A convivência humana coletiva só se tornou possível porque se impôs pela necessidade. A xenofobia, o preconceito, a responsabilização do outro pela nossa própria infelicidade existem a partir de quando tomamos consciência de nós mesmos, como espécie formada por indivíduos que pensam e agem de formas tão diferentes.

Desde os primeiros agrupamentos humanos, tratamos de identificar os que não estão entre os nossos, mais próximos, como inimigos a serem vencidos. Foi o ódio, sim, tanto quanto o amor, que uniu tribos – pelos seus credos de qualquer conteúdo – e construiu sociedades tão distintas. Juntos seríamos fortes o suficiente para superar os outros, apossando-nos dos seus bens e apagando, o mais possível, o que construíram de uma cultura diversa da nossa.

Carregamos a empatia, a essa altura, na nossa carga genética. Mas ela só se manifesta com mais verdade e ação aos que são – em regra – da nossa mais restrita convivência. Temos uma imensa dificuldade, por exemplo, de repetir na vida os tão nobres sentimentos que a arte nos desperta.

A Humanidade teve momentos de grande solidariedade e altruísmo sempre que vivenciou grandes catástrofes. A última delas foi provocada por nós mesmos: a Segunda Grande Guerra, que nos apresentou heróis que haveriam de se tornar algozes de outras “tribos” e que refazem tragédias em menor ou em tão grandes dimensões.

Foram – aqueles – momentos de reflexão e compreensão das forças que nos impulsionam na vida, às vezes adormecidas pelo medo ou pela “velha” necessidade de estarmos juntos – para sobreviver e multiplicar.

Cada núcleo de convívio pode ser um laboratório perfeito para que possamos enxergar do que somos capazes. As reações iracundas no trânsito, no ambiente de trabalho, ou mesmo em casa, são os sinais de que podemos chegar aonde só imaginamos a presença alheia.  

Não somos maus nem bons – ou somos as duas coisas (com a devida licença do clichê). Mas quando o calo aperta, não é difícil encontrar os responsáveis pelas nossas agruras: o(s) outro(s). Isso vale para países, nações ou para os ambientes do cotidiano.

O que se passa lá fora se reflete dentro de cada um, que reage e devolve ao mundo, de forma quase sempre rasa, sua parte pouco ou nada processada. A diferença, para melhor, pode estar tão somente no quanto descobrimos o que – de fato – já habitava em nós mesmos.

A violência das ruas também vive na nossa alma. Descobri-la, inibi-la, domá-la e transformá-la pode ser uma tarefa dos deuses – mas é dos homens essa missão inevitável e intransferível.  

O escritor americano H.L. Mencken afirmou: “Se você quer a paz, trabalhe pela Justiça”.

Mas a Justiça há de ser um estado de espírito, se quisermos nos superar como espécie. É insistir ou desistir, deixando a outros, comodamente, o trabalho de nos reinventarmos.

Toninho Lins aposta na força de Collor para se reerguer em Rio Largo
O "buraco negro" dos vereadores de Maceió
  • heyder pereira campos

    MESTRE : ÚI, CARA PÁLIDA !!!

  • tania

    Texto perfeito para o momento que vivemos….. Parabéns!

  • Carlito Lima

    Caro Ricardo

    Entre 29 de agosto e 2 de setembro acontecerá a 3ª edição da FLIMAR – Festa Literária de Marechal Deodoro. Os homenageados serão: Théo Brandão e Antônio Torres. O Torres terá uma entrevista ao vivo no palco. Ele indicou Janaína Amado e Ricardo Mota para fazer esta entrevista. Portanto faço esse convite em nome da FLIMAR e de Antônio Torres. Favor dar um retorno para o EMAIL: [email protected]
    Saudações tricolores
    Carlito

