Na próxima segunda-feira, o secretário da Fazenda, George Santoro, volta a Brasília para discutir o pacotão que está sendo negociado entre os governadores e o Palácio do Planalto.

É nesse conjunto de medidas, ainda a ser aprovado, que serão definidos os critérios e o percentual de reajuste dos servidores públicos de todos os estados brasileiros – uma política comum, com base em uma futura Lei Federal.

Convidado deste domingo do Ricardo Mota Entrevista, Santoro explicou que as medidas que constarão do pacote serão duras – na verdade, um novo ajuste fiscal –, mas permitirão que os estados tenham recursos para investimento nas áreas essenciais.

O busílis da questão: a presidente Dilma Rousseff se dispôs a alongar em 20 anos o prazo para o pagamento da dívida de Alagoas – por exemplo -, desde que o governador Renan Filho se disponha a cumprir algumas medidas que terão impacto político e social.

Ele só poderá – assim como os seus colegas – aumentar a folha de pessoal e o custeio da máquina pública dentro do limite a ser estabelecido pela tal nova lei, cujo projeto o Palácio do Planalto se compromete a enviar ao Congresso Nacional.

Concluindo: o percentual de reajuste dos servidores estará embutido nessa futura legislação.

Que ninguém, portanto, crie grandes expectativas em torno do tema.

Na entrevista, o secretário Estadual da Fazenda fala também da crise nacional, da sonegação e do aumento abusivo de combustíveis em Alagoas.

É conferir.

Ricardo Mota Entrevista

Domingo, 10h30

TV Pajuçara

Convidado: secretário George Santoro

O homem que não houve
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  • Maxwell Pontes

    Reajuste dos servidores é problema e reajuste da tabela do ipva em mais de 100% é o quê? Isto seria cômico se não fôsse trágico. Um dia o tiro sai pela culatra porque não sei até quando nós poderemos arcar com a irresponsabilidade dos governos. Imagine-se a seguinte situação: aumento de salário este ano: 3%, aumento do ipva este ano: 100%, e assim sucessivamente nos anos seguintes. Essa bola de neve vai estourar.

  • Lopes

    Jamais esqueçam que não existe dinheiro público. Todo dinheiro arrecadado pelo governo é tirado do orçamento doméstico. Da mesa das famílias.

  • paulino lopes cavalcante neto

    Aumento dado pelo governo do estado é péssimo, uma miséria, imagine pelo governo federal, o funcionário estadual acabou de se “lascar”.

  • JEu

    É como diz o ditado: o pau só quebra nas costas dos mais fracos… ou seja, do povo, pois funcionário público (com exceção de alguns casos especiais, principalmente comissionados políticos) também é povão… e sofre como todo brasileiro: só paga imposto para cobrir os rombos da im(p)unidade parlamentar e de outros descalabros deste país, principalmente dos governos perdulários e gastadores sem responsabilidade para com o bem público e o bem estar social…

  • SEBASTIÃO IGUATEMYR CADENA CORDEIRO

    JÁ VIRAM , NÉ !? LÁ VEM MAIS BOMBAS EM MEIO A UMA TRÉGUA PRÁ GRINGO VER . . . SE SEGUREM !!
    QUANDO NÃO É LAMA , É BOMBA ( DE 100 , DE 200 , KI-
    KI-KI—KI-KI-KI . . . Ô M I ! ) . Ô PAÍS SEVERGONHO DA PESTE ! DIGAM MESMO : VOCÊS SERIAM CAPAZES DE APOIAR , DE GOSTAR , DE MORRER ( ATÉ ! ) , POR UMA PORCARIA DESSAS QUE , DOLOSAMENTE , SEGUE MAQUIAVELICAMENTE , EXTERMINANDO O SEU PRÓPRIO POVO !? Ô POVO BRUTO !!! JÁ QUE É PARA SE ARROMBAR , EU PREFERIRIA O MUÇÃO COMO O GRANDE IRMÃO , PARA , PELO MENOS , MORRER SE ABRINDO , NESSA GRANDE FULEIRAGEM QUE SE CHAMA , BRASIL , ZIL ! ZIL ! ZIL !