Numa ótima iniciativa, a Associação dos Magistrados de Alagoas vai realizar, na próxima segunda-feira, um ato de solidariedade ao juiz Mauro Baldini, da Comarca de Coruripe.

A forma encontrada pela Almagis para atuar, digamos, preventivamente, foi a realização de uma reunião da diretoria executiva no Fórum do Município.

O magistrado vem enfrentando problemas, já conhecidos por quem tem acompanhado este blog, em função da sua atuação incisiva no processo de falência do Grupo JL.

Tanto que ele já solicitou à entidade de classe o apoio no sentido de pleitear junto à Secretaria de Defesa Social do Estado reforço do policiamento no Fórum. O que deve ocorrer, sem dúvida alguma.

Inconformado com as decisões do magistrado, que marcou para o próximo dia 5 de junho a assembleia dos credores do Grupo JL, o deputado-empresário João Lyra tem desobedecido algumas determinação da Justiça, principalmente no que se refere ao relacionamento com os administradores da massa falida.

Vale lembrar que o juiz Sóstenes Alex, hoje na Comarca de Arapiraca, já havia sofrido ameaças de morte quando conduzia o mesmo processo, no ano passado.

Coruripe, infelizmente, é um município que inspira muitos cuidados, o que valoriza ainda mais o ato “preventivo” da Almagis.

Ao juiz Mauro Baldini, o blog manifesta total solidariedade.

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  • Momento de Reflexão

    VONTADE E ADVERSIDADE

    Realização alguma contribuirá para a felicidade sem que usemos o livre-arbítrio.
    A vontade é alavanca do destino. A alavanca, porém, é suscetível de ser movida para um lado ou para outro.
    O leme nas mãos do condutor equilibrado guia o barco ao destino; nas do navegante desprevenido, leva-o aos rochedos.
    Nem sempre conhecemos o que desejamos.
    Sonhamos com a supressão imediata de todas as provações que fustigam a Humanidade.
    Entretanto, que seria de nós, ainda carregados de egoísmo e orgulho, se doenças e lutas nos deixassem de repente?
    Se a Providência Maior logo atendesse a todas as nossas súplicas, a vida perderia o sentido.
    Os pedidos satisfeitos fora de tempo criariam ambições desregradas, levando-nos a desajustamento e loucura.
    O benefício de hoje é vantagem quando pode ser benefício amanhã e no futuro.
    Por isso, colocou Jesus no Pai Nosso: “seja feita vossa vontade na Terra como nos Céus”.

    André Luiz / Médium Waldo Vieira
    Livro: Sol nas Almas (extrato) – Ed. CEC

  • JOÃO CARLOS UCHOA

    Caro Ricardo Mota, não conheço tal magistrado, mas qualquer juiz ou promotor devem ter a discricionariedade , a livre convicção, respeitadas. Sem isso o estado de direito sentir-se-á enfraquecido e por sua vez os jurisdicionados amedrontados e injustiçados. Portanto, o juiz, principalmente, deve ter suas garantias incólume sempre.

  • Claudia

    Ricardo, quando você noticiou a renuncia do administrador Ademar Fiel, logo me veio a certeza que o mesmo tinha sido ameaçado ou teve algum familiar ameaçado em função da sua atuação como administrador da massa falida. Qualquer que seja o magistrado, promotor ou administrador, problemas com o cidadão João Lyra terá.

  • Igor ricardo

    Sr, juiz tenha dó dos alagoanos que estão sofrendo aqui em minas sem poder voltar pra alagoas pague pelo menos esses meses de atraso com esse dinheiro da conab, para eles se garantir ater vcs resolverem essa situação do acerto e a saida das carteiras que ainda se encontram resistrada, abaixo de Deus só o sr. pode fazer alguma coisa eles estão vivendo sobre ajudas aqui em minas gerais a espera por esse tão esperado dia que já completou 6 meses e ater agora nada

  • flexal de cima

    B Noite amigos,acho que dessa vez a coisa vai, a Justiça está fazendo cumprir s Lei, não sei porque esse medo,a almagis é forte, imagina os coitados dos funcionários que foram demitidos das usinas e não receberão nada, como estão!! tomara que se resolvam logo, se isso fosse em outro País, com certeza já tinha sido resolvido.Basta de tanta Impunidade!!!!!.

  • Paulo

    A Almagis, se realmente que prestar solidariedade ao Dr, Mauro Baldini, na minha opinião não seria dessa forma, e sim, junto aos Desembargadores, pressionando, lutando, com conversas, para que sejam mantidas as Decisões Judiciais do Magistrado, assim vai enfraquecendo o poder que o cidadão João Lyra tem, ou acha que ainda tem no estado. A arrogância, ignorância, o super poder de achar que tudo estava sob seus pés, foi o que fez está na situação em que se encontra, o Estado tem que ser superior, não está, ainda, se submetendo aos caprichos de um empresário falido(quebrado) juridicamente.