São dois os embates entre o governador Renan Filho e o Ministério Público de Contas.

O primeiro, e mais conhecido, é o que envolve a vaga de conselheiro do TC deixada por Luiz Eustáquio Toledo, aposentado a pedido (compulsoriamente ?).

A questão já está na Justiça, com uma decisão liminar do desembargador Domingos Lima Neto, que suspendeu qualquer nomeação até o julgamento do mérito do Mandado de Segurança impetrado pela Associação Nacional do Ministério Público de Contas.

O outro embate é mais recente: o governador quer que o TC autorize o governo do Estado a gastar menos de 25% da arrecadação de impostos, o limite mínimo estabelecido pela Constituição, com a Educação.

A complementação ocorreria em 2034, o que o MP de Contas, com o apoio do MP Estadual e do MP Federal, não admite.

A decisão do TC, entretanto, pode contrariar os procuradores, o que não seria nenhuma novidade. Mas também essa questão pode acabar na Justiça, território do imponderável.

A pausa de final de ano não conseguiu, por ora, que a paz fosse estabelecida.

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