    III FESTA LITERÁRIA DE MARECHAL DEODORO- 3ª FLIMAR
    29 DE AGOSTO – 2 SETEMBRO 2012
    MARECHAL DEODORO – ALAGOAS
    “PROGRAMAÇÃO PROVISÓRIA”
    DIA 29 DE AGOSTO (QUARTA-FEIRA)
    AUDITÓRIO ESPAÇO CULTURAL SANTA MARIA MAGDALENA DA ALAGOA DO SUL
    19:00 h – Recepção aos convidados – Banda de Pífano de Marechal Deodoro
    19:30 h– Abertura da 3ª FLIMAR
    20:00 h – Palestras de abertura sobre os escritores homenageados: folclorista Théo Brandão pelo Historiador Douglas Apratto( 15 minutos) e o romancista Antônio Torres pela escritora Vanúsia Amorim ( 15 minutos)
    20:30 h – Coral CORETFAL – Canta o Guerreiro das Alagoas
    PALCO DA ORLA LAGUNAR
    21:00 h – Pastoril de Riacho Velho
    21:30 h – Show com DHYDA LYRA E CONVIDADOS
    DIA 30 DE AGOSTO ( QUINTA-FEIRA)
    AUDITÓRIO ESPAÇO CULTURAL SANTA MARIA MAGDALENA DA ALAGOA DO SUL
    9:00 – 10:00 – Padre Theófanes ( 100 anos) – O legado à Educação e Cultura do Estado de Alagoas ; CESMAC a Universidade de Maceió.– Theomirtes Malta – Diógenes Tenório – Douglas Apratto
    10:00 – 11:00 –Juvêncio Lemos – A Saga do Prata.
    11:00 – 12:30 – A integração da Literatura Latino- Americana Adriana Ruiz ( Argentina) – Eduardo Magalhães ( Brasil) Movimiento Cultural aBrace – Roberto Bianchi (Uruguai) – Nina Reis ( Uruguai)
    14 h – 15:10 h – Antônio Torres (Homenageado da 3ª FLIMAR), entrevistado ao vivo por Janaína Amado e Ricardo Mota

    15:10 h – 16 h – Ricardo Cravo Albin – “Instituto Ricardo Cravo Albin”
    16: h – 17: 20 h – O FOLCLORISTA E ESCRITOR THÉO BRANDÃO ( Homenageado) – Carmen Lúcia Dantas – Marcos Vasconcelos – Wagner Chaves – Lêdo Ivo
    17:20 – 18:20 – Literatura e as Festas Literárias – Ovídio Poli Júnior – Carlito Lima – Carla Nobre – Henrique Schroeder
    18:20 –SHOW ENTRE AMIGOS – A MÚSICA DE JAN CLAUDIO – A POESIA DE EDUARDO PROFFA E AMIGOS – CANTADA E RECITADA POR DIVERSOS ARTISTAS
    PELAS RUAS DA CIDADE
    19:30 hs – COLETIVO AFRO-CAETÉ – PELAS RUAS DA CIDADE TERMINANDO NO PALCO DA ORLA LAGUNAR
    IFAL/ ESCOLA TÉCNICA
    Sala 1 – 9:00 – 12:00 – Oficina Literária – Conto – Paulo Paiva
    Sala 2 – 9:00 – 12:00 – Oficina de Charge – Ênio Lins
    Sala3 – 9:00 – 12:00 – Oficina de Teatro – Tarcísio Pereira
    Sala 4 – 9:00 – 12:00 – Oficina de Cinema – René Guerra
    Auditório
    9 h – 10 h – Palestra – Fernando Neubarth
    10 h – 11 h – Palestra – Marcos Davi Melo
    11 h – 12 h – Palestra – Maria Célia
    14 h – 15 h – Palestra – Carlos Nealdo
    15 h – 16 h – Palestra – Janaína Rico
    16h – 17 h – Palestra – Abynadá Lyro
    17 h – 18 h – Palestra – Miriam Salles
    ESCOLA DO SESI
    19h – 21h – SALA 1 – PALESTRA –
    19h – 21 h – SALA 2 – PALESTRA – JANAÍNA RICO
    19h – 21 h – SALA 3 – PALESTRA – MIRIAM SALLES
    19h – 21 h – SALA 4 – PALESTRA – ADRIANA RUIZ
    19h – 21 h – SALA 5 – PALESTRA – FERNANDO NEUBARTH
    IGREJA ORDEM TERCEIRA DE SÃO FRANCISCO
    17 h – 18 h – Concerto Música Lírica – Coral Kátia
    PALCO DA ORLA LAGUNAR
    19:30 – 20:00 – Folclore – COLETIVO AFRO-CAETÉ
    20:30 – 21:30 – PASTORIL DA MASSAGUEIRA
    21:30 – Show – Show com AMAZAN

