O senador Renan Calheiros, ainda que não tenha contra ele o tal “batom na cueca”, virou um vírus de grande capacidade de contágio.

O ministro da Opacidade Fabiano Silveira caiu em desgraça depois de aconselhar Calheiros sobre como agir no inquérito da Lava-Jato em que o presidente do Senado é alvo junto com o afilhado dele, Sérgio Machado, o delator-geral da República.

Não há mais retorno para Silveira, se não por crime, mas comportamento inapropriado para quem teria como missão resolver negócios bilionários em nome da União (os acordos de leniência).

A imprensa nacional anuncia que caberá a Calheiros a indicação do novo presidente da Eletrobras, na repetição dos métodos de esquartejamento da máquina pública para distribuí-la aos de sempre.

A prática dilmística passa a ser temerária como se nada tivesse existido.

O senador Renan Calheiros sempre tem dito que não indica ninguém para nenhum governo. Agiu assim antes, agora e o fará no futuro.

Pode ser.

Mas uma coisa está clara: dar conselhos a Calheiros pode não ser a coisa mais inteligente (e silenciosa) que algum candidato a poderoso pode fazer em Brasília.

Renans focam em Palmery Neto para vencer família Toledo em Cajueiro
Me and Billy Paul
Atualmente não há comentários.