Segunda-feira, 24 de julho, quatro horas da tarde.

Um casal, ainda bem jovem, segue numa motocicleta da Avenida Rotary à Fernandes Lima – onde o veículo entrou fazendo zigue-zague. Entre os dois, um criança, uma menina, com idade em torno dos cinco anos.

O detalhe fundamental: os três estavam sem capacete – acreditem.

Mais adiante, descendo, em frente a uma agência da Caixa Econômica, um corpo de motoqueiro, deitado na pista, recebe o primeiro atendimento de policiais que passavam numa viatura pelo local.

É a vida que segue, infelizmente, sempre em busca de uma tragédia. Que, felizmente, nem sempre chega.

É neste cenário cotidiano, que a SMTT anuncia que vai colocar câmeras para vigiar os motoristas que não respeitam o limite da faixa azul. Chegam, é verdade, até com atraso – já existem de há muito em outras capitais. Nelas, as câmeras de monitoramento são apontadas como instrumentos da chamada indústria da multa. Que só trabalham e produzem porque é farta a matéria-prima: nós, os motoristas que insistimos em não aprender aquilo que já sabemos fartamente.

Repito: a coisa mais democrática que existe no país é a nossa falta de educação no trânsito, que atinge todas as camadas sociais, todos os gêneros, todas as idades, todos os credos- e sem exceção. E nunca reconhecemos isso. Este talvez o nosso maior pecado – não nos reconhecemos no espelho e julgamos que os culpados de tudo são sempre os outros.

As leis existem em todo o mundo porque persistem e persistirão os excessos humanos. Elas, as leis, terminam – quando cumpridas e levadas a sério – nos protegendo de nós mesmos.

A lembrar: a Lei Seca, que conseguiu, sim, pelo menos impedir que as mortes no trânsito continuassem crescendo sem qualquer controle. E tantos ainda acham que ela é tão somente um abuso do estado.

Matar e morrer no trânsito, eis uma manifestação daquilo que Hannah Arendt chamou de banalidade do mal.

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  • Klugman

    Daqui a pouco vão instalar pardais para pedestres!

    • Educação

      Espero que não demore esta instalação, pois somos um dos povos(pedestres) mais mal educados do mundo. Ações de prevenção e corretivas devem andar em paralelo com a educação.

  • Alinson Lira

    A SMTT devia usar a mesma energia pra querer multar, pra melhorar o trânsito da Fernandes Lima, e outras vias, que não anda. Acabem com o canteiro central. Criem mais uma faixa, passarelas e podem fiquem com esta [email protected]#% da faixa azul.

    • Policarpo quaresma

      Tirar o canteiro central e aa árvores pra vc morrer de calor né Alinson? Muito inteligente sua sugestão.

    • Lucas

      Acabar com o canteiro central significa acabar com as árvores que dão beleza às margens das principais avenidas de Maceió. Esta não é a solução, a solução é diminuir a quantidade de carros e incentivar a utilização de meios de transportes alternativos com os coletivos e bicicletas.

  • ARMANDO

    Sem retoques!

  • João

    Sou a favor dos radares mas que eles tenham o indicador de velocidade. Se é pra proteger as pessoas no trânsito, não tem porquê não mostrar a velocidade.

  • treal

    Por mim podem colocar uma câmera em cada esquina. Obedeço fielmente as leis de trânsito.

  • Há Lagoas

    É uma pena que a sua lucidez seja uma voz solitária ecoando em ouvidos surdos.

  • TadeuBaroli

    Além das câmeras precisamos dos pardais. O dinheiro arrecadado com as multas daria para limpar as galerias de esgoto.