    DIA 31 DE AGOSTO ( SEXTA-FEIRA)
    AUDITÓRIO ESPAÇO CULTURAL SANTA MARIA MAGDALENA DA ALAGOA DO SUL
    9:00 h – 9:40 h – Alfredo Machado – A Prefeitura como fomentadora da cultura e do incentivo à leitura
    9:40 h – 10:20 – Luis Fernando de Almeida ( Presidente do IPHAN) – A Preservação Patrimonial Histórica e o Desenvolvimento
    10:20h – 12:30 h –MESA DE DEBATES: CULTURA – PROJETOS / CAPTAÇÃO DE RECURSOS
    – Representante do Minc
    – Secretário de Cultura de Alagoas – Osvaldo Viégas
    — Arquiteto Mário Aloísio Melo do IPHAN
    – Secretária de Turismo do Estado – Danielle Novis
    – Representante do BNB
    14 h – 15:00 h – Palestra – Lêdo Ivo – Entrevistado por Maurício Melo Júnior e Thaíse Cavalcante
    15 h – 16h – Palestra
    16 h – 17 h – Macléim canta ESSES POETAS. (Musica-poemas de poetas alagoanos Jorge de Lima, Lêdo Ivo, Arriete Vilela, Jorge Cooper e Gonzaga Leão. As poesias musicadas são enriquecidas com arranjos de Mácleim e de Jiuliano Gomes.)

