Os quatro lava-jatáveis de Alagoas não tem do que do que se queixar, no final deste ano.

Alem do noticiário da imprensa, que já não causa tanto impacto, todos poderão comemorar um “feliz ano novo” sem qualquer incômodo.

Como seus inquéritos em curso e sob a guarda do Supremo Tribunal Federal, todos poderão entrar em 2016 como chegaram ao mundo: com a ficha limpíssima.

A lembrar: Alagoas é o estado que, proporcionalmente, tem o maior número de integrantes da sua bancada federal entre os detentores de imunidade parlamentar na Lista de Janot.

São quatro: Collor, Renan pai, Biu de Lira e Arthur Lira.

Se dois deles foram alvos de operações da PF, isso só tem efeito midiático, sem impacto social ou familiar.

No caso de Calheiros há, até, a gratidão, porque os policiais só foram em endereços sem qualquer risco para o presidente do Senado.

No último caso, há, sim, um nome que pagou a conta (moral e social): o cardiologista José Wanderley Neto, que há de ter sentido o golpe.

Mas isso parece inevitável para o ambiente que ele – também – frequenta.

Os demais, só andam nos lugares dos iguais, o que significa que, para eles, 2016 se anuncia alvissareiro e prenhe de felicidades.

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  • Alagoas não merece vocês

    Ricardo, agradeço seu trabalho incansável de bom Jornalista que é, e não só isso, sua honestidade, a preocupação em mostrar os fatos como são, e ainda alertar a população com esclarecimentos que só um profissional competente é capaz de faze-lo. Hoje no seu programa “12:10 Notícias”, você esclareceu com maestria, sobre os recursos Federais destinados aos estados; quanto mais o estado necessitado de verbas públicas é onde o Governo Federal tem uma sustentação política grande nesses estados, menos recebe ajuda Federal, alertou também, que em Alagoas onde temos representantes de Alagoas, que ocupam cargos públicos de grande relevância, não é ajudada por esses nossos representantes, foi bom ficar sabendo. Se possível, postar a materia, aqui. Grato,

  • Justiça !

    No senado Alagoas é 100%, é isso mesmo, 100%, viva Alagoas é 100…..Na Câmara tem de Taturana a Lava jato….Vcs pensam que o Brasil tem jeito, tem não, anotem !!

  • luis

    Então, meu caro Ricardo, você concorda comigo que o complexo penitenciário de ALADROAS, quero dizer, Alagoas é somente pra PPP (preto, pobre, prostitutas, policiais, professores), né?

  • valter barros botelho

    vc pode me dizer p min e milos de alagoanos que seria alvissareiro

  • SEVERINO FEIJÓ DE MENDONÇA

    NÃO DÁ PARA ENTENDER PORQUE O JUDICIÁRIO TRABALHA TANTO E DEPOIS TODOS OS POLÍTICOS ENVOLVIDOS EM CORRUPÇÃO LOGO ESTÃO SOLTOS E PARA SEMPRE.SERÁ QUE O MESMO ACONTECE COM OS NÃO POLÍTICOS .É POR ESSAS E OUTRAS RAZÕES QUE A CORRUPÇÃO NUNCA ACABA NO PAÍS.

  • J.Monteiro

    Meu caro Ricardo Mota, não só os “lava-jatáveis” de Alagoas, mas todos os mensaleiros, aloprados, petrolões e similares, podem comemorar, porque os ministros do PT, colocados no stf, pelo Lula, e pela Dilma lula da silva, já estão prontos para entrar em ação, inocentando, e diminuindo às penas já aplicadas a todos os acusados, e, os já condenados, acabando de desmoralizar, e jogar no lixo da imoralidade, esse tribunal que tornou-se um puxadinho do quintal do PT, apagando os resquícios de esperança que ainda restava nos corações das brasileiras e dos brasileiros honrados dessa republiqueta chamada Brasil. Eles, (os ratazanas da politicalha brasileira), podem sim comemorar, afinal estão desembolsando verdadeiras fortunas por essa farra de imoralidades. Concluo repetindo essa já tão conhecida frase: “Tá dominado, tá tudo dominado”

  • Joilson Gouveia Bel&Cel RR

    RENUNCIAR AINDA SERÁ UMA ÓTIMA SAÍDA; OU NÃO?

    Joilson Gouveia*

    Fortalecida? Isso é a mera opinião de achismo de “mães-Dinás”. Há duas saídas: RENUNCIAR, antes de processada e julgada; ou tentar se defender no Senado, onde será julgada e, certamente, CONDENADA.

    Os togados escarlates bem que tentaram, mas não conseguiram bloquear ou impedir, nem vetar, menos ainda mudar o andamento ou a tramitação do imprescindível, necessário e mais que urgente democrático-jurídico-constitucional-legal e regular Processo de Impedimento – postergado, protelado e procrastinado pelo STF, numa afronta ao Regimento Interno do Congresso Nacional, mormente da Câmara – que deverá ser embargado, para declarar válido a eleição secreta da Comissão Especial da Câmara, como estatuído no bojo do Regimento Interno – interna corporis – ainda que forjado, fraudado e amolgado pelo vermelho que suprimiu-o em sua ilação, mas não vingará posto que LEI vigente e própria para casos que tais: eleição secreta; que é bem díspar, distinta e diversa de votação.

    Nesse ínterim e até dia 02 de fevereiro de 2016, eLLa que cuide de arrumar uma “boa defesa”, dentro do devido processo legal, que a assegura o contraditório e garante-a a ampla defesa, haja vista que a competência de aceitar a denúncia ou seu libelo acusatório é privativa, restrita e exclusiva da Câmara, ainda que ao Senado compita processar e julgar, presidido por outro togado escarlate do STF. É a lei que dita as regras, mormente nossa Lei Maior: a Constituição Federal. Art. 51, 52 e 85 em consonância com a Lei do Impeachment de 1950, que foi recepcionado pela CF/88, a saber:

     Art. 51. Compete privativamente à Câmara dos Deputados:

     I – autorizar, por dois terços de seus membros, a instauração de processo contra o Presidente e o Vice-Presidente da República e os Ministros de Estado;

     Art. 52. Compete privativamente ao Senado Federal:

     I – processar e julgar o Presidente e o Vice-Presidente da República nos crimes de responsabilidade, bem como os Ministros de Estado e os Comandantes da Marinha, do Exército e da Aeronáutica nos crimes da mesma natureza conexos com aqueles; (Redação dada pela Emenda Constitucional nº 23, de 02/09/99)

     Art. 85. São crimes de responsabilidade os atos do Presidente da República que atentem contra a Constituição Federal e, especialmente, contra:

     I – a existência da União;

     II – o livre exercício do Poder Legislativo, do Poder Judiciário, do Ministério Público e dos Poderes constitucionais das unidades da Federação;

     III – o exercício dos direitos políticos, individuais e sociais;

     IV – a segurança interna do País;

     V – a probidade na administração;

     VI – a lei orçamentária;

     VII – o cumprimento das leis e das decisões judiciais.

     Parágrafo único. Esses crimes serão definidos em lei especial, que estabelecerá as normas de processo e julgamento.

    A lei especial outra não é senão a de número 1079/50, a saber:

     Art. 2º Os crimes definidos nesta lei, ainda quando simplesmente tentados, são passíveis da pena de perda do cargo, com inabilitação, até cinco anos, para o exercício de qualquer função pública, imposta pelo Senado Federal nos processos contra o Presidente da República ou Ministros de Estado, contra os Ministros do Supremo Tribunal Federal ou contra o Procurador Geral da República.

     Art. 3º A imposição da pena referida no artigo anterior não exclui o processo e julgamento do acusado por crime comum, na justiça ordinária, nos termos das leis de processo penal.

     Art. 4º São crimes de responsabilidade os atos do Presidente da República que atentarem contra a Constituição Federal, e, especialmente, contra:

     I – A existência da União:

     II – O livre exercício do Poder Legislativo, do Poder Judiciário e dos poderes constitucionais dos Estados;

     III – O exercício dos direitos políticos, individuais e sociais:

     IV – A segurança interna do país:

     V – A probidade na administração;

     VI – A lei orçamentária;

     VII – A guarda e o legal emprego dos dinheiros públicos;

     VIII – O cumprimento das decisões judiciárias (Constituição, artigo 89)

     Art. 14. É permitido a qualquer cidadão denunciar o Presidente da República ou Ministro de Estado, por crime de responsabilidade, perante a Câmara dos Deputados.

     Art. 15. A denúncia só poderá ser recebida enquanto o denunciado não tiver, por qualquer motivo, deixado definitivamente o cargo.

     Art. 82. Não poderá exceder de cento e vinte dias, contados da data da declaração da procedência da acusação, o prazo para o processo e julgamento dos crimes definidos nesta lei.

    Eis parte do Regimento Interno da Câmara, a saber:

     Art. 218. É permitido a qualquer cidadão denunciar à Câmara dos Deputados o Presidente da República, o Vice-Presidente da República ou Ministro de Estado por crime de responsabilidade.

     §1º A denúncia, assinada pelo denunciante e com firma reconhecida, deverá ser acompanhada de documentos que a comprovem ou da declaração de impossibilidade de apresentá-los, com indicação do local onde possam ser encontrados, bem como, se for o caso, do rol das testemunhas, em número de cinco, no mínimo.

     §2º Recebida a denúncia pelo Presidente, verificada a existência dos requisitos de que trata o parágrafo anterior, será lida no expediente da sessão seguinte e despachada à Comissão Especial eleita, da qual participem, observada a respectiva proporção, representantes de todos os Partidos.

     §3º Do despacho do Presidente que indeferir o recebimento da denúncia, caberá recurso ao Plenário.

     §4º Do recebimento da denúncia será notificado o denunciado para manifestar-se, querendo, no prazo de dez sessões.

     § 5º A Comissão Especial se reunirá dentro de quarenta e oito horas e, depois de eleger seu Presidente e Relator, emitirá parecer em cinco sessões contadas do oferecimento da manifestação do acusado ou do término do prazo previsto no parágrafo anterior, concluindo pelo deferimento ou indeferimento do pedido de autorização.

     § 6º O parecer da Comissão Especial será lido no expediente da Câmara dos Deputados e publicado na íntegra, juntamente com a denúncia, no Diário da Câmara dos Deputados e avulsos.

     § 7º Decorridas quarenta e oito horas da publicação do parecer da Comissão Especial, será o mesmo incluído na Ordem do Dia da sessão seguinte.

     § 8º Encerrada a discussão do parecer, será o mesmo submetido à votação nominal, pelo processo de chamada dos Deputados.

     § 9º Será admitida a instauração do processo contra o denunciado se obtidos dois terços dos votos dos membros da Casa, comunicada a decisão ao Presidente do Senado Federal dentro de duas sessões. (Artigo com redação dada pela Resolução nº 22, de 1992)

    Restando provados seus crimes imputados e delineados no bojo do pleito recebido, aceito e iniciado pela Câmara (crimes de responsabilidade, de evasão de divisas, de lesa-pátria e evasão fiscal, menoscabo à LRF, improbidade administrativa e suas pedaladas fiscais) eLLa será defenestrada do cargo por seis meses, impedida e cassada, de pronto – Oxalá! Presa e confiscados seus bens, notadamente os amealhados de modo obscuro, espúrio, ilícito ou ilegal (e aí a “Inês estará morta”) não mais caberá a tábua de salvação: RENÚNCIA; que a livraria das garras judiciais com a iminente condenação e cassação de seus direitos políticos por oito anos consecutivos, como feito com Collor; lembram?

    Enfim, procrastinaram, postergaram e protelaram para depois das férias forenses, recessos e dos festejos de Momo, para confirmar o aforismo: “tudo só começa depois do carnaval, no Brasil”. Ou não?

    Abr

    *JG

  • Edson Filho

    A PF, o Juiz Sérgio e o PGR Janot, estão fazendo suas respectivas partes, tratando chicos e Franciscos igualmente, céleres e imparciais em suas ações. O STF precisa cumprir o seu mister, julgar e condenar ou inocentar diante das provas colhidas, com imparcialidade, isenção, responsabilidade e celeridade, sob pena de a demora caracterizar conluio, injustiça e uma ameaça a democracia!

  • noemia Oliveira

    Ricardo não entendo tanta mídia

    e nossa ALAGOAS AFUNDANDO

    COMECANDO COM O FECHAMENTO DO HIPPER DA BUAQUE DE MACEDO SE NOS OLHAMOS E NO CENTRO

    E DALE LAVA JATO.

  • wal

    Qual é o único dia do ano, que estes não são de festas ? VIVA OS ELEITORES DELES…