A candidatura de Ricardo Nezinho à prefeitura de Arapiraca subiu o telhado.

O padrinho dele, Luciano Barbosa (o dos teclados) busca outro nome para substituir o ideólogo da Escola Livre – com direito a tornozeleira eletrônica –, aquela que levou o nome de Alagoas para o Museu Nacional do Atraso.

Não está sendo uma tarefa fácil.

Yale Fernandes, o vice da desistente Célia Rocha, seria a solução imediata, mas ele carrega a “herança maldita” da atual gestão, alvo de tantas críticas e bastante desgastada.

O vice-prefeito chegou a ser estimulado pelo governador Renan Filho para tentar ampliar o seu contato com a população de Arapiraca, no período em que Célia Rocha se afastou da prefeitura, mas ao que parece não obteve os resultados esperados.

A decisão de Barbosa veio em seguida: Nezinho e ponto final.

Só que havia uma pedra no caminho do deputado estadual, hoje alvo de gozação em todo o Brasil, com repercussão, é claro, em Arapiraca.

No almoço oferecido recentemente pelo governador aos deputados estaduais, Nezinho foi a vítima de todos os colegas e até de Renan Filho, que, com humor, não deixou de criticar o projeto tolo do arapiraquense.

Como diria o Conselheiro Acácio, “as consequências vêm  depois”.

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  • Antônio Pedrosa

    Não acho que a lei tenha o condão de retirar do Ricardo a vitória pela prefeitura de Arapiraca. Tampouco de fazer a democracia deixar de prevalecer em sala de aula, haja vista o fito do Escola Livre: promover o DEBATE e não a doutrinação irresponsável.