O advogado, procurador de Estado, professor universitário e escritor Fábio Lins é o convidado do Ricardo Mota Entrevista desta semana.

O motivo principal?

Ele lançou, recentemente, o livro Graciliano Ramos e a Administração Pública – comentários aos seus relatórios de gestão à luz do Direito Administrativo Moderno –, ressaltando as qualidades pouco conhecidas do grande escritor na condição de gestor público.

Uma aula, em qualquer tempo e lugar, daquilo que apenas imaginamos ser possível, na busca por um modelo de governante honesto, de rara sensibilidade social, impessoal nos seus atos, absolutamente revolucionário na condução da administração pública, ainda que limitado pela pobreza e pela falta de compreensão daqueles que deveriam ter formado com ele na batalha contra a ignorância e a miséria.

É uma conversa de meia hora em que o escritor Fábio Lins comenta os famosos – para os do meio – relatórios de Graciliano Ramos, que o tornaram conhecido nacionalmente, e narra histórias deliciosas e marcantes da passagem do autor de Vidas Secas pela atividade pública.

Uma entrevista que me deu muito prazer em participar – e convido você a assistir.

Ricardo Mota Entrevista

Domingo, às 10h30, na TV Pajuçara

Convidado: Fábio Lins – professor universitário e escritor.

 

Entre os dedos
Mobilização de trabalhadores rurais do interior 'salva' greve na capital
  • Robson Costa

    Ricardo, somente de escutar seus comentários no 12:10 notícias sobre o tema, fiquei bastante entusiasmado, até viajando no tempo, pensando “finalmente alguém que vale a pena votar e eleger”, eis que acordo do sonho e caio na realidade.
    Enquanto formos esse povo egoísta, medíocre, que se vende por pouca conversa, que se deixa enganar por palavras vãs, teremos o quê merecemos.
    Pequenas atitudes de jogar o lixo na rua, enganando a si próprio, contribui para engrandecer o mau político.

  • JEu

    Conheço rapidamente a passagem de Graciliano Ramos pela administração de uma prefeitura do interior, quando demonstrou o que é lutar pelos reais interesses públicos… creio que chegou mesmo a se desentender com familiares por negar acesso a emprego no município, em virtude de, primeiro, considerar que nepotismo não é aceitável, e segundo, por não haver verbas suficientes para contratação de novos funcionários sem prejudicar os serviços, já parcos, à população… esse foi um exemplo que o tempo se encarregou de “apagar” na memória do povo e, principalmente, dos gestores posteriores, o que podemos dizer, atuais… muito boa lembrança do professor Fábio Lins… livro que, com certeza, merece ser lido…

  • Cesare Lombroso

    As eleições em nosso Estado são decididas por servidores públicos e analfabetos, veja:

    280 mil analfabetos; 150 mil servidores públicos que são enganados com reajuste nos salários no ano que precede a eleição. Essa miséria vem ocorrendo e propagando-se desde o início da emancipação de ALAGOAS. É muito difícil existir um bom produto (gestor) com uma matéria prima estragada (eleitor).

    Sem educação não há avanço, a matéria prima misturada formaram o produto podre que formou o politiqueiro que transformou a política em politicagem.

    Veja o que os patos batedores de panelas do MBL e etc, alienados pela GLOBO SONEGADORA FIZERAM.

    As perspectivas para o futuro é muito difícil. Os politiqueiros querem somente aumentar as dificuldades dos trabalhadores; oprimindo-os em troca do voto.

    Voto não tem preço!

  • Há Lagoas

    Graciliano foi um dos poucos políticos cujo princípio norteador o qualificou como um cidadão de bem, preocupado com sua gente e um verdadeiro republicano.
    Inocente no que se referia a ideologia marxista – principalmente a stalinista – não se rendeu aos meandros do poder e sobreviveu mantendo o seu nome incólume entre a desprestigiada classe política.
    Pagou o preço por suas ideologias – e toda ideologia tem seu preço – e nem por isso desistiu de seus ideais e não sucumbiu aos ditames do mundo.
    Um alagoano que nos enche de orgulho.

  • Joseph Patavio

    Gracilianos é uma espécie em extinção no Brasil.

  • Giorgio

    Onde encontro esse livro??

  • Joao da TROÇA anarco-carnavalesca BACURAU da Rua NOVA do Sertão – em St’ANA!

    Ricardo, … entrevista IMPERDÍVEL ao redor do Véi GRAÇA.
    menino biblado em Buique-PE, fumante inveterado nascido de Quebrangulo (1892) de Seu TIÃO e Dona Ma AMÉLIA, resfolegando no Rio (1953):
    … “Os dados BIOGRÁFICOS é que NUM posso arranjar, pQ NUM tenho BIOGRAFIA. [5 filhos e 3 filhas em carta a tradutor n’ArrEntiÑO (Raúl, 1937)]
    … “Nunca fui LITERATO, até pouco tempo vivia na ROÇA e negociava. [Nas praias do RIO, jornalista dsd 1912, nas agrstinas serras de PALMEIRA c’o pai a partir de 1915]
    … “Por infelicidade, virei PREFEITO no interior de ALAGOAS e escrevi uns RELATÓRIOS que me desgraçaram. [PESTE bubônica vitima 3 irmãos[]
    – Veja o Sr como coisas aparentemente INOFENSIVAS inutilizam um cidadão. [Preso em 1935, comunista? … “TEM que manter isso, VIU?]
    http://graciliano.com.br
    Na SERVILIDADE dsd 1817, na Maçayó + MARTÍRIOS entre outros:
    – M FALCÃO [LIcuri-PE 1915] sob BALA na (1957) até 1966;
    https://pt.wikipedia.org/wiki/Sebastião_Marinho_Muniz_Falcão
    – D $URUAGY [SLQuitunde-AL 1937) sob VAIAS (1997) até 2015.
    https://pt.wikipedia.org/wiki/Divaldo_Suruagy

  • Alfredo

    Amigo de seu colega Costa Rego, outro exímio gestor.Precisam “reencarnar”.Deus esteja!

  • Bene

    A mesma pessoa que sua memória nos orgulha com como conterrâneo ilustre e exemplo de homem público, foi perseguido e enxotado pelos ancestrais dos paneleiros hipócritas e demagogos, adoradores dos belzebus da politicagem allagoana que da lá para cá, pouco mudou a maneira de enxergar o mundo.
    Estamos vivendo o pior momento do país, uma quadrilha LEGAIZADA, desmonta a pátria amada, Brasil.

  • Nivaldo Mota

    Em tempo, Graciliano foi do Partido Comunista do Brasil ( PCB ). Por isso esse cuidado com a coisa pública!

    Em tempo:
    Graciliamo, por correção histórica, foi do Partido Comunista Brasileiro – em outra visão.
    O que seria quase o mesmo, mas não era.

    Grande abraço,

    Ricardo

  • wal

    Agora sim,irei dar atenção para essa entrevista,por não se tratar de uma praga,digo:(político),cujo o conteúdo da conversa eu já sei de todos eles.
    Bem;no caso de político honesto, hoje já não é o bastante,para os dias de hoje,onde nós vimos de tudo; políticos traíras com eles mesmo,juízes da mais da mais alta corte de justiça a serviço dos bandidos,(políticos),não se ver mais; nem políticos que trabalhe para o povo e com o povo. Existe sim;
    os que roubam, e os que se deixa roubar.
    QUERO VER E OUVIR ESSA PROSA DE DOMINGO…