A decisão já está tomada pelo Palácio República dos Palmares: o governador Renan Filho vai enviar à Assembleia Legislativa a mensagem de reajuste de 5% dos servidores estaduais.

“Não há espaço para nem mais um centavo de reajuste”, diz um palaciano, garantindo que o governo chegou ao limite.

Segundo ele, o projeto não foi encaminhado ainda porque o governo está esperando a aprovação da LDO, onde se encontra uma proposta de gastos inesperados em 2016: a emenda impositiva, que obriga o governo a liberar R$ 72 milhões, no próximo ano, para os parlamentares, através de emendas individuais.

“Isso representa 1,2% de toda a arrecadação prevista, e num cenário de grande incerteza”.

O governo negocia a apresentação de uma emenda não impositiva e que chegue ao limite total de R$ 37 milhões (em emendas individuais dos 27 deputados).

A argumentação dos governistas é de que a situação de crise está se aprofundando, e mesmo a arrecadação própria, de ICMS, já não cresce como antes.

Estados como o do Rio Grande do Sul – com destaque na mídia nacional – e Sergipe já foram obrigados a parcelar o pagamento do funcionalismo por problema de caixa.

Em julho, como me disse o governador Renan Filho, as despesas superaram pela primeira vez, este ano, a arrecadação. Daqui para frente? Eis um mistério a decifrar.

A mensagem do governador manterá o reajuste de 5% divido em três vezes, com a primeira parcela retroativa a maio.

Isso não satisfaz a ninguém, é verdade, principalmente a quem já ganha tão mal quanto os servidores estaduais.

A realidade do país no momento não apresenta a esperança na outra margem do rio, após a “travessia” dilmística-levyana.

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  • Jeffrey

    A educação possui verbas especificas, mesmo assim o governador ignora a lei que garante os 13,01% para os professores, onde está a justiça para exigir a aplicação da lei?

  • Funcionário Público Estadual

    Ricardo Mota e leitores, pelo que entendi, no Rio Grande do Sul, pagava-se aos servidores públicos como paga há muito a Prefeitura de Maceió, no último dia útil do mês, não tendo dinheiro para continuar assim o Governador resolveu fazer um parcelamento, contemplando todos na primeira parcela e dividindo o restante em mais algumas até concluir toda a folha de julho. Em Alagoas a primeira faixa salarial foi paga dia 30 passado, deve ter mais ou menos o mesmo percentual do primeira parcela do Rio Grande do Sul e a segunda faixa aqui sai dia 11, no Rio Grande do Sul as parcelas vão até quase o final no mês, portanto no meu entendimento e levando em consideração que em um passado recente Alagoas tinha três faixas e a última era dia 25 do mês subsequente já vivemos um parcelamento ainda pior que o Rio Grande do Sul e há vários anos, salvo engano desde Ronaldo Lessa. Quem era da última faixa só recebia dia 25 do mês seguinte e todo o salário, no Rio Grande do Sul já receberam mais de dois mil reais e vão receber mais parcelas até a conclusão de toda folha. A não insatisfação nossa é que já vivemos uma situação pior do que um parcelamento ou a tabela por faixa salarial, que foi o atraso do Governo Suruagy, salvo engano, e deixo espaço para reflexão.

  • Frederico Farias

    E o IFAL, hein, 1284o. “Que beleza!”.
    Uma sugestão deste reles professor: RE-RE-REOFERTA NA MENINADA!
    Professor FREDERICO JOAQUIM TELES DE FARIAS (FREDERICO FARIAS).

  • alagoas nao merece voces

    Parabéns pela abordagem no “doze e dez noticias” de hoje.
    A MMA, realmente não tem razão de existir, para mim aquilo t está longe de ser um esporte, e sua comparação foi perfeita; quando os romanos jogavam os Cristãos aos leões.
    Infelizmente a humanidade está longe de ser boa, mas vamos em frente. Quem sabe um dia, no lugar desses esportes violentos teremos competições de bondada, de gentileza e de amor ao próximo. Quando isso ocorrer, muito provavelmente outro tipo de violência que dizima a população mais carente deixara de existir, falo da corrupção.

  • Carlos antonio

    Caro motta, vc deveria lançar um desafio ai no blog. Pergunta “qual foi a obra que Renan Filho começou em Alagoas na sua Gestão”. Sabendo que não vale como resposta à reforma do hge,reforma santa Mônica,escola em tempo integral no Biu bentes,novo detran,saneamento em marechal e adultoras de água. Pois foram iniciadas e quase todas concluídas no Governo Vilela.

  • jose geraldo

    Como o estado quer aumentar a arrecadação, se o povo não tem dinheiro. O Fundeb paga o salário dos professores e teve aumento já esse ano desta verba,e quer dar essa migalha de 5% dividido em 3 vezes. Não se está pedindo aumento, apenas o cumprimento da lei federal que garante os 13,01%. O aumento dos salários de governador,secretários e deputados e secretario são divididos? E o percentual é de 5% também divididos em 3 vezes? As contas vão se acumulando, com os aumentos principalmente de água,energia, combustível,transporte e alimentos. E se não pagar é mais roubo com multas e juros absurdos. A Educação com os prédios ( escolas) sucateados e salários a muito tempo sem acompanhar a inflação e a Saúde em estado terminal ….

  • MARCÍLIO TAVARES DA GUIA

    PUBLIQUE SE FOR POSSÍVEL

    O Governo nem precisa mandar essa mensagem ao parlamento Estadual, não precisa rajustar salário de ninguém, a melhor medida seria ele reduzir a níveis dos salários dos professores, todosos vencimentos dos srs. Sec. Estaduais, e cargos comissionados.

  • carlos

    Funcionário Público,foi no dia 31 e não 30,que foi liberado a primeira faxa saálial.Palavra de Rei,não volta atrás foi uma questão de usura do gestor mor,podia sim percelar para 2016.Ele aproveita todos os cenários para justificar.Dependendo do momento e faz comparação sempre como negativo.Lei de Resposabilidade Fiscal,Grécia,Rio Grande do Sul,Sergipe,Pernambuco.Quero vê ele peitar a Assembleia Legisltiva e o Tribunal de Contas os campeão dos escândalos do erário,que vai da Taturânia a Rodoleiro.

  • ferreira

    Ricardo;
    Ninguém consegue explicar, como o Marcos Sérgio e sua turma, se mantêem na Secretaria de RESSORCIALIZAÇÃO. NÃO É POSSÍVEL QUE O GORNADOR NÃO SÁIBA DE NADA. Nós verdadeiros servidores do sistema prisional, estamos indignados com a demora da saída desse cidadão.