    • Joilson Gouveia Bel&Cel RR

      Lembrai-vos do Art. 320, do CTB, a saber:
      Entretanto, ad cautelam et ad argumentandum tantum, sem diatribes ou ignaros estultilóquio e estultice, mas com a devida precaução prudente, urge não olvidar ao desiderato e premissas do nosso Código de Trânsito Brasileiro e do seu regramento e regulamentos normativos e resoluções do CONTRAN, que dão fulcro, especificam, estabelecem e fixam os critérios, requisitos e pressupostos, para implantação, implementação, distribuição e localização de tal e tais equipamentos eletrônicos vídeo-digitais fixos e/ou móveis ou portáteis, para fiscalização, controle e autuação de infrações de trânsito e no trânsito, que devem ser precedidos de estudos técnico-científicos, estatísticos e pesquisas de campo, na teoria e na prática, de transparente, públicos e ostensivos números de acidentes de trânsito e no trânsito e tráfego que deem azo, espeque e justificação para tal, devidamente orientada, educada e sinalizada ao longo da via, rua, avenida ou estrada em que serão afixados tal e tais “pardais”!
      Fora disso, sinceramente, dará margens às mais diversas idiossincrasias, especulações e suspeições inadequadas, impróprias e injustificadas ou mesmo ilações de má-fé; ou não?
      Enfim, como bem já dissemos e reiteramos, não basta ao simples nuto, alvedrio e vontade livres do Administrador ou Gestor Municipal de Trânsito tão-só e somente só distribuir, espalhar e pulverizar “pardais” aos quatro cantos da urbe ao seu talante e/ou ao bel-prazer aos ávidos interesses lucrativos de certas empresas e empresários detentores de monstruosas máquinas caça-níqueis altamente rentáveis, mas, no mais da vez, descurando das premissas e dispositivos do CTB, a saber:
      “Art. 5º. O Sistema Nacional de Trânsito é o conjunto de órgãos e entidades da União, dos Estados, do Distrito Federal e dos Municípios que tem por finalidade o exercício das atividades de planejamento, administração, normatização, pesquisa, registro e licenciamento de veículos, formação, habilitação e reciclagem de condutores, educação, engenharia, operação do sistema viário, policiamento, fiscalização, julgamento de infrações e de recursos e aplicação de penalidades. (Vide Resolução n.º 142, gráfico e Anexo I) *SINATRAN: O Sistema Nacional de Trânsito não é um órgão autônomo, mas um conjunto de órgãos que atuam coordenadamente”.
      “Art. 6º. São objetivos básicos do Sistema Nacional de Trânsito: I – estabelecer diretrizes da Política Nacional de Trânsito, com vistas à segurança, à fluidez, ao conforto, à defesa ambiental e à educação para o trânsito, e fiscalizar seu cumprimento”;
      “Art. 320. A receita arrecadada com a cobrança das multas de trânsito será aplicada, exclusivamente, em sinalização, engenharia de tráfego, de campo, policiamento, fiscalização e educação de trânsito. (Vide arts. 4º, 5º e 6º da Lei n.º 9.602/98)
      Parágrafo único. O percentual de cinco por cento do valor das multas de trânsito arrecadadas será depositado, mensalmente, na conta de fundo de âmbito nacional destinado à segurança e educação de trânsito (FUNSET – Administrado pelo DENATRAN). – SEM GRIFOS NO ORIGINAL
      In http://gouveiacel.blogspot.com.br/2016/06/o-pardal-e-preciso-multar-nao-e-tao.html
      Abr
      *JG

  • Carlos Ferreira

    Por que a prefeitura não tem a mesma eficiencia para tapar os buracos e fazer a contenção das encostas com trabalhos preventivos?
    Maceió tá acabada de buraco, mas a desculpa é que a chuva atrapalha.
    Por que não fez a prevenção?
    Agora, para colocar radar (que eu acho correto), é de uma eficiência sem igual.
    O prefeito poderia ter colocar muito mais pardais, mas depois que a cidade estivesse com as vias em condições de circulação, sem crateras.
    A decisão é legal, mas diante da calamidade que está a cidade é, no mínimo, imoral.
    Isso é um tapa na cara do povo!

