Eu não imaginava que um dia pudesse ter saudade de frieiras na minha vida. Seria impensável. E olha que tenho um amigo muito querido, um sujeito pelo qual guardo um respeito e um carinho imensos, que não abre mão de ter uma permanente frieira, cultivada como a um amor do qual não consegue se separar.

Sujeito mais sensato que eu conheço, médico, de gosto refinado, M. faz questão de dormir de meias molhadas, encharcadas, para que suas frieiras estejam sempre renovadas, refrescadas, e possam lhe proporcionar aquela coceirinha de que aprendeu a gostar ainda na infância.

Mas, gente, quem teve banzo esta semana, por causa de inesquecíveis frieiras, fui eu. De me deixar abater pela lembrança de um afeto perdido.

Em pleno temporal, meu amigo Fred me provocou ao telefone:

– Lembra da Buarque de Macedo em dias de chuva?

– E como não?

– A gente atravessava a rua com água no meio da canela, até jogava futebol, e no dia seguinte, já era presenteado com uma frieira inteiramente nova.

Foi o mote – e esta glosa veio em seguida. Nasceu no fundo d’alma, como há de ser sempre com os objetos das nossas saudades; depois tomou a tela.

Não, gente, eu não teria vivido melhor se aquela comichão entre os dedos, antes de dormir, assistindo à televisão, não me provocasse um prazer próprio de quem não abre mão de algum sofrimento, véspera do gozo, para viver.

As dermatofitoses fazem parte da minha infância, com os apelos tocantes da memória, da mesma forma que o racha no meio da rua, o jogo de ferrinho, o pião, a ximbra, a correria fugitiva, o medo dos cães que guardavam as casas de onde tirávamos os frutos que matavam a nossa fome – na época em que vivíamos o papel de pequenos delinquentes -, o olhar teso pela fresta de alguma porta ou janela, as fogueiras sem vaidade de São João e São Pedro, as noites de sono sem culpa, os castigos paternos esquentando orelhas e outras regiões do corpo, o cinema de domingo, os primeiros sinais dos hormônios, a invenção da vida que não haveria de confirmar os sonhos.

Em tudo havia dor e prazer, na mais perfeita metáfora da existência humana.

Tratar das frieiras era um incômodo, inegavelmente. Todas as medicações, as caseiras, inclusive, provocavam dor, ardor, e tínhamos de nos submeter contrariados ao tratamento intensivo, cumprindo as determinações de quem mandava nos meninos do mundo.

Mas não ter as tais dermatofitoses ou tinhas, isso era impensável. Ouso afirmar que tivéssemos de decidir, por aqueles tempos, se com ou sem frieira, nenhum de nós titubearia em responder afirmativamente:

– Com!

Era gostoso de sentir, a coceira preguiçosa, a convidar os dedos da mão a visitar seus irmãos dos pés, naquele espaço entre uns e outros, onde a vermelhidão inicial daria lugar à pele sem vida, retirada no esfregão deliciosamente desesperado.

Depois, ah, depois, vinham os meses de praia, que já se avizinhavam. A água salgada seria um suplício nos primeiros dias de verão. Tratamento de choque a que nos submetíamos por necessidade das mais sentidas. Ninguém queria ser um sem-mar.

Claro que não trato aqui do ‘pé de atleta’, que o kichute veio inaugurar ainda na minha geração. O suor que ficava entranhado, o mau cheiro após as peladas na escola, tudo isso virou outro capítulo da história daqueles tempos.

A frieira, esta a que homenageio, animava a vida dos meninos que viviam de pés descalços.

É verdade que hoje não há nem mais meninos de pés descalços. Lamento por aqueles que não sentiram nem sentirão a dor e a delícia de curtir uma frieira.

 

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  • Joseph Patavio

    Frieira, chulé e suvaqueira caminhando são deleites pessoais para alguns. Afinal quem não as teve.
    Só uma coisa rivaliza com esses prazeres: uma catota bem tirada no escurinho do cinema.
    Saudades do cine São Luiz, na rua do comércio, pertinho do relógio central.
    De boca cheia dágua,um saudoso domingo para todos!
    .

