Mais um capítulo no embate entre o Núcleo de Controle Externo da Atividade Policial do Ministério Público e o Instituto Médico Legista. 

Ontem, após uma nova denúncia, os promotores Flávio Gomes e Karla Padilha resolveram ver de perto o que acontece nas madrugadas do IML. 

Primeira constatação: não encontram médico plantonista, conforme denúncia que haviam recebido. Segundo os servidores que estavam no local, esta é a rotina. A partir da meia-noite, os legistas de plantão deixam o local e ficam de sobreaviso.

Há exceções, entre as quais está o diretor-geral do IML, Gérson Odilon, disseram eles.

Mas é o próprio chefe que vem em socorro de seus subordinados:

– Não há segurança no local. Até mesmo uma tentativa de homicídio já aconteceu no IML, de madrugada. Foi abortada por pouco, graças à ação de policiais que foram ao local em busca de um laudo.

E não é só isso: não existe um quarto decente onde os profissionais possam ficar durante a noite, “mas o sobreaviso funciona”, garante Gérson Odilon.

O MP quer resolver a questão de vez. Já ingressou com uma Ação Civil Pública, em maio, exigindo que os médicos cumpram o plantão de 24 horas no local, como deveria ser.

Os promotores chegaram a pedir que o juiz Manoel Cavalcante, com quem está a Ação, estabeleça uma multa de R$ 5 mil/dia para os faltosos.

Gérson Odilon argumenta que só com a construção do IML será possível cobrar dos colegas a carga horária estabelecida em lei. “Nas péssimas condições atuais, ainda conseguimos fazer 1.200 laudos por mês. Não posso botar a faca no pescoço de um médico se não ofereço condições dignas mínimas para o exercício da função”.

A briga vai além.

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  • anselmo

    esse é o desgoverno do Téo navalha,alagoas não aguenta mais esse sr. FORA TÉO, TÉO NUNCA MAIS, INTERVENÇÃO FEDERAL JÁ.

  • Zé Buscape

    Estes médicos estão lesando o Estado pois recebem o dinheiro do plantão e nao ficam no IML a noite, nao é a toa que muitos delegados de policia voltam com os presos sem os exames de corpo delito porque os médicos nao cumprem o este absurdo sobreaviso. Doutor Manoel Cavalcante julgue e aplique a multa para que sintam no bolso e comecem a trabalhar.

  • Manoel Melo Filho

    Caros promotores visitem o IC e vocês verão que SEMPRE, SEMPRE, haverá profissionais de prontidão esperando o próximo chamado, mas ajudar não é só cobrar, aproveitem e vejam também as condições de INSEGURANÇA que vivemos naquele prédio !!!

  • Gusmão de Oliveira

    Ricardo Isso é Antigo, os Legistas Figem que trabalhamm e o Governo fige que O IML e Perfeito.

  • André Ribeiro

    É brincadeira esse Diretor afirmar que os médicos ficam de sobreaviso! Qualquer policial que trabalhe na Capital, qualquer cidadão qu jé teve um ente querido que haja falecido durante a noite, sabe, presenciou e continuará prensenciando A FALTA DO LEGISTA durante a noite, e que INFORMA com todas as letras que os exames ocorrerão somente a partir das 08:00 horas do dia seguinte!!! Isso é sobreaviso? Falta de condições de trabalho é outra coisa, e ocorre o mesmo em todas as categorias do Estado de Alagoas, a excessão daquelas que trabalham no Palácio de Cristal… o resto, encontra-se abandonado, sem rumo, prumo ou liderança…

  • Cabano Quilombola Caeté

    O MP tem razão. Se o trabalhador é contratado para trabalhar em plantão tem que estar lá no IML, e não de sobreaviso. Se não quer trabalhar dentro das normas, deve pedir exoneração. Simples assim.