  • Alex feitoza

    Não sou contra as multas, pois se é lei então temos que respeitar.
    Porém fico indignado com os paliativos “tapa buraco” quando se arrecada e bem com as multas, além da famosa taxa de manutenção de via. Vinculada ao licenciamento de carros e motos. Para andarmos em ruas e avenidas que mais parece o solo lunar de tanta cratera e asfalto irregular

  • Egivaldo lopes de messias

    O GRANDE ERRO DA ADMINISTRAÇÃO PÚBLICA É IMPLANTAR SERVIÇOS SEM ANTES EXECUTAR MEIO DE EFICIÊNCIA NA FISCALIZAÇÃO. UM EXEMPLO É A FERNANDES LIMA, POIS ENQUANTO VC ANDAR CERTINHO, MOTORISTAS OUSADOS E MAL-EDUCADOS FURAM PELA FAIXA AZUL, SEM SEREM MOLESTADOS, ENQUANTO QUE VC, OBEDECENDO A LEI VAI FICANDO PARA TRÁS, EM UMA FILA SEM FIM, ENQUANTO QUE O INFRATOR É BENEFICIADO SEGUIDO ADIANTE E PASSANDO OS CERTINHOS PARA TRÁS. UMA INJUSTIÇA. SE TIVESSE CÂMARAS ESPALHADAS AO LONGO DA AVENIDA, MONITORADAS EM TEMPO REAL, TENHO CERTEZA QUE O TRANSITO FLUIRIA DE FORMA JUSTA NAQUELA ARTÉRIA.

  • Deraldo Francisco

    Amigo Ricardo, ao contrário do que possa parecer, sou a favor da instalação dos radares. Também concordo que não temos a educação que o trânsito exige. Acho apenas que as coisas poderiam ser mais claras como: audiência pública, discussão com o Cetran e transparência na aferição da velocidade fotografando a placa dianteira do carro acima da velocidade permitida. E ainda uma revisão no funcionamento dos radares durante a madrugada. Nesse horário os riscos de acidentes caem. Os meninos da SMTT também deveriam atuar nas outras atribuições do órgão, como educação no trânsito e substituir os semáforos com defeito, coisa que se tem todo dia.

    • Educação

      Excelente comentário, em especial, a necessidade de transparência na aferição dos radares para angariar mais simpatizantes pela ideia de aliar fiscalização preventiva e corretiva com educação.

  • Almeida

    Sou a favor da fiscalização Sim. Existe muitos motoristas infratores, que não respeitam sinais, faixas de pedestres, faixa azul , dentre outras arbiteriades. Quem anda correto, nada tem a reclamar da fiscalização.

  • Eleitora

    O problema de controle de velocidade, se for 60 o pessoal vai passar entre quarenta e cinquenta com medo de levar multa.
    E cada vez mais o trânsito vai ficando pior.

  • Pinto7

    Falam em câmeras, pardais, e coisas mais. Mas e os agentes de Trânsito, alguém os viu por aí?
    Pouquíssimos, por que será que o prefeito não nomeia os concursados? Concientizar primeiro, multar depois, infelizmente a quem pense o contrário.
    #ficadica

  • Só mais um alagoano

    Acredito que isso ajude na fluidez do trânsito. Se observarmos, grande parte da lentidão em vários trechos da Fernandes Lima/Durval de Goes Monteiro, se deve por inúmeros motoristas trafegarem pela faixa azul e repentinamente entrarem na faixa central, atrasando o percurso de quem esteja dirigindo corretamente. Isso sem contar casos mais graves como no caso da principal de bebedouro/santa amélia, onde pela manhã no sentido centro, é comum carros trafegarem pela contramão.
    Parabéns Ricardo pelo posicionamento, infelizmente o brasileiro/alagoano precise ser domesticado pelo bolso, pois educação exige mais além da condição humana que encontramos diariamente!

  • Vivo

    Ando dentro dos limites e não tomo multa.

    Simples assim … Para os que reclamam, lamento, mas continuarão a toma-las.

    E a questão da Fernandes Lima é estrutural, ali não tem SMTT que de jeito e as soluções, quando forem apresentadas, ainda sofrerão críticas … Anotem.

