.

  • Jagunço

    É Dimenor para só ter as siglas do nome? O nome é deputado Antônio Albuquerque

  • Jagunço

    I o outro e cabra frocho pq se fosse um coitado já tinha morrido e a desculpa era pq reagiu a abordagem não seria nem agressão

  • Jagunço

    Este tempinho aí de 1993 é aquele tempo q colocava na PM por camaradagem bote ele aí é meu amigo se não passa fome.

  • Marcos

    ENQUANTO ISSO, LIMOEIRO DE ANADIA foi o municipio que mais cresceu em Alagoas nos períodos de 2010 a 2016. Neste período, o produto interno bruto (PIB) cresceu 241,18% , mais que o dobro do segundo colocado, a cidade de Piranhas. Isso sim, é que é noticia que os Limoeirenses querem ouvir. Parabéns ex prefeito Marlan, Limoeiro te agradece.( fontes governo do Estado de Alagoas)

  • Valdeck

    A palavra “coronel” refere-se a um posto da hierarquia militar. Mas que lastimosamente está ligada a um fenômeno político típico do Brasil.

    “Coronel” é o homem que exerce o poder político num determinado local ou região, ainda que não seja oficialmente uma autoridade. Na área onde manda – que pode ser um município, uma parte de um Estado ou todo ele – seu poder chega a ser maior que a do governo oficial do país. Daí o coronelismo ser conhecido também como “mandonismo local”.

    As origens do coronelismo remontam à própria colonização do território brasileiro: ao dividir o Brasil em Capitanias Hereditárias e criar a figura do donatário, a coroa portuguesa lançava, meio que ao acaso, as bases do coronelismo. O donatário, donos de sesmarias, eram proprietários de grandes extensões agrárias nas quais exerciam o poder absoluto. A grande propriedade tornou-se uma realidade agroeconômica permanente, uma vez que a reforma agrária efetiva jamais foi realizada no Brasil. O poder de fato dos latifundiários tornou-se um poder de direito, o título de coronel oficializava o poder dos oligarcas, isto é, dos grandes proprietários de terras. Eles já não eram somente uma autoridade de fato, mas também de direito, respaldado pela instituição do Governo Central, à época a monarquia. Esse exercício de poder não oficial prevaleceu principalmente no Nordeste onde as antigas estruturas sociais e agrárias ainda permanecem como chagas abertas perpassando os séculos.

    O poder dos coronéis está retratado em obras de nomes fundamentais de nossa literatura, como Graciliano Ramos, José Lins do Rego e Jorge Amado. No caso desses autores, vamos encontrar o coronelismo relacionado a dois outros fenômenos, a saber o cangaço e o jaguncismo. O jagunço é o capanga do coronel, o homem de armas que executa suas ordens ou as faz cumprir por meio da violência. Nesse sentido, entenda-se que o poder do coronel típico se fazia pela intimidação e pela força.

    Estando no século XXI, temos adaptações desses fenômenos (negativos), onde hoje o então coronel, está ligado diretamente à política local e nacional sendo eleitos por meio de seus “currais eleitorais”, misturando sua vida privada com a pública e fazendo-se ser temido e amado por suas atitudes e ações ora benevolentes, ora iracundas e violentas, de acordo com o humor e a direção do vento. Apesar de suas ações, usa os discursos cristãos, do cuidado à família (em primeiro grau, obviamente), da moral e dos bons costumes, quase como um paladino da justiça.

    Enquanto os alimentarmos dando-lhes votos, mais infiltram-se no poder, mais burlam o poder, mais impõe o flagelo e a dor à população. Alagoas precisa e tem vida própria, não depende de políticos mandonistas, carreiristas, oportunistas. Basta!

    • Joilson Gouveia Bel&Cel RR

      Convém destacar o seguinte, a saber:
      Há, portanto, na Corporação castrense caetés, em relação ao seu efetivo ou contingente ou tropa e no serviço ativo1, dois grandes círculos de componentes que a integram, o de oficiais e o de praças – outros denominam de Quadros (Oficiais e de Praças).

      a) Oficiais:

      O primeiro deles, constituído de três segmentos distintos com seis postos e duas patentes: postos de oficiais superiores; intermediário; e subalternos; e duas patentes distintas: a primeira patente do posto de oficial subalterno de 2º tenente, na qual são apostiladas as promoções aos postos ascendentes de 1º tenente e de capitão, e a segunda patente de oficial superior do posto de Major, na qual se apostilam as promoções aos postos ascendentes de tenente-coronel e coronel.

      Posto é o nome dado a cada grau hierárquico do círculo ou quadro de Oficias. Só o oficial detém posto, que deriva de uma das patentes distintas acima descritas.

      Com efeito, no primeiro círculo, tem-se oficial superior (Cel, Ten-Cel e Maj, na ordem decrescente), oficial intermediário (Cap) e oficial subalterno (1º e 2º Ten – Aspirantes, na ordem decrescente), ou seja, da esquerda para direita e conforme sentido da leitura, claro! – Na íntegra in http://gouveiacel.blogspot.com.br/2013/07/breve-sinopse-sobre-hierarquia_3892.html
      Abr
      *JG

  • JEu

    Infelizmente, tá tudo virado às avessas… concordo com o RM: polícia e política, assim como militares das forças armadas, jamais deveriam se misturar com politiqueiros e com politicagem… pois o resultado é esse: sujeira para todo lado… como diria um conhecido jornalista: isto é uma vergonhaaaaaaa!!!!!!!