  • Cesare Lombroso II

    O HGE-MACEIÓ PRECISA URGENTE da visita do MP urgente – vá após meia noite em qualquer dia da semana – lá você vai encontrar todo tipo de desumanidade. Se encontrar um médico, analise os traços fisionômicos dele – porque ele dévia tá dormindo ou talvez seja o que Lombroso dizia.

  • Academia Sem Cursos?

    Caro Ricardo gostaria que os promotores do controle externo policial(MPE) fosem vizitar Academia de policia civil de alagoas(apocal)pois ela esta cheia de lixo das delegacias da capital,maquinas caça-niqueis,infiltracões e muito mais, sem gestão e administração não tem cursos de capacitação para Delegados,Agentes e Escrivães como ter qualidade nas investigações de HOMOCIDIOS en alagoas!OS POLÍCIAIS PEDEM SOCORRO MPE-AL!

  • ad.maceió

    Ricardo,sou um profundo leitor mais venho aqui,fazer uma denuncia como a policia esta ocupando o Carminha, temos aqui o beco que fica por traz do posto da prefeitura, logo apóz a escola Frei Damião, e o antigo PAREDÃO. ESPERO TAMBÉM UMA PROVIDENCIA.

  • ROSALVA TORRES

    ACORDA TÉO, BOTA UMA MORDAÇA NO GERSON E BOTA UM GESTOR, NÃO LEGISTA PARA DIRIGIR O IML. FAZ IGUAL A PERÍCIA OFICIAL. DEIXA OS TÉCNICOS ESPECIALISTAS EM PERÍCIA E MEDICINA LEGAL CUIDAREM SÓ DE SUAS ÁREAS,DE SEUS LAUDOS, E COLOCA ALGUÉM (COM FARDA OU SEM) PARA TANGER A BOIADA, SACUDIR A POEIRA E DÁ A VOLTA POR CIMA.PRECISAMOS DE RESULTADOS. CONFIAMOS NO DARIO.

  • usuário do SUS

    EU PARABENIZO A INICIATIVA DOS PROMOTORES AO TEMPO EM QUE SUGIRO UMA VISITA DESTA AOS FINAIS DE SEMANA AOS MINI PRONTO SOCORROS, POIS INFELIZMENTE PRECISEI DE ATENDIMENTO SEXTA E DOMINGO E NÃO HAVIAM MÉDICOS DE PLANTÃO, ISTO OCORREU MO MPS DO TABULEIRO, E ACREDITEM O TEMPO DE DESLOCAMENTO ATÉ OUTRA UNIDADE DE MPS PODE CUSTAR UMA VIDA…

  • Escrivão Kgota

    Mentira, não existe sobreaviso, os médicos vão embora às 0:00h e só a partir das 09:00h do dia seguinte é que chega o legista do próximo plantão, exceto o Dr. Gerson Odilon, que por ser diretor, dá o seu plantão integralmente. Muitas vezes os policiais que levam presos para exames de corpo de delito, após às 0:00h, só poderão fazer o referido exame após às 11:00h do dia seguinte, pois os legistas dão prioridade aos exames cadavéricos.

  • Maria Castro

    Esses médicos querem tirar onda com a sociedade que paga os seus salários. Só trabalham um dia por semana e ainda querem dormir em casa.E os outros funcionários que dormem no IML e ganham micharia? São diferentes dos médicos? Com a resposta o diretor Gerson Odilon.

  • Amanda Lobo

    Claro que esses malandros que estão ocupando os cargos de médicos só estão a enganar a gestão do IML, o aconselhável é que esses médicos tem de ir parar no mínimo um processo administrativo para responder porque não trabalham e onde estão a receber sem trabalhar e no processo terão de provar o porque da ausência em horário de trabalho.

  • Vivo

    Mota, boa noite!

    Conheço Gerson Odilon desde o curso de química industrial na antiga ETFAL e do Jardim Acácia, onde morava quando adolescente.

    Sempre foi um sujeito mais que decente, estudioso e muito engraçado porque simulava um bebê chorando, tanto que o chamávamos de “chorão”.