  • Cidadao

    Avenidas e ruas planejadas , juntamente com boas condições para uso das mesmas e investimentos em educação e Cultura das pessoas também podem “AJUDAR”a solucionar esta questão.

  • Cícero Rogério dos Santos

    Respeitando todas as opiniões, não creio que é uma industria da multa, e sim uma maneira de multar os transgressores da lei, quem faz o certo, não da errado, seja motoristas ou pedestres.

  • Carlos

    Existem radares que apitam fortemente quando o carro passa acima da velocidade, deixando o condutor envergonhado, esse sim é educativo.
    Já a SMTT retirou até o quebra mola da Rotary e colocou o radar numa ladeira com o único e claro objetivo de arrecadar.
    A empresa que ganhou a licitação, que inclusive sob suspeita, é que tá deitando e rolando.

  • JEu

    Sou a favor dos radares e da fiscalização por câmeras… porém, precisa que se apresente provas contra o infrator, como fotografias e a indicação visível da velocidade… assim, não haverá tanta reclamação… além do que todos as pessoas, condutores ou pedestres, poderão visualizar o infrator da lei de trânsito… também concordo com alguém que disse que o pedestre também deveria ser multado… pois vemos diariamente pessoas que atravessam fora das faixas e com o sinal verde para veículos… além de insistirem de atravessar pela via onde tem passarela… afinal, o trânsito é feito por motoristas, motociclistas, ciclistas e pedestres… além dos veículos de tração animal (ainda existentes)… também ainda acho que, nas vias onde não tem fiscalização eletrônica, deve-se implantar lombadas físicas, tantas quantas forem necessárias…

  • José Roberto M. de Oliveira

    Aqui na Avenida Aristeu de Andrade, o veículos do TRE, bem como os veículos de servidores do TRE e da TV Gazeta, estacionam em qualquer lugar, mas não tem fiscalização por parte da SMTT. Qual será o motivo: medo?

  • NADO

    SÓ PENSAM EM MULTAR, MULTAR…….

  • santos

    É isso mesmo meu caro, parabéns!

  • alexandre

    Esse prefeito hoje que está governando há mais de cinco anos, deveria primeiro fazer obras nas nossas vidas que destravassem o trânsito, por exemplo, criar uma quarta faixa na Fernandes Lima, não seria necessário acabar com o canteiro central para isso, pois as calçadas são largas. A Fernandes Lima/Durval de Góes Monteiro é nossa principal avenida, e não tem um único viaduto, uma vergonha, por isso o trânsito trava. Rui palmeira é o pior prefeito que tivemos nos últimos 20 anos.

  • Nelson

    Acho que o Governo deveria criar uma punição severa e impiedosa para quem comete acidentes de trânsito, depois de ingerir bebidas alcoólicas seja qual for o teor, e não ficar perseguindo quem toma dois ou três chopes e tem ficha limpa junto a justiça. Desde meus 18 anos que dirijo e tomo meus chopes. Completei 40 anos que dirijo sem nunca cometer nenhum acidente com pessoas machucados, e agora tô privado de um prazer de se reunir com os amigos pra conversar, pra um relax, tomando um chope pois o Governo generalisou que todas as pessoas que bebê é irresponsável e causadores de acidentes. Isso chama-se se ditadura branca. Nós EUA a polícia não persegue quem toma uma bebida, lá a polícia persegue, prende, é pune quem comete impudencias e acidentes de trânsito. O Brasil é uma máquina desimbestada na contra não do Mundo.

