Se os leitores levarem a sério tudo o que os partidos anunciam como decisões de suas convenções, vão chegar à triste conclusão de que fazem papel de otário.

A reforma eleitoral realizada no final do ano passado, e que deveria vigorar no pleito deste ano, já nasceu letra morta – como tantas outras leis no Brasil.

Ela previa, por exemplo, que os partidos deveriam, obrigatoriamente, apresentar as atas das suas respectivas convenções até 24 horas depois de realizadas.

Tudo mentira, para dizer o mínimo.

O STF até agora não se pronunciou sobre a validade da lei e os partido fazem o que sempre fizeram e do jeito que querem.

Não é por acaso que alguns partidos já realizaram suas respectivas convenções, com publicidade, fotos e textos de assessorias, mas ainda estão no campo da especulação sobre o seu futuro. São vários na mesma situação.

A data final para que os partidos formalizem suas coligações e seus candidatos é 5 de julho, quando as tais atas devem ser apresentadas à Justiça Eleitora.

Por ora, o que “vale” não vale nada.

As convenções são mesmo convescotes para trouxa ver.

Este?

Nós, os jornalistas, que reproduzimos o que dizem os partidos, ainda que saibamos que são maiores as chances de que estejam mentindo.

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  • Momento de Reflexão

    DIANTE DA CONSCIÊNCIA

    A vontade do Criador, na essência, é para nós a atitude mais elevada que somos capazes de assumir, onde estivermos, em favor de todos.

    Que vem a ser essa atitude? É a execução do dever que as leis do Eterno Bem nos preceituam para a felicidade geral.

    Eis alguns dos nomes que definem esse dever, nas situações em que nos cabe cumpri-lo:

    na conduta – sinceridade; e na ideia – serviço;

    na alegria – temperança; e na dor – paciência;

    no lar – devotamento; e na rua – gentileza;

    no estudo – esmero; e no repouso – dignidade;

    no poder – liberalidade; e na afeição – equilíbrio;

    na ofensa – perdão; e no direito – desapego;

    na posse – abnegação; e na falta – resignação;

    na conversa – proveito; e no ensino – exemplo;

    na corrigenda – misericórdia;

    no sentimento – limpeza;

    no conselho – demonstração;

    e na tentação – resistência.

    Em qualquer parte ou situação, não hesites quanto à atitude elevada a que estamos intimados pelos Propósitos Divinos, ante a consciência.

    .Emmanuel / Médium Chico Xavier
    Livro: Estude e Viva (extrato) – Ed. FEB

  • JOSÉ CATÓLICO

    Geralmente o convescote é organizado para alegria e interesse coletivos de seus participantes – lá os trouxas se divertem. Nas convenções atuais a politicagem impera – e os mais truxas comparecem para bajular, fofocar e negociarem os votos dos trouxas que não comparecem e votam em troca de migalhas e favores esdruxúlos. Pior, que nestas convenções – estão praticando a politicagem usando rteligiões vãs e deturpando o único evangelho do nosso Senhor Jesus Cristo. Convertam-se – pois só existe um Deus, um Batismo, uma só Fé, um só Evagengelho e por que tantas denominações e tantas deturpações religiosas? Tudo isto, transforma a política em politicagem; transforma a medicina em negócio, transforma a justiça em injustiça e avança nas desigualdades sociais. A conversão religiosa é importante para estagnar esta falta de bom senso é transforma a politicagem em política.

  • Williams Roger

    Realmente Ricardo, quem vai faz papel de trouxa mesmo!
    Tudo já é “decidido” antes por meia dúzia de “Caciques”!
    O que acontece mesmo é só formalidades.

    Os filiados, em sua grande maioria não passa de “massa de manobra”.

    Não existe mais debates e nem consulta aos filiados!

  • JOBSON, DO SINDIMETAL

    Pura verdade, Ricardo, veja um exemplo:
    Em 2006, o PC do B de alagoas disse que o seu Comitê Central teria decidido que em cada estado lançaria, apenas, um sindicalista como único candidato a estadual, em “memória a era Lula”, e que o escolhido teria sido eu, e terminou me convencendo e, por unanimidade, a plenária convencional aprovou meu nome a estadual e Marcelo Malta a Federal.

    Porém, na hora de registrar a candidatura, outro nome a estadual constava na Ata, guardando vaga para Marcelo ser substituído de federal para estadual, como de fato ocorreu. Pressionado a renunciar, não renunciei para não transparecer à venda da candidatura.

    Isso porque, um usineiro fez o Comitê Central do partido acabar com a ideia do candidato sindicalista e único e, assim, mudou a disputa de Marcelo para estadual, para que os votos dele não ajudasse a coligação eleger João Caldas a federal.

    Terminei sendo sufocando e mesmo o partido tendo me deixado sem as mínimas condições de campanha, ainda tive quase 800, os quais não me custaram nem um picolé, mas ao custo de muita dignidade.

    Afinal, isso me fez sair do PC do B, sem mágoa, porque na “democracia” que vivemos, os diretórios estaduais de partidos são obrigados a obedecerem às regras impostas pela ditadura dos seus diretórios nacional.

  • paulino lopes

    Tem presidente de partido que anda com quatro, cinco Atas debaixo do braço, a que mais lhe render, essa é que é a boa. Principalmente os partidos pequeno. E a compra de votos! Só que não ver é a justiça eleitoral; ver, mais faz que não ver. Isso é alagoas.

  • joatas

    Os últimos 10 posts foram sobre política … isso explica bem o que ela significa em Alagoas.

    Incrível o quanto se rouba de dinheiro público.