O secretário da Fazenda, George Santoro, não é exatamente um otimista profissional, até porque o “homem que sabe calcular” é economista, dado a lidar com números com a frieza que eles exigem.

Qual é a avaliação que ele faz para Alagoas, ressaltando os repasses da União?

As medidas adotadas no ajuste fiscal, pelo Palácio do Planalto, principalmente, só terão efeitos mais claros a partir de abril.

Nos três primeiros meses do ano, portanto, as transferências constitucionais de recursos, assim como a movimentação da economia local, a situação em 2016 será pior do foi no mesmo período deste ano.

E depois?

Ele aposta que o quadro deve melhorar – o que é um bom sinal. Evidentemente, a crise econômica vivida pelo país, impulsionada pela crise política, não tem solução milagrosa.

Mas tem solução, o que é mais importante.

A se ressaltar: o governo Renan Filho só terá um orçamento novo para chamar de seu nos primeiros meses do próximo ano, o que lhe dará tempo de novos ajustes.

Tomara que preservando os bolsos dos alagoanos.

Fim de ano é de festa para parlamentares lava-jatáveis de Alagoas
  • wal

    Eu não sei como esse pessoal, digo: o governo,e seu povo,a turma de Brasilia, ex: COLLOR,BIL-pai, BIL-filho, CUNHA,RENAN-pai,e suas lais, não morreram de fome neste ano…

  • NADO

    É IMPRESSIONANTE A QUANTIDADE DE PROPAGANDA DO GOVERNO NA TELEVISÃO. AQUILO É CARÍSSIMO.

  • Frederico Farias

    O segundo também….o terceiro….o quarto…..enfim, parece que, em 2016, veremos 2015 com saudoso carinho.

    Proponho um neo-queremismo: QUEREMOS 2015!

  • Consigliere Alagoano

    ## EM TEMPO!

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    Qual o LEGADO de LUCIANO BARBOSA na EDUCAÇÃO em 2015?

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    Além das demissões nas empresas terceirizadas, nada de novo, pois tudo foi TOCADO, veio do governo PASSADO.

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    Ele poderia ter FECHADO o ANO com alguma NOVIDADE já em 2015… mas não o fez.

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    LAMENTO, LAMENTO, LAMENTO…

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    2016, na pasta da Educação, não muda o Horizonte NUNCA, a governabilidade e as COTAS dos partidos, não assimilam a real função de cada SECRETARIA, o ESSENCIAL fica pra DEPOIS em alguma GAVETA, de algum Secretário Adjunto.

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    Depois reclama dos números do IDEB [Índice de Desenvolvimento da Educação Básica], que só serve para reuniões quando este indicadores chegam na mídia.

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    A solução é Secretário/Vice, ir para uma secretaria que ele posso exercer com mais interação e intimidade, Educação ENGESSOU o Luciano Barbosa.

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