  • amorim

    Fico perplexo com essa resistência aos redutores de velocidade. Será que as leis não foram criadas para todos? Se não, vejamos: Estamos sempre atentos para criticar as classes políticas pelos seus desmandos e falcatruas, aos legisladores, pelas causas próprias, a justiça, pela sua lentidão em não julgar causas que nós julgamos serem simples, muito bem! Fazemos juízo alheio com maestria, mais quando a causa é contra nós, somos os primeiros a legislar em causa própria. Qual a dificuldade em se obedecer uma lei? Que por sinal, tem a finalidade de salvar vidas? Quem já passou por essa dor, sabe porque sou a favor, o ser humano precisa de um limite, como somos desobedientes por natureza, o mexer no bolso torna-se uma ferramenta eficaz, que venham mais redutores, continuarei não sendo incomodado…

    • Robson

      Bem pontuado. Ademais, creio que a educação para o trânsito deveria ser cadeira escolar desde a tenra infância, pois todos, salvo raríssimas exceções, serão atores no trânsito. Condutores de veículos automotores, de propulsão animal ou humana, pedestres, desde o mais jovem ao idoso. Então, por que não educamos de maneira constante como a matemática e o português? Vamoa acabar com a história do “eu não sabia” ou “todo mundo faz”. Cada um que responda pelo que faz, seja cidadão, contribua para o bem comum, inclusive os legisladores e administradores públicos.

  • breno

    Simples, se todos respeitarem as leis básicas de trânsito ninguém precisará encher os bolsos sedentos da SMTT.

  • Williams Roger

    ?sou a favor dos pardais, contanto que tivesse o medidor de velocidade em LED. Pra gente ter segurança se realmente fomos multados ou não. Ou se realmente a velocidade bate. Pois houve um erro próximo só aeroporto, mesmo com medidor, avalie sem!
    Se colocar o display de velocidade, para o condutor ter a certeza da velocidade que está, por questão até de segurança para não ficar dirigindo olhando para o painel do carro, pode colocar 200 pardais.

  • Paulo Rostner de Olivença

    Fazer cumprir a Lei é uma coisa, porém a SMTT tem falhado muito no quesito engenharia de tráfego. Vejo com muita preocupação a instalação de pardais na faixa azul, pelo simples fato da SMTT não está fazendo o dever de casa corretamente. Imaginem as faixas de desaceleração e aceleração quando o condutor precisa de pelo menos 100 m para ambos os casos, o que hoje não está executado corretamente. Por exemplo, quando você sai de uma rua perpendicular à faixa azul faz-se necessário uma aceleração para retornar à via regulamentada, mas nem sempre o veículo na via paralela permite o seu acesso e isso pode se tornar uma indústria de multas ao passar pelo radar.

  • Lima

    Resolver os problemas relacionados ao transito, são incapazes, são amadores e incompetentes.
    Em Maceió, atitudes simples, como exemplo, retirar estacionamentos de ruas que ligam um bairro ao outro já melhorariam o fluxo de veículos. Esses amadores da prefeitura só sabem instalar pardais para sacanear a população e não são capazes de perceber que tem muito que fazer. Saiam de traz dos birôs e vão a rua analisar oportunidades de melhoria ou então vão trabalhar no que são capazes de fazer bem feito.
    Aqui as ruas estreitas têm estacionamentos de um lado e às vezes, até dos dois lados, provocando funil e congestionamento. Eu não entendo como ruas que são ligações de um bairro para o outro é permitido estacionar. Eu não sei se é falta de conhecimento, vontade ou burrice mesmo.

  • LimaJr

    Aqui em Maceió tem engenheiro de trânsito? Se a resposta for sim, rasgue seu diploma e volte para escola, procure fazer algo que seja capaz de realizar. Deixem de amadorismo ou de burrice, se quiser orientações, contratem uma consultoria, se são burros, tragam alguém de fora que faça o que vcs não são capazes.

  • Ednaldo Fernandes

    0lha, respeito à opinião de todos os internautas, mas eu penso diferente, por que não implantam nas escolas, a chamada ‘EDUCAÇÃO NO TRÂNSITO’, pois no meu entender, tem que atacar o problema e não o efeito; Quando você tem noção sobre trânsito, desde pequeno, às chances de por em prática o que aprendeu durante toda à vida é muito grande. Do jeito que a SMTT, está fazendo, é uma verdadeira fábrica de multas, vai encher às ruas de pardais e abarrotar os cofre da Prefeitura. Porque à Prefeitura, não divulga o quanto é arrecadado por mês? o que faz com esse dinheiro!!! Porque não aplica esse dinheiro para melhorar o trânsito? cada dia mais caótico? Porque multar é mais fácil, né? Alguém está GANHANDO MUITO DINHEIRO COM ISSO!!!! Se não tivesse alguém ganhando, duvido que fossem instalados esse “monte” de pardais.

