Para a família do professor Paulo Décio nunca existiu a possibilidade de ter ocorrido um homicídio na sua trágica morte.

O histórico não recomendava essa especulação, embora ela tivesse surgido de uma declaração pouco cautelosa do delegado que assumiu a investigação.

As “suspeitas”, é claro, chegaram à imprensa, que busca sempre algo além do que é visível mais facilmente – faz parte da atividade -, embora os acertos nem sempre ganhem dos erros.

Mas elas bem que poderiam ter sido evitadas. O laudo pericial agora conhecido só veio a confirmar a nota da família do professor, muito querido por todos, inclusive pelos colegas.

O incômodo provocado para os que já sentiam a perda de Paulo Décio já era suficiente, não precisava de novas teorias da conspiração.

O inimigo que vitimou o professor de Sociologia da UFAL foi o acaso, unido aos seus problemas de saúde.

Pelo em ovo é apenas isso: pelo em ovo.

Pior PIB do Brasil pós-ditadura foi da Era Collor
Voto de opinião pode juntar Judson e Fleming
  • Paulo Rostner de Olivença

    Caro Ricardo,posso até concordar com você: “pelo em ovo, apenas pelo em ovo”, mas toda essa polêmica que foi gerada em torno da morte trágica do professor Paulo Décio, deixando de lado a teoria da conspiração e as declarações do delegado, surgiu pela declaração de uma das testemunhas que afirmou que o carro explodiu antes de pegar fogo.Convenhamos, isso não é muito comum de ocorrer num veículo com a nova tecnologia embarcada.

    ESSA MANCHETE ABAIXO NÃO TEM NADA DE PELO EM OVO, É SIMPLESMENTE O RELATO DE HOMICÍDIO ACIDENTAL MAIS ABSURDO QUE JÁ TESTEMUNHEI EM TODA MINHA VIDA:
    “MÃE MATA MENINO DE 11 ANOS COM TIRO ACIDENTAL NA ZONA RURAL DE SÃO JOSÉ DA LAJE”
    Um menino de 11 anos morreu com um tiro de espingarda na manhã dessa quinta-feira (28), em São José da Laje, distante 98 km de Maceió. O disparo que matou a criança foi efetuado pela mãe por acidente, segundo informações da delegacia do município.
    Cleonice Alves da Silva, de 44 anos, disse à polícia que “varria embaixo da cama da criança quando o disparo aconteceu de forma acidental”. Segundo ela relatou, o menino estava em cima da cama, com a cabeça abaixada. O tiro atingiu o seu rosto.

  • sergio

    Tiro acidental, suicidios, mortes naturais, até atropelamentos, tem levado parte da imprensa “desbotada” a calassificá-los como ASSASSINATOS. Acham que com isso, preparam a alternativa de poder em Alagoas. Verdadeiro pelo em ovo.
    O que esses caras não sabem é que a equipe do governador vai vencer as eleições próximas com a politica da comparação, nos campos social, econômico e politico.
    Vai ser medido os investimentos captados, o crescimento do PIB e a inclusão produtiva das pessoas.
    A pergumta vai ser: aprovaram o modelo? Quer voltar ao passado?

  • Paulo Rostner de Olivença

    Prezado Ricardo, não quero parecer insistente, com todo respeito à família do professor Paulo Décio, mas continuo sem entender o que de fato realmente provocou o incêndio no carro.
    Veja a mais nova declaração do delegado responsável pela investigação do caso:
    “De acordo com o delegado da Força Nacional, os peritos detectaram que o fogo surgiu da “parte central do catalizador” do veículo e que a morte pode ter sido acidental, já que está descartada a hipótese de homicídio.”
    Descartada a hipótese de homicídio, então se ficar provado pela perícia que o foco do incêndio foi o catalisador, estamos diante de uma falha grave do veículo, pois a função do catalisador é receber o combustível queimado