O conselheiro Anselmo Brito, entre os seis integrantes do pleno do TC, é o único que não disputa a presidência da casa.

É uma festa: cinco querem os votos de seis – inclusive o próprio.

São candidatos ao posto de Luiz Eustáquio Toledo: o próprio, Cícero Amélio (que é candidato também a vice e corregedor), Cláudia Cleide, Rosa Albuquerque e Otávio Lessa, o primeiro-irmão do Chapão.

O que pode acontecer? Tudo, inclusive nada.

O tolo, nessa história, nasceu morto, de cinco meses e de embolia pulmonar com complicações provocadas por um AVC hemorrágico devastador, invasivo e evasivo.

A grande dúvida continua sendo: com quem fica Anselmo Brito, candidato a corregedor e o solitário conselheiro que não se dispôs ao jogo do: quem abre para quem?

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  • Oliveira

    É natural e congênito da DEMOCRACIA tupiniquim!!!Todos disputando, pelos mesmos objetivos,mesma causa…Desde?Até?Salve-se quem puder!Bom dia,boa sorte!

  • alagoano

    Vixe Maria! é de dar arrepios até em fantasmas.

  • A INÚTIL URNA

    Prezado Mota: Como foi bem dito, a eleição para presidente do “Tribuná do faz de Conta” nada representa para a nossa azarada Alagoas. A mesma inoperância continuará firme e forte. O que muda é outro posudo na cadeira principa desta conhecida sinecura.

  • Hermes

    Vai dar Claudia

  • Explicando Eleição no TC

    Caro Ricardo e leitores .
    Segue abaixo o que diz o regimento interno do TC, de como funciona a referida eleição.
    “Regimento Interno do Tribunal de Contas do Estado de Alagoas.
    CAPÍTULO IV
    DA ELEIÇÃO DO PRESIDENTE, DO VICE-PRESIDENTE E DO CORREGEDOR
    “ Art. 21 O mandato do Presidente, do Vice-Presidente e do Corregedor será de 2 (dois) anos, permitida uma reeleição, terminando com a posse dos sucessores.
    Art. 22 O Presidente, o Vice-Presidente e o Corregedor do Tribunal serão eleitos por seus pares, presente a maioria absoluta deles, observadas as seguintes exigências e formalidades:
    I – inscrição como candidato, perante a Presidência, até 15 (quinze) dias antes das eleições;
    II – terão direito a voto somente os Conselheiros efetivos, ainda que em gozo de férias ou licença;
    III – far-se-á a eleição, por escrutínio secreto, em Sessão Especial, no dia 15 (quinze) de dezembro, e a posse será efetivada no dia 1º (primeiro) de janeiro, exigida a presença de, pelo menos quatro Conselheiros titulares, inclusive, o que presidir o ato e, no caso de vaga eventual, na primeira Sessão Ordinária após a sua ocorrência.
    IV – serão utilizadas cédulas uniformes contendo cada uma os nomes dos Conselheiros que poderão ser votados, por ordem de antigüidade;
    V – no processo de votação será observado o sigilo do voto;
    VI – será eleito e proclamado em primeiro lugar o Presidente e, logo após, o Vice-Presidente e o Corregedor.”
    Ou seja, será feita uma eleição para o cargo de Presidente, outra eleição para Vice-Presidente e outra eleição para Corregedor.
    Portanto, cada Conselheiro pode se candidatar a todos os cargos, pois para cada cargo é feita uma eleição independente.

  • carlos

    Explica mas não justifica.Pela história desta corte de contas o candidato com melhor perfil é sem sombra de dúvida do conselheiro Cícero Amélio.Tem um belíssimo curriculo,construido com muito zelo e retidão na casa Tavares Bastos,por onde passou e atuou com desenvoltura não ficando de fora de nenhum momento crucial!!!