  • Diego Farias

    Onda verde por onde anda?

  • Leonardo

    Pior que os radares são os agentes de multa da SMTT, que o dia todo multado.

  • ALADROAS

    Ele tá é certo… Errado é quem o elegeu.

  • Joilson Gouveia Bel&Cel RR

    AS RENITÊNCIAS INFLEXÍVEIS DE PARDAIS EM NADA PRECISOS
    Joilson Gouveia*
    Torna-se, mais uma vez, outra vez e sempre, aos famigerados, renitentes, inadequados, imprestáveis ou em nada precisos “pardais” ou despropositados e desnecessários aos fins colimados de “defesa e proteção da vida humana” senão desbragada, inescrupulosa e criminosa indústria arrecadadora de multas por flagradas “infrações” registradas por eletrônicos sensores insensíveis; ou não?
    Urge colacionar alguns excertos de textos anteriormente editados sobre o mister, a saber:
    • É lembrar que “dirigir é uma arte”, onde nem todos os “artistas” são capazes de fazê-lo; conheci mentes privilegiadas, homens cultos e poliglotas, médicos e professores que eram inabilitados, nem dirigiam e muitos temiam e tremiam em dirigir. Portanto, se todos tivessem habilidade, capacidade e qualidade técnica e conhecimento das regras de tráfego e de trânsito suficientes, eficientes e eficazes não precisaríamos dos precisos pardais, nem sempre precisos assim, desde a sua implantação à infração captada por eles!
    • Os quais, no mais da vez, sequer seguem suas imprescindíveis e precisas técnicas e estudos científicos e pressupostos ou requisitos legais, para sua implantação nas vias, ruas, estradas e rodovias, onde rentáveis empresas buscam “proteger as vidas humanas”, tal e qual o sistema de segurança de câmeras ou de vídeo-monitoramento, que não evita, nem impede nem prende o infrator, o delinquente, o criminoso, o meliante, o assaltante ou o marginal que sequestre ou pratique o latrocínio, ainda que registre, grave e filme o flagrante em vídeos e fotos, os quais são altamente rentáveis às empresas instaladoras. Ou não? In http://gouveiacel.blogspot.com.br/2017/02/inexplicavel-descabido-ou-indevido.html
    Mais:
    • Houvesse sobriedade, seriedade e serenidade ou mesmo mera plausibilidade, admissibilidade e aceitabilidade, para reativação (dos “indigitados instrumentos de detecção de infrações e identificação de seus contumazes infratores”) dever-se-ia, por sua vez, essa religação ter por fulcro, estribo, assoalho, esteio e fundamento, na exata, precisa e medida, estatística e cientificamente, nos dados coletados que atestassem, provassem e comprovassem uma majoração recrudescente dos acidentes havidos no período em que se mantiverem desligados ou inativados, ou não?
    • Onde, pois, os referidos estudos científicos e estatísticos, para afastar de vez a desconfiança ou a quizila, querela e imbróglio e, também, as presentes reclamações de insatisfação dos usuários e condutores de veículos nessas vias sobre seu desiderato de que é a primacial arrecadação derivada das constantes multas?
    • Notem bem: vejam o caso de São Paulo; onde houve aumento da velocidade permitida, aferida e controlada pelos “pardais”, nas principais artérias de tráfego, mormente nas chamadas marginais (vias de tráfego e trânsito rápidos) que fazem fluir o tráfego com segurança, devidamente conservadas, pavimentadas, sinalizadas e fiscalizadas – o que não é o caso de nossa querida capital caetés!
    • Ademais, urge lembrar que é temerário, arriscado e perigoso o funcionamento de semáforos (não-sincronizados) entre às 22:00 e 05:00 horas, como advertira, admoestara e considerara a Desembargadora do TJAL, Elisabeth Carvalho, mercê dos iminentes riscos de assaltos nesse horário, os quais deveriam ficar em alerta permanente nesse ínterim. Ou não?
    • Em verdade, a maioria dos insatisfeitos desconhece o próprio Código de Trânsito Brasileiro – CTB -, sobre as vias de trânsito e suas velocidades permitidas: basta ver que muitos trafegam em velocidade inferior à permitida nas vias da esquerda, no mais da vez, usadas para ultrapassagem – só para falar o mínimo.
    • Enfim, o pardal é preciso (dês que aferido pelo INMETRO), multar não é preciso! In http://gouveiacel.blogspot.com.br/2017/02/trafegar-e-preciso-multar-nao-e-preciso.html.
    Reitere-se:
    • Por que tais pardais nunca aferem a velocidade compatível com a via, pois sempre “reduzem à metade” ou muito aquém da mínima, das velocidades permitidas das vias? Como haver excesso do limite máximo de velocidade, se aferem-no pelo mínimo da metade da velocidade permitida e regulamentada?
    Há mais, muito mais em nosso Blog, a saber:
    a) http://gouveiacel.blogspot.com.br/2016/10/nossas-maquinas-mortiferas-versus.html;
    b) http://gouveiacel.blogspot.com.br/2015/11/educar-e-preciso-arrecadar-nao-e.html;
    c) http://gouveiacel.blogspot.com.br/2016/06/o-pardal-e-preciso-multar-nao-e-tao.html;
    d) http://gouveiacel.blogspot.com.br/2016/02/os-pardais-sao-precisos-trafegar-nao-e.html.
    Saiba mais:
    • Nossa querida e congestionada, má-conservada, esburacada e pouco ou em nada sinalizada e fiscalizada ou policiada capital, que não pode nem deve ser examinada, mensurada e avaliada apenas e somente só ou tão somente pelo que é coletado e retratado dessas vias, mormente desprezando os dados registrados das demais vias. Ou não?
    • Sem querer polemicar e já polemicando ou sendo um velho ranzinza cético, não estariam usando tais dados mais para apoio do que para iluminação?
    • Simples: sem os dados das demais vias desprovidas dos “precisos-pardais”, que chegam a quase 100% de nossa capital, haja vista que apenas cinco vias “fiscalizadas pelo preciosos e “precisos-pardais” não representam toda Maceió, e a eficiência mensurada em trinta dias não reflete os 365 dias ou doze meses. Outra: por que o mês carnavalesco como aferidor? Quantos meses ficaram desligados e inativos e quais foram os números registrados?
    • Mais ainda: quantas multas foram geradas, aplicadas e arrecadadas nos respectivos períodos, nessas ditas vias fiscalizadas pelos preciosos e “precisos-pardais”? – O que são 50 ou 100 acidentes, numa cidade com mais de um milhão de habitantes e quase o mesmo número de veículos, estatisticamente falando; já que valoram tanto os “números”?
    • Enfim, se é à preciosa vida que dizem, buscam e visam a preservar, como apregoado, aduzido, alegado e propagado, que sejam instaladas em todas as demais vias-de-trânsito rápido ou nas principais vias de nossa capital; ou não? In http://gouveiacel.blogspot.com.br/2017/03/os-preciosos-precisos-pardais-em-nada.html
    Abr
    *JG
    P.S.: Onde as faixas de segurança e de pedestres nos cruzamentos das vias calçadas e/ou pavimentadas, com ou sem semáforos, sinalização horizontal, vertical e aérea ou sonora, nas esquinas da cidade? Vale dizer: o CTB só funciona, presta e vinga, literalmente, onde houver instalação dos “precisos pardais” ou vídeo-sensores eletrônicos digitais”; fora dessas vias a vida humana não tem nenhuma valia; ou não?

  • Zu Guimarães

    Existem dois tipos de monitoramento do trânsito por câmeras: as que fiscalizam, procurando proteger o cidadão e as “caça-níqueis”; as primeiras necessárias.