  • JEu

    Bom dia, Ricardo. Boas lembranças, essas das frieiras… quem não as teve na época de nossas infâncias e pré-adolescência? Concordo com vc que não poderíamos viver sem elas… por que não nos era possível passar dias e dias, horas e horas sem pisar na lama das ruas, com ou sem chuva… e aí, frieiras eram meras consequências do prazer de ir brincar (seja que brinquedo fora: bola, peão, bola de gude ou chimbra, furão, etc, etc, etc)… gostei demais da conta das lembranças que nos trouxe hoje, neste domingo chuvoso (finalmente) de inverno… Bom domingo.

  • Joilson Gouveia Bel&Cel RR

    COÇANDO ENTRE OS DEDOS E UMA MEMÓRIA DE FELIZ HISTÓRIA
    Joilson Gouveia*
    Hilárias, saudosas, saudáveis e comichosas (sem melindres) reminiscências de um passado inolvidável, lúdico, seguro, alegre e feliz, ainda que aduzam, aleguem e insinuem ter sido tempos nebulosos, sombrios ou tenebroso, terríveis e austeros “anos-de-chumbo” – és, pois, o mais completo testemunho vivo de que “éramos felizes”, como fomos muito felizes – pois não é que até isso a gente tinha (sem trocadilhos), mas a ardilosa, dissimulada e falaciosa redemocratização de uma funesta, nefasta e nefanda tesoura-escarlate deu cabo, termo e fim!
    Ah! Como é bom sentir saudades desses tempos – que somente os de cabelos prateados ou sem eles podem recordar, testemunhar e comprovar – cujas reminiscências nos premia a todos em seus brilhantes, minudentes, rebuscados, detalhistas e bem dissecados textos dominicais, narrativas em contos e encantos que nos fazem fechar os olhos, viajar e reviver, revoltando sem revoltas numa viagem aos áureos tempos que não mais tornarão, nem os adultos, jovens, adolescentes e crianças de hoje e de agora poderão experimentar ou usufruir dessas inenarráveis lembranças, ainda eu possam tê-las entre os dedos essas prazerosas frieiras!
    És um contista, cronista, prosaísta e artista das letras e literatura exemplar, um literato caetés e tupiniquim sem igual, parabéns e muito obrigado pelas saudáveis e saudosas memórias!
    Abr
    *JG

  • Joilson Gouveia Bel&Cel RR

    ERRATA AO ANTERIOR
    COÇANDO ENTRE OS DEDOS E UMA MEMÓRIA DE FELIZ HISTÓRIA
    Joilson Gouveia*
    Hilárias, saudosas, saudáveis e comichosas (sem melindres) reminiscências de um passado inolvidável, lúdico, seguro, alegre e feliz, ainda que aduzam, aleguem e insinuem ter sido tempos nebulosos, sombrios ou tenebroso, terríveis e austeros “anos-de-chumbo” – és, pois, o mais completo testemunho vivo de que “éramos felizes”, como fomos muito felizes – pois não é que até isso a gente tinha (sem trocadilhos), mas a ardilosa, dissimulada e falaciosa redemocratização de uma funesta, nefasta e nefanda tesoura-escarlate deu cabo, termo e fim!
    Ah! Como é bom sentir saudades desses tempos – que somente os de cabelos prateados ou sem eles podem recordar, testemunhar e comprovar – cujas reminiscências nos premia a todos em seus brilhantes, minudentes, rebuscados, retratados, detalhistas e bem dissecados textos dominicais, narrativas em contos e encantos que nos fazem fechar os olhos, viajar e reviver, revoltando sem revoltas numa viagem aos áureos tempos que não mais tornarão, nem os adultos, jovens, adolescentes e crianças de hoje e de agora poderão experimentar ou usufruir dessas inenarráveis lembranças, ainda que possam tê-las entre os dedos essas prazerosas frieiras!
    És um contista, cronista, prosaísta e artista das letras e literatura exemplar, um literato caetés e tupiniquim sem igual, parabéns e muito obrigado pelas saudáveis e saudosas memórias!
    Abr
    *JG