    17 h – 18:10– Peça monólogo – João Ricardo – ROLIÚDE –baseada no livro de Homero Fonseca
    18:10 – 19 h – Homero Fonseca – João Ricardo
    (Uma conversa entre o Autor e o Ator, após a apresentação da peça “Roliúde”. Homero conta como foi o processo de escrever o romance e o encontro inesperado com João Ricardo, que veio do Rio para o Recife convencer a ceder os direitos autorais da adaptação. João conta como descobriu o romance por acaso, como se apaixonou pelo personagem e o processo de adaptação)
    IFAL/ ESCOLA TÉCNICA
    Sala 1 – 9:00 – 12:00 – Oficina Literária – Poesia –
    Sala 2 – 9:00 – 12:00 – Oficina Teatro – Tarcísio Pereira
    Sala 3 – 9:00 – 12:00 – Oficina de Cinema – René Guerra
    Sala 4 – 9:00 – 12:00 – Oficina de conservação de livros antigos – Beatriz Rabelo
    Auditório
    9h – 10:10 h – Palestra – Cássio Cunha/ Uchoa de Moura– “Marechal Deodoro e a democracia brasileira)
    10:10 h – 11 h – Palestra – Juvêncio Lemos – A Saga do Prata
    11 h – 12 h – Palestra – Ronald Mendonça
    14 h – 15 h – Palestra – Mirtes Waleska
    15 h – 16 h – Palestra – Radjalma Cavalcante
    16h – 17h – Palestra – Sônia André
    17h – 18 h – Palestra – Djalma Mello
    ESCOLA DO SESI
    19h – 21h – SALA 1 – PALESTRA – MIRIAM SALLLES
    19h – 21 h – SALA 2 – PALESTRA – SÔNIA ANDRÉ
    19h – 21 h – SALA 3 – PALESTRA – FELIPE CAVALCANTE
    19h – 21 h – SALA 4 – PALESTRA – MARIA CÉLIA
    19h – 21 h – SALA 5 – PALESTRA – PAULO PAIVA – O CONTO
    IGREJA ORDEM TERCEIRA DE SÃO FRANCISCO
    17 h – 18 h – Concerto Música Lírica – maestro Max de Carvalho
    PELAS RUAS DA CIDADE – TERMINANDO NA ORLA LAGUNAR
    19:00 – 21 h – Baque Alagoano
    PALCO DA ORLA LAGUNAR
    19:30 – 20:00 – BAQUE ALAGOANO
    20:30 – 21:30 – BAIANAS DE MARECHAL
    21:30 – Show – JURANDIR BOZO
    DIA 1º SETEMBRO ( Sábado)
    6:00 HS – ALVORADA FESTIVA NA CIDADE COM AS BANDAS FILARMÔNICAS DE MARECHAL DEODORO CENTRO HISTÓRICO: BANDA CARLOS GOMES POEIRA: BANDA SANTA CECÍLIA TAPERAGUÁ: BANDA MANUEL DE FRANÇA ENCONTRO DAS BANDAS NA ORLA LAGUNAR
    AUDITÓRIO ESPAÇO CULTURAL SANTA MARIA MAGDALENA DA ALAGOA DO SUL
    9:00 – 10:10 – A importância de Marechal Deodoro na República e na democracia brasileira – Cássio Cunha- Uchoa de Moura
    10:10 – 11:10 – A poesia de Carlos Moliterno – (100 anos)– Solange Lages- Arriete Vilela – Edilma Bomfim
    11:10h – 12:30 h – A obra de Manoel Diégues Júnior (100 anos) -Madalena Diégues – Douglas Apratto –Lêdo Ivo
    14:00 – 15:00 – NORDESTE INDEPENDENTE – Peça adaptada de livro de Carlito Lima –
    15 h – 16 h – Palestra – Ricardo Cravo Albin – “Quando o verde de teus olhos se espalhar na plantação” – A poesia de Luiz Gonzaga ( 100 anos)
    16 h – 17 h – Palestra – Edney Silvestre ( Não confirmado)
    17 h – 18 h – Palestra- Sebastião Nery – A Nuvem
    18 h – 19:30 h – Grande Mesa Final– Com todos escritores convidados
    19:30 h – ENCERRAMENTO DA 3ª FLIMAR
    PELAS RUAS DA CIDADE
    20:00 h – Seresteiros da Pitanguinha em frente à Casa do Marechal, volta no Centro Histórico, terminando no Palco da Orla
    IGREJA ORDEM TERCEIRA DE SÃO FRANCISCO
    17 h – 18 h – Concerto Música Lírica – CORETFAL
    PALCO DA ORLA
    21:30 ÀS 22:00 – Seresteiros da Pitanguinha
    22:30– 23:00 – Nelson da Rabeca
    23:00- Show – Jessier Qurino
    DIA 2 SETEMBRO ( Domingo)
    8:00 h – Café na Feira de Marechal com chorinho de Marechal
    9:00 h – Poesia de Cordel e Cantador de Viola na Feira ( Jorge Calheiros e Dêmis Sanatnna)
    11:00 h – 13:00 – Coco de Roda e folclore na Orla ( Jurandir Bozo)
    PROGRAMAÇÃO PERMANENTE
    QUINTA (30) E SEXTA(31) – FLIMARZINHA- Secretaria Mun. de Educação
    QUINTA (30) E SEXTA (31) – Atividades literárias nas Escolas Municipais –
    QUARTA (29) A DOMINGO (2) – Feirinha de Cultura
    QUINTA( 30) A DOMINGO (2) – Exposição de Pinturas e Fotografias
    QUARTA(29) A SÁBADO(1) – Banda de Pífano
    PROGRAMAÇÃO DO PROLER: SECRETARIA ESTADUAL DE CULTURA.
    TRENZINHO DA BRASKEM
    BIBLIOTECA AMBULANTE DO SESC
    ABRACE – MOVIMENTO CULTURAL LATINO AMERICANO ( MOTEVIDÉU)
    LANÇAMENTOS DE LIVROS – NA CASA-MUSEU DE MARECHAL DEODORO
    CAMPANHA DE DOAÇÃO DE LIVROS = BIBLIOTECAS COMUNITÁRIAS.
    TEATRO DE RUA – ROGÉRIO DIAS – FAGNER BROWN

  • Rosangela Santos

    Essas palavras provenientes de que é BOM, tornam-se uma bela reflexão e auto-avaliação; por outro lado, escritas por quem é MAU, é um escape pomposo por tantos mal feitos.
    “Não somos maus nem bons – ou somos as duas coisas…” MAS há maus muito maus e bons com ínfimas maldades!
    E as máscaras vão nos enganando…

  • AAraujosilva

    É mesmo Ricardo, grande escriba,
    quando o calo aperta entre nós,
    no seio de nossa tribo, o culpado
    é sempre o outro. Aliás, eu não
    sabia que tinha tanta culpa no
    cartório da vida(desde meu bisavô
    ao meu bisneto !!!)

