A partir de janeiro do próximo ano, o Tribunal de Justiça ganha um novo presidente. A escolha do nome que vai substituir o desembargador José Carlos Malta já está definida.

Por maioria de votos, que pode virar unanimidade, o desembargador Washington Luiz Damasceno de Freitas vai comandar o TJ durante o mandato de dois anos na presidência.

O magistrado já dirigiu a instituição por seis meses, entre setembro de 2004 a fevereiro de 2005, substituindo o desembargador Geraldo Tenório, aposentando na compulsória quando ocupava a presidência.

Agora, o desembargador Washington Luiz chega ao posto pelo rodízio, uma lógica seguida pelo TJ.

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  • Alencar

    É bom ir amadurecendo a ideia de eleições para a escolha do presidente, nos moldes do que ocorre no Ministério Público Estadual.

  • Alagoas não Merece Voces

    Rodízio. Não deveria ter.
    Imaginem, se por acaso, uma pessoa ingressar no TJ e venha a ser um desembargador, mas digamos que essa pessoa, tenha um caráter duvidoso, o que é factivel, pois as vagas aparecem.

  • Advogado do Brasil

    O poder judiciário tem feito um excelente trabalho, na ultima gestão, principalmente na gestão dou doutor José Carlos Malta Marques, tenho certeza que o mesmo fará, o doutor Washington Luiz, etretanto, tem uma coisa que não se resolve no poder judiciário é estrutura de pessoal! O primeiro grau de jurisdição, não tem servidor para dá celeridade o processo, cerca de 30 anos sem concurso público, lamentável para toda a advocacia Alagoana, que depende de cada ato processual desde o deslinde da demanda até a prolação da sentença para sobreviver… e a OAB não está imune de criticas, tem ficado muito inerte diante dos proprios interesses da classe dos advogados, muito ativo no jogo politiqueiro, e fraca nas causas repúblicana, como foi na morte dos jovens que eram suspeito de ter assassinado o, policial militar no conjunto carminha no complexo benedito bentes, e tratado como fezes jogados na mala da PM, demonstranção cabal do enfraquecimento do Estado de direito em detrimento do Estado de policia, tempos obscuros, tenembroso virá, Dr. Ricardo

  • futuro promotor

    Nobre jornalista: essa informação não procede. O citado Des já teve um mandato como corregedor e como vice-presidente sendo que cada des só pode ter dois mandatos (= dois biênios) em cargos de direção (presidente, vice e corregedor) só podendo ter um terceiro caso todos já tenham tido seus dois biênios o que não é o caso.
    Como dito na matéria, ele assumiu a presidência em virtude da aposentadoria do presidente da época.

  • Ilzenir Rodrigues

    Excelente escolha sem sombras de dúvidas. O Desembargador Washington Luiz tem conduta ilibada e muita experiência para comandar os destinos do TJ/AL. Parabéns

  • ARTUR

    Tenho saudade do SAPUCAIA que teve uma atuação relâmpago em nosso poder judiciário, enquanto outros tenho impressão que é perpétuo e sem história.

  • José Roberto

    Estou torcendo para que isso aconteça, pois nós servidores já não aguentam mais as péssimas condições de trabalho e salários defasados!

  • Aline Souza de Andrade

    Futuro promotor, sua análise é que não procede. O impedimento só existe até que todos os desembargadores em atividade, no momento em que o Des. Washington Luiz saiu da Presidência, também ocupassem o mesmo cargo. Para sua informação, todos aqueles que ocuparam vaga de Desembargador no citado momento e que ainda estão em atividade já assumiram a Presidência. Logo, é exatamente em razão do giro da antiguidade na ocupação do cargo de direção que o impedimento não mais existe. Este é o entendimento que se colhe de diversos precedentes do CNJ.