    Quando ele fala na TV ou em qualquer que seja o veículo de comunicação, sinto nas suas palavras mais que apenas justificativas. Não deve ser fácil para ele e a equipe, tocar o barco num IML que não reúne as mínimas condições de trabalho.

    É muito fácil fazer a crítica pela crítica, sem se avaliar as reais condições de trabalho de qualquer que seja o profissional. Imagine-se um plantão no castelo do Drácula que é o IML, sem ter onde recostar-se à noite em condições mínimas de conforto e esperar o tempo passar até que chegue o próximo defunto.

    Imagine-se fazer perícia médico-legal sem os instrumentos necessários e como bem colocou um dos legistas entrevistados pelo Bom Dia Brasil, tudo é feito como na época de Duda Calado, ou seja, ainda na pré-história da medicina legal e sem o menor recurso técnico.

    Vamos cobrar sim, mas os promotores deveriam também avaliar as condições de trabalho, para impor sanções aos profissionais. Eles, os promotores, tem suas salas arejadas, confortáveis e com todo tipo de equipamento de ponta disponível, sem contar com as benesses de seus cargos.

    É só tirar umas fotos do MP; de suas instalações e compará-las ao IML. E que tal os promotores passarem 24 horas no IML, ao invés de “dar uma incerta”; talvez sentindo na pele as dificuldades vividas e vivenciadas pelos profissionais lotados ali, pudessem, ao invés de puní-los como se pretende, brigar e obrigar o governo a fornecer-lhes as condições de ideais de “temperatura e pressão”.

    E tenho dito!

  • Vivo

    Complementando …

    Aí sim … com melhores condições, a começar por um novo prédio, pegar pra valer no pé daqueles que faltam e não dão a mínima para o serviço público.

    E encerrando, por que não dar uma incerta também nas demais repartições públicas, onde a prestação de serviço “ao público” é uma verdadeira falta de respeito e cobrar de seus gestores a mesma eficiência que desejam do IML?

    Que está errado, está! – Mas vamos corrigir e depois punir …

    Fui …

  • OBSERVADOR

    ESSES PROMOTORES GOSTAM DE UMA MÍDIA DANADA. SERÁ QUE OS PROMOTORES ESTÃO CUMPRINDO O QUE DETERMINA A LEI? SERÁ QUE OS PROMOTORES MORAM NAS SEDES DAS COMARCAS NO INTERIOR EM QUE SÃO TITULARES. É BOM COMEÇAR A FISCALIZAR A PRÓPRIA INSTITUIÇÃO PRA DAR BOM EXEMPLO. SENÃO FICA VALENDO A CELEBRE FRASE “FAÇA O QUE EU DIGO MAS NÃO FAÇA O QUE FAÇO”

  • observador

    A GENTE SABE QUE NO IML TEM MÉDICO QUE NÃO ESTÁ NEM AÍ PARA O TRABALHO. PREFEREM O SEU EMPRESO PARALELO E FAZER BICO NO IML. MAS, UMA PERGUNTINHA: PQ OS PROMOTORES, JUIZES E ESCRIVÃES NÃO FICAM DE PLANTÃO, QUANDO ESCALADOS? VAMOS DAR UMA INCERTA TB NO JUDICIÁRIO. TO CERTO OU TO ERRADO?

  • Roberto Campus

    É BOM FAZER MAIS DESTAS VISITAS… MAS TAMBÉM NOS JUÍZES DE PLANTÃO… NO TJ-AL.
    .
    TA DE PLANTÃO EM CASA?, MAS COM O CELULAR LIGADO É BRINCADEIRA…
    .
    NÃO ME FAÇA RIR, HA UMA DIFERENÇA ENTRE:
    .
    SOBRE-AVISO E PLANTÃO.
    .
    EU NEM PRECISO FALAR A DIFERENÇA NÉ!

  • paulo santos

    Minha gente não vamos