  • Danielle Vieira

    Sábias palavras, são ideias como as suas que me dão força pra continuar numa luta que, muitas vezes, é quase solitária. Reproduzo no meu facebook muitos dos seus textos, com os devidos créditos, claro. Mnha admiração, encantamento e identificação com seus textos e suas ideias. Abraços

  • Roberto Bastos Costa

    Independente do crença, se somos espiritualistas, ateus ou se que nos move são os conceitos metafisicos cientificos ou não. Somos maior do que os olhos vêem ou as atitudes adjetivadas: somos essencia única. Por essa razão não cabe sentimentos de vingança, perdão e omissão no coletivo. Estes são sentimentos individualizados que só cabe ao indivíduo. Quando o conceito de humanidade discorrido por você prevalecer teremos uma sociedade justa, igualitária, sólida.

  • Santos

    Concordo com o comentário da Rosangela Santos, é isso mesmo, parabéns.

  • Lucas Darlles

    Caro Ricardo Mota, conheci o seu trabalho há pouco, e desde então, não parei mais de ler suas publicações. Você reflete através de seus textos, direta ou diretamente, o que os leitores desejam saber: o real dos fatos. De forma sincera e respeitosa com os leitores. Espero que continue assim.

  • Fátima Medeiros

    Belo texto! Bj

  • Gustavo Santos

    Caro Ricardo Mota,

    Sempre acreditei que o bem o mal estão na natureza humana, independentemente de Deus (ou dos Deuses). Estás prenhe de razão quando afirmas que tudo depende de nossos atos. Sejamos, então, justos.

  • Raphael Graziano.

    ZZZZZZZZZZ. Europa x Africa x China x Brasil, quais as diferenças dos seus dignos seres humanos? R. O bem x O mal, que habita em todos eles iguais.

    P.S: Não sejamos utópicos.

  • Sylvio De Bonis Almeida Simões

    Muito legal o texto. Obrigado!
    Aproveito-me dos três últimos períodos para solicitar-lhe a publicação do Programa Brasil Mais Seguro, cujo texto não foi apresentado por nenhum dos nossos jornais da Capital.

  • Demasiado é a incompetência.

    Demasiado é o descaso do governo da nossa querida presidenta DILMA em deixar o SUS na UTI da incompetência e os Hospitais Universitários na UTI da incompetência, que juntando os dois, a tese de ser o DESgoverno DILMA da incompetência, prepotência, arrogância e do “p”ensar “p”equeno. A falência do Sistema de Saúde Pública retrata que não temos uma Agenda Positiva em ação, tudo é no improviso. Uma simples manutenção preventiva de consertar goteiras em hospitais e universidades federais, o governo DILMA não tem capacidade de fazer, de realizar. No entando, de 2011 a 23/06/2012, aí DILMA ROUSSEFF é eficiente, teve dinheiro para pagar R$ 1,214 TRILHÃO a famigerada Dívida Pública Federal e com EDUCAÇÃO gastou apenas R$ 90,3 bilhões e com SAÚDE R$ 109,1 bilhões!
    É o governar sem divisão equânime das riquezas produzidas, a falta de seriedade no trato do coisa pública e a culpa é sua do voto errado.
    P/Arabutan.

  • Diógenes

    Pensare humanum est? Dizem que a VIRTUDE está no meio! Pra esquerda brasileira,está mais que comprovado: OS FINS JUSTIFICAM os MEIOS.Daí a luta armada,os assaltos, assasinatos,praticados no passado.Atualmente, no PODER,as VIRTUDES
    foram aperfeiçodas.Ou seja:Tudo pelo ERÁRIO!!!!

  • Tânia Almeida

    Seu texto nos leva a refletir, se somos bons ou não, mas o díficil é descobrir o que é bom o ruim nessa sociedade onde se coisifica pessoas.Se pensarmos nos jovens que foram presos envolvidos com a clonagem de cartão, quem são? onde estão seus pais? será que ninguém percebeu que caminhavam por caminhos errados? ou seus responsáveis passaram a mão em suas cabeças e deram muito obrigado quando receberam presentes, sem questionar de onde vieram , visto que a maioria não trabalham?