É uma conta absolutamente desproporcional: o programa nacional de combate ao crack vai mandar para Alagoas, por ano, cerca de R$ 25 milhões. 

Que bom! Poderia ser melhor. 

Todos os meses, Alagoas envia para a União R$ 50 milhões, apenas para pagamento dos juros da dívida do Estado. Sem considerar o principal, que continua crescendo ano após ano.

As contas foram apresentadas pelo governador Teotônio Vilela Filho, na última terça-feira, no lançamento do programa de enfrentamento do crack.

Presentes, os ministros José Eduardo Cardoso e José Padilha – Justiça e Saúde – ouviram e não comentaram.

Este é um dos nós apresentados por todos os governos que tiveram de enfrentar o problema: Lessa, Luiz Abílio, Vilela.

Não há sinais de que o quadro possa mudar, apesar das idas e vindas a Brasília, na discussão do tema.

 

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  • Cláudio

    Confesso que que fiquei muito preocupado, quando ouvi no rádio pela primeira vez o programa de combate ao crak, a dinheirama que o governo federal iria enviar a um estado do Nordeste.Podeira ter ficado feliz, com a notícia, uma vez que isso pode ajudar muito no combate à essa droga.
    Mas o motivo da minha preocupação é:
    A corrupção, infelizmente esta presente, em quase todos os programas , que envolvam dinheiro, é na sáude, na merenda escolar, etc.
    O que garante que não seja neste programa?, não estou sendo pessimista não , mas não basta o governo enviar dinheiro, é preciso uma fiscalização eficaz, caso contrário, vai ter político disputando para que seu estado apareça o maior número de dependentes do crak, para receber mais dinheiro.
    Que a sociedade fique de olhos bem abertos.

  • juliano cardoso

    gOVERNO DO PT que tanto falou das moratórias ao FMI, hj faz o mesmo, oprime os estados pobres. Sugando seu capital de investimento!

  • mara

    Esse dinheiro só vai servir pra uma coisa: campanha para prefeitura de Maceió.

  • PURA ENGANAÇÃO.

    Quando afirmamos que o governar de 1985/2011 é SEM divisão equânime das riquezas produzidas, é a pura verdade. Vejam só, de 1964/1984 (governos militares), a taxa média anual de crescimento econômico real em percentuais ao PIB, foi de 6,29% ao ano, vou repetir, 6,29% ao ano. Veio o Estado Democrático de Direito e de 1985/2011 (governos Sarney, Collor/Itamar, FHC, LULA e Dilma) a taxa média anual de crescimento econômico em percentuais ao PIB, foi de 2,94%, menos da metade conseguida no regime fechado dos militares e além de um crescimento econômico pífio, a famigerada Dívida Pública Federal cresceu mais de R$ 3 TRILHÕES!!! Agora, quem sabe do paradeiro dos empréstimos tomados no governo LULA através de Palocci e Mantega? Até hoje não se faz AUDITORIA com medo de estourar a BOMBA. Só no governo LULA de 2003/2012 foi PAGO via orçamento R$ 9,4 TRILHÕES, sendo R$ 5 TRILHÕES (53,47%) pelo Ministério da Fazenda (Palocci e Mantega). Juntando os R$ 5 TRILHÕES pago pelo Orçamento, + os R$ 3 TRILHÕES dos empréstimos tomados, = R$ 8 TRILHÕES que Palocci e Mantega torraram, gastaram, pagaram, aquém ninguém sabe, muito menos viu e no doril será que sumiu? Com a palavra o LULA que está novinho em folha graças a Deus, para explicar a NAÇÃO BRASILEIRA todo o destino de alguns míseros R$ 8 TRILHÕES!
    PURA ENGANAÇÃO, taí ALAGOAS recebendo promessa de R$ 25 milhões para o combater drogas do governo Dilma e o próprio governo Dilma tirando de uma pobre ALAGOAS R$ 600.000.000,00/ANO como pagamento de JUROS, de uma dívida vergonhosa que tem títulos consolidados e julgados pelo Poder Judiciário como INVÁLIDOS!!!
    Fontes: Ricardo Bergamini e IBGE.
    p/Arabutan.

  • Janaina Souza

    Aprendi com meus Pais que toda dívida deve ser paga na data estipulada, então o Estado deve pagar a dívida com a União e fazer uma auditoria, séria, e cobrar de quem se apropriou da verba ilegalmente ou utilizou de forma errada.

  • Elson freiras

    Quando Teotonio deixar o Governo essa divida aumentará.
    Foram 2 bilhões em recursos com BIRD,BNDES,Banco do Paraná,Santander,Embaixada da Espanha…
    Enfim, a capacidade endividamento publico de Alagoas é uma piada…
    O futuro está proximo e infelizmente o Atual Governo ajudou a aumentar o endividamento!
    É como se Alagoas pagasse a divida no cartão de credito. Troca o juro do banco pelo juro da operadora.
    Lógico que a troca não é salutar.
    Consegue-se ‘capital de giro’ de imediato, porém, deixando a divida bem maior depois.
    O fato é que a Fazenda Pública(Governo do Estado) pode endividar-se em até 200% do orçamento. Téo assumiu o governo quando este patamar era 70%, hoje está em 180%.
    Não adianta passar a “batata quente” pra frente. Tem-se que resolver o problema!