Havia uma confiança absoluta do governo de que os professores fechariam um acordo com reajuste de 7%, embora dividido em três, vezes.

Não foi assim, e não parece que haverá grandes avanços na proposta para a Educação.

O governo tem esticado a corda a cada rodada de negociação, e embora Renan Filho diga que não tem mais para onde ir, sempre se avança um pouco mais.

O discurso da LRF, ao que parece, não emplaca mais, nem mesmo internamente.

O problema parece ser de caixa: ou o governo não tem nada dentro ou está enchendo os cofres para uma cartada final.

Quem há de saber?

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  • Professora Veiaca

    É muita burrice por parte do governo, em oferecer 7% de reajuste aos professores, quando poderia oferecer 2% e todos serem felizes. O problema se dá que os atuais professores que estão na ativa e são esses que alavancam todo ensino público no Estado só têm 20h semanais, portanto ao fazerem bico como monitor deixam de contribuir com a previdência do Estado. Assim a folha dos aposentados hoje é 2/3 dos ativos, o que o governo não sabe ou não que fazer ou talvez seja burro, é aumentar a carga horária dos atuais da ativa, solucionando dois problemas, aumento da arrecadação do AL Previdência e diminuição do numero de monitores.

  • Cícero Fernando Rodrigues Silva

    100% de reajuste ainda é pouco para os professores que ficaram 14 anos sem benefícios desde a lei de 2000 para os senhores leitores terem uma ideia, cada professor recebia 200 passagens de ônibus para as escolas de difícil acesso, hoje recebem 30 apenas, ou seja, se pega dois ônibus pra ir e dois pra voltar dá 4 passagens e um total de 120 passagens mensais. Em reais a diferença é um valor que deveria ser hoje recebido por cada um seria 550 Reais e recebem ainda 100 Reais, o mesmo valor de 14 anos atrás. Sem contar que o professor paga tudo desde IPVA, combustível, pneu DPVAT, para usar o carro em benefício da Educação Pública. A solução do momento é aumentar a carga horária sem impacto na folha.

  • MARCÍLIO TAVARES DA GUIA

    Quero agradece a atenção dada por essa página a questão do rejuste dos servidores do executivo, sobretudo os da educação, classe a qial pertenso.Todo dia fala-se, fala-se, reclama-se, mas ninguém percebe o empenho que esse jornal tem dado a essa causa o que é de suma importância social.

    Nossa data-base foi maio, já estamos na prorrogação, as faltas não pararam os ataques dos burocratas da pasta de finanças. pelo andar dessa partida eu acho que o placar não muda tão cedo e no momento está um a zero para o governo.