  • Maria Bonita

    Aqui em Alagoas, coronel é coronel, não CORONEL! ENTENDERAM? #NOJO

    • Joilson Gouveia Bel&Cel RR

      “Maria Bonita” o que fora “lampião” senão um “coronel”; ou não? 😀 😉
      Abr
      *JG
      P.S.: simples: só bandidos sentem asco, nojo e/ou medo de coronéis ou de polícia! Ou não?

  • amorim

    Só isso? O deputado é acostumado a dar surra de tabica. Ele escapou dessa? que sorte, possa ser que aprenda a lição. Isso não fica bem para a corporação, mesmo sabendo que todos não são iguais.

  • Sertanejo Cagota

    Esse povo só tem voz alta pra soldado.

    • pm expuso

      Uma certa vez, um Major, desses que fazem vergonha para a família, para os vizinhos e para corporação, veio me acusar de um crime, dizendo que eu tinha roubado um celular de um maloqueiro, eu me levantei e botei moral de Homem pra ele e ele só faltou se mijar, baixou a bola na hora, esse pessoal só tem bocão.
      Mas depois eu recebi o inesperado, fui expulso da POLICIA sem direito à ampla defesa e ao contraditório. Esses cabrinhas, são unidos e se juntam para prejudicar os cidadãos de bem.
      Fui expulso e agradeci a DEUS por ter acontecido isso, porque quem ta de fora não ver e quem está dentro não tem coragem de denunciar.
      As mascaras vai caindo!

      • Sertanejo Cagota

        Recorra. Busque seus direitos. Exija indenização do estado e mostre a esse tipo de gente que vc era funcionário do estado e não dele… Essas pessoas fazem o mal a pessoas simples e pequenas.

  • marcio silva

    só levou na cara porque se abaixou demais.

  • Joilson Gouveia Bel&Cel RR

    Simples: Para jamais olvidar: “A civilização não suprime a barbárie; aperfeiçoa-a”.
    A nossa briosa castrense caeté é composta de homens egressos, oriundos e dimanados da nossa Sociedade, portanto falíveis enquanto humanos, mas se há alguns que se desviam de suas condutas em atitudes arrogantes, exaltados, truculentos e até extorsivos é por que muitos dos extorquidos o permitem; ou não? Na íntegra in http://gouveiacel.blogspot.com.br/2017/11/um-erro-nao-justifica-o-outro-e-dois.html
    Abr
    *JG
    P.S.: Não queiram fazer da nossa briosa a “Geni”, do Chico, sim? A ver:
    http://gouveiacel.blogspot.com.br/2017/04/objurgo-sentenca-indevida-mataram-na.html

  • Artur Gaia

    É melhor morrer que passar por isso, mas tem gente que se sente bem quando acontece isso, pois fica conhecido. kkkkkkkk
    Ricardo, apesar de tudo isso quero desejar um FELIZ NATAL a sua equipe, ao sistema Pajuçara e a todos blogueiros do orgulho de Alagoas, o tudo na hora.
    FELIZ ANO NOVO para todos Alagoanos e que aprendam a VOTAR LIVRES. Abração

  • Rodrigo

    Não se preocupem, não vai acontecer nada, PANTALEÃO FERRO é pouco amado entre os policiais militares, principalmente os praças, certamente não revidará ou fará qualquer tipo de vingança visto que quem normalmente faz o serviço pesado da PMAL é o praça.

    Se Antônio Albuquerque tivesse dado tapa num Coronel DO VALE da vida, aí sim ele deveria se preocupar.

    São poucos os Coronéis que ainda tem moral de Coronel, ultimamente eles só fazem gastar gasolina pública e mandam prender que não libera passar numa blitz usando carro público para fins pessoais.

    É mais fácil temer aos Soldados, Cabos e Sargentos que ainda matam bandido em Alagoas.

  • Joilson Gouveia Bel&Cel RR

    AS MUDANÇAS DE COMANDOS, CHEFIAS E DIREÇÕES SÃO TRIVIAIS!
    Joilson Gouveia*
    As aves de rapina, abutres, urubus, carcarás e até as hienas e algumas asquerosas serpentes e répteis quelônios são ávidos por sangue e carcaças de cadáveres, mormente em sendo humanas, haja vista torcem pelo embate, combate lide e pugna de adversários ou desafetos, ainda que se arvorem posar de solidários humanistas coletivistas igualitários, no mais da vez. É, pois, típico!
    Gostam de ver um circo em chamas, não importam quantas sejam as vítimas: inebriam-se com as chamas e labaredas!
    Aos incautos: as movimentações de comandantes, chefes e diretores são temporárias, sazonais e alternadas alternâncias previstas no REMOP – Regulamento de movimentação de oficiais e praças, na Corporação -, haja vista inexistir cargo privativo, privado, perene ou vitalício destinado ou ocupado pela preferência de cada um ou cada qual, há limites e condições para eventuais mudanças corriqueiras e comuns, na caserna!
    Ademais, os oficiais e praças castrenses caetés dimanam da Sociedade, como sói acontecido, e não perdem ou deixam de ser amigos dos amigos de seu círculo de amizades por vergarem um uniforme: que representa a majestade da lei e autoridade do governo!
    Atritos, discussões, desavenças, rixas, lides e contendas podem ocorrer em quaisquer ambientes ocupados por duas ou mais pessoas, mormente quando há ingestão etílica e bebidas socialmente: unas brigam por futebol ou política ou quaisquer coisas – se é que houve troca de tapas, socos e murros entre os contendores!
    Aliás, quantas não há no Parlamento e Assembleias?
    Enfim, ainda que não queiram, os policiais-militares estamos inseridos na Sociedade, malgrado muitos desgostem e nos queiram mal ou nos temam!
    Abr
    *JG