  • Giuseppe Gomes

    “COM”,seria também a minha resposta às marcas indeléveis da infância/juventude. Temos que envelhecer e hoje, diabético, não posso dar-me ao “luxo” de tê-las, para ajudar a conter os ímpetos diante do suspense de um bom filme na TV, já que aqui nas longínquas terras sertanejas os cinemas não mais existem. Quem diria, caro escriba, que uma coisa simples da infância fosse provocar tamanha saudade, a não ser pela sua imaginação fértil e dedos ágeis a deliciar-nos com as suas crônicas “dermafitosas”!

  • Frederico Farias

    Além das frieiras, lembrei-me das zorras, tendo como trave o “monumental portal” da milenar garagem do Paivinha, segundo alguns mais antiga que a Esfinge de Gizé.

  • Antonio Moreira

    Sinceramente, no geral, não tenho saudade da minha infância.
    Lembro-me da frieira nos pés e de outras coisas que deixaram marcas no meu corpo.
    Gosto de correr, inclusive na chuva. Tenho mania de pegar uma enxada/vassoura e limpar a rua que moro, até chovendo. Fazem gozação comigo e eu nem ligo. Não preciso dizer que estou exercitando cidadania e o meu corpo.

    Um dia, entrei descalço no meu banheiro, logo senti o meu pé grudado no chão.
    Gritei: quem foi dos 3 que sujou o banheiro? Hoje só tenho 2 filhos.

    • Luiz Antonio

      Parabéns pelo hábito como bem o disse, de cidadania, meu pai também o fazia na Godofredo Ferro sob críticas, o brasileiro tem vergonha do trabalho simples, braçal, ranço da Nação escravocrata que fomos, qualquer atividade física faz bem a saúde e essa do Sr. é nobre!

      • Antonio Moreira

        Obrigado, Sr. LUiz Antonio pelas palavras.
        Estou com 56 anos, quem deve está satisfeita comigo é a Unimed.
        Hoje, à tarde, estava voltando da minha corrida, parei para ajudar embarcar em um ônibus um homem de cadeira de roda . Ele comia um chocolate e me ofereceu. Foi na Avenida Fernandes Lima.
        Continuei a minha corrida feito um menino brincando na chuva, feliz da vida!

  • DOS DEDOS AO CORPO!!!

    DO MOTE A GLOSA, A COCEIRA ETERNA NO CORPO INTEIRO DOS BRAZUCAS TROUXAS E BABACAS, Q/ENGOLEM DE GOELA ABAIXO A GRANDE PARTE DE POLÍTICOS, EMPRESÁRIOS & LOBISTAS, NO FEITO DA CORRUPÇÃO, DO DESVIO E DA ROUBALHEIRA DOS TRIBUTOS, IMPOSTOS, CONTRIBUIÇÕES PAGAS QDO. OS BRASILEIROS VÃO AS COMPRAS E QUITAM PAGOS NA BOCA DO ‘CAIXA’!!! OS MICROS QUE ABUNDAM CONSTANTEMENTE A MÍDIA NACIONAL, NADA ++++ DO QUE PARA ESCONDER A GRANDE BOLHA BRASIL, Q/SE CHAMA ‘CIRANDA FINANCEIRA FAMIGERADA DÍVIDA PÚBLICA FEDERAL’!!! A ‘CIRANDA FINANCEIRA LEVOU DOS BRASILEIROS ENTRE 2003 A 2016 (desGOVERNOS LULA & DILMA) O ABSURDO DE R$ 5,589.35 TRILHÕES ATRAVÉS DE EMPRÉSTIMOS TOMADOS PELO ‘TESOURO NACIONAL’ DEPOSITADOS A SEGUIR NA ‘CONTA ÚNICA’ NO BANCO ‘CENTRAL’ PARA SACIAR, ABUNDAR A ‘CIRANDA FINANCEIRA’ Q/SEM AUDITORIA SÉRIA E TRANSPARENTE, É A GRANDE BOLHA BRASIL!!! O PROBLEMA ‘BOLHA BRASIL’ É TÃO SÉRIO Q/O EX-MINISTRO DO PLANEJAMENTO E DA FAZENDA GUIDO MANTEiGA DISSE Q/O ‘ORÇAMENTO’ É UMA PEÇA FICTÍCIA, SENDO ASSIM OS PAGAMENTOS PELO ORÇAMENTO DA UNIÃO NO CÓDIGO 75.000, OS TAIS EMPRÉSTIMOS TOMADOS NO VALOR DE R$ 5.589.35 TRILHÕES (2003/2016) PARA PAGAR A ‘CIRANDA FINANCEIRA FAMIGERADA DÍVIDA PÚBLICA FEDERAL’ SÃO PAGAMENTOS EM QUE HÁ FINGIMENTOS, SÃO ILUSÓRIOS, ENGANOSOS E APARENTES!!! SE VOCÊS ENVEREDAR NO ATUAL GOVERNO DO TEMER, PODE ACRESCENTAR A FARRA DA TAL ‘CIRANDA FINANCEIRA’ ++++ R$ 1,445,89 TRILHÃO (SENDO R$ 795,43 BILHÕES/2016 A PARTIR DE 13/05 + R$ 650,46 BILHÕES/2017 ATÉ 29/06) E SE CHEGA AO INADMISSÍVEL TOTAL DE R$ 7,035.24 TRILHÕES, R$ 7,035.24 TRILHÕES, R$ 7,035.24 TRILHÕES, É SIMPLES DE DEDUZIR QUE A DÍVIDA PÚBLICA FEDERAL NÃO EXISTE E A RAZÃO DE NÃO SE FAZER UMA AUDITORIA TRANSPARENTE É PARA ENCOBRIR O QUE DISSE UM EX-MINISTRO MANTEiGA Q/FEZ ORÇAMENTO, Q/PAGOU ORÇAMENTO, MAS COMO DELATOR IN NATURA E RÉU CONFESSO Q/O ORÇAMENTO É UMA PEÇA FICTÍCIA, PODEMOS DIZER QUE A TAL FAMIGERADA DÍVIDA PÚBLICA FEDERAL NÃO EXISTE, QUE JÁ FOI PAGA, QUE É ANTIÉTICA E IMORAL!!! O MINISTÉRIO PÚBLICO FEDERAL, A POLÍCIA FEDERAL PRECISAM FICAR ATENTO, PQ. PODE TORNAR O Mensalão ++++ PTrolão COISAS INSIGNIFICANTES DIANTE DOS R$ 7 TRILHÕES DE EMPRÉSTIMOS TOMADOS PELO TESOURO NACIONAL PARA ALIMENTAR A ‘FICÇÃO’ DA ‘CIRANDA FINANCEIRA FAMIGERADA DÍVIDA PÚBLICA FEDERAL’!!! BRASIL, SEM ESQUECER QUE POR TRÁS DE R$ 4,325.14 TRILHÕES ESTÁ O seuRELLES teuRELLES MEuRELLES MEIRELLES COM PAGAMENTOS DE R$ 2,879.25 TRILHÕES COMO PRESIDENTE DO BANCO CENTRAL NO desGOVERNO D/COMUNISTA LULA ++++ R$ 1,445.89 TRILHÃO DO ATUAL GOVERNO TEMER!!!
    TEMOS SAÍDA PARA TAMANHA IMORALIDADE E FALTA DE SERIEDADE NO TRATO DA COISA PÚBLICA, A NÃO SER COM UMA INTERVENÇÃO DE NO MÍNIMO 2 ANOS, PARA EXTIRPAR DE FEZ A CORRUPÇÃO, ROUBALHEIRA E INCOMPETÊNCIA NA GESTÃO PÚBLICA?
    FORA MEIRELLES FORA MEIRELLES, NA DEFESA DOS ++++ DE 208.000.000 DE BRASILEIROS!!!
    SDS/DEMOCRATAS.
    Domingos Correia.

  • Fernando Dacal

    Ricardo,
    Você me fez fazer uma gostosa viagem ao passado, dentre tantas coisas que nos deixam saudades: frieiras, jogar bola na chuva e na lama, ximbica, ferrinho e tantas outras de um tempo em que podíamos apelidar, xingar e sofrer palmadas de pai e mãe sem ter a ousadia de denunciá-los aos “direitos humanos” ou quem quer que fosse. Simplesmente somos de uma época que se respeitava sem haver a necessidade de regramentos.
    Fico imaginando como nosso amigo General coçava suas frieiras metodicamente e outro amigo de chopp usava as suas frieiras, coçando-as para aumentar sua libido…

    Resposta

    Meu caro Dacal:

    Você acertou em cheio. Os dois personagens já usavam o comichão para treinamento do futuro.
    Grande abraço,

    Ricardo

  • LUCIO ROCHA

    “É verdade que hoje não há nem mais meninos de pés descalços. Lamento por aqueles que não sentiram nem sentirão a dor e a delícia de curtir uma frieira.”
    Infelizmente discordo do encerramento do seu bonito texto, você, talvez, deva andar mais a pé, continua existindo milhares de crianças descalças pelas ruas, não do nosso nível social, contraindo verminoses, leptospirose, etc além da gloriosa frieira.

    Resposta

    Meu caro Bolinho:

    Concordo inteiramente com você. Embora a crônica, de temática mais leve, domingueira, tivesse apenas a intenção de ironizar um pouco o nosso comportamento de pais de filhos da classe média – nossos filhos não tiveram frieiras -, a sua afirmativa é a verdadeira. Os meninos e meninas da pobreza continuam “contraindo verminoses, leptospirose, etc além da gloriosa frieira” – e muito mais: morrem de fome, são estupradas, vilipendiadas, aniquiladas pelo tráfico, pela falta de educação, de saúde, de moradia que mereça este nome, pela nossa omissão e pela nossa ação (histórica). Eu bem sei deles, independentemente de andar mais ou menos a pé – embora preferisse andar menos de carro, escravo do tempo que sou, a precisar “ganhar a vida”.
    Valeu a inestimável contribuição. Os leitores haverão de agradecer, e este “velho jornalista” se sente honrado em tê-lo como leitor.
    Grande abraço,

    Ricardo Mota (Peninha)

  • Há Lagoas

    Como sempre, uma crônica magistral!
    Não cheguei a adquirir o tal “pé de atleta” mas, fui dono de um quase “indestrutível” kichute – espécie híbrida de tênis/sapato lazarento que resistia a qualquer prova de fogo sem sofrer maiores danos mas com um chulé patenteado e característico que acabava com qualquer olfato mais delicado.
    Fui um menino sortudo da Cambona que guarda boas lembranças.
    Uma boa semana a todos.

  • Giorgio

    Interessante sabermos que o nobre jornalista ainda guarda recordações de uma infância, juventude carregada de uma inocência dos ” pés no chão”. Guardo também as lembranças da quadra em frente o quartel da polícia militar. Da rua Augusta, pela manhã. Dos degraus do mirante da Santa Terezinha. Bom recodar! Daquela Maceió!

  • Robson Costa

    Aplausos…
    Para Ricardo e aos leitores, além da magistral crônica, os comentários, aplausos…

  • treal

    Morro de saudades do meu bicho-de-pé !

  • Jordan Costa

    Bons tempos que não voltam mais! Fiquei na dúvida de qual seria a melhor opção: se uma boa frieira após caminhar na lama em dias de chuva ou uma boa partida de futebol tendo a porta da garagem do “santo” Paivinha como trave.Opto pelas duas. Kkkkkk