A dívida, para ser mais exato, é de R$ 10.301.936,37, no acumulado de todos os tributos em atraso (ou em aberto).

Os valores impressionam e devem pressionar as empresas por causa da licitação prevista para o mês de setembro, quando elas devem apresentar as suas respectivas propostas, se quiserem continuar operando em Maceió.

Motivo: elas precisarão da CND – Certidão Negativa de Débito –, condição indispensável para que participem do certame. Assim, até lá deverão renegociar – com êxito – as suas dívidas junto a prefeitura.

O que, aliás, sempre é possível, desde que entre algum dinheiro nos cofres do município.

Veja a relação das empresas com seus débitos junto à Fazenda Municipal:

– Auto Viação Nossa Senhora da Piedade: R$ 3.117.567,81

– Viação Cidade de Maceió: R$ 2.684.435,72

– Massayo Transporte e Turismo: R$ 2.492.11,40

– Auto Viação Veleiro: R$ 1.182.905,58

– Empresa São Francisco: R$ 824.915,86.

Alagoas deverá se enquadrar na LRF no final de agosto
JHC: "Prazo de Renan Filho para escolha de conselheiro do TC acabou em 13 de julho"
  • JEu

    Creio que a frase mais usada pelas empresas de ônibus de Maceió é: devo, não nego, pago quando puder!

  • robson

    Olha só que conhecidência…

    A Piedade que opera no Benedito Bentes, bairro da ex-lider comunitária que hoje é vereador de Maceió Silvanio Barbosa

  • Momento de Reflexão

    O PROBLEMA DA RENÚNCIA

    Em todo ideal de engrandecimento humano, a renúncia é impositivo indispensável. O problema está no motivo que a inspira.

    É sábio renunciar ao prazer imediato, que logo passa, pela satisfação remota, mas sem fim.

    Renuncia ao amor-próprio, a fim de viveres a fraternidade legítima.

    Renuncia à maledicência e considera as próprias ulcerações morais que trazes ocultas.

    Renuncia ao ódio, considerando a necessidade do perdão, que pacifica.

    Renuncia à comodidade, renovando-te pelo trabalho na caridade fraternal.

    Renuncia à inveja, prevenindo-te contra a loucura.

    Renuncia ao orgulho, antes que te envenenes interiormente.

    Renuncia à sensualidade, edificando em ti o templo ao amor puro.

    Arma-te de coragem e investe tuas forças na renúncia, no silêncio, no trabalho edificante, na ação do bem, sempre que possível.

    Quem renuncia possui; quem usufrui deve.

    .Joanna de Ângelis / Médium Divaldo Franco
    Livro: Oferenda (extrato) – Ed. LEAL

  • Everton Sidney

    Bom é saber, que pelo menos uma empresa que faz o transporte em maceió não se encontra em debito com a prefeitura, pois ja que não foi citada a Real Alagoas, entendo que ela esta em dia com suas obrigações, e quem sabe a mesma não possa pegar linhas novas, na nova licitação.

  • Há Lagoas

    Atentemos para a ausência da empresa Real Alagoas do grupo pernambucano Borborema, ao mesmo tempo em que consta o nome da empresa Veleiro, que pertence ao mesmo grupo. Como pode ser isso?!
    A família Schwambach monopoliza o transporte público em Pernambuco, e muito provavelmente tem poder financeiro e político para fazer o mesmo em Alagoas!
    Esperemos os próximos rounds contrário aos interesses dos maceioenses…

  • WAL

    Completei 3 contas da eletrobrás em atrasos,e olhe que uma delas ainda vai vencer. Já recebi comunicado que estou no serasa. Valor R$ 250,00 conto magro. Mais para quem deve ( seus (MILHÕES ), e outros ( MILHÕES DE IPVA ), nem estão incomodados…
    VOTO NULO. .

  • Antônio

    Há Lagoas, sou motorista da Veleiro e ela é de grupo de empresários daqui mesmo, tem nada a ver com a Real

  • José Pinto de Luna

    Espero que esta licitação realmente aconteça, pois desde a gestão passada que esforços estão sendo feitos nesse sentido, notadamente pelo Ministério Público Estadual e o MP de Contas.
    Quanto ao comentário do “Há Lagos”: não existe qualquer vínculo societário, de fato ou de direito, entre qualquer uma das empresas de ônibus em Alagoas, especialmente entre a Veleiro e a Real Alagoas.
    Absurda tal afirmação!

  • marcilio tavares da guia

    A tática é essa, eles deixam a conta ficar bem alta depois vão lá parcelam sem juros em 100 anos, com desconto de 80%, sem juros. O restante desse débito somos nós que pagamos com a falta de médicos nos postos de saúde, professores nas escolas, iluminação nas ruas, ainda querem colocar masi 10 parasitas na câmara Municipal.
    Se vivemos o tempo todo com essas anomalias, sem saúde, sem escolas, sem segurança, sem ciclovias,sem nada, como não vamos viver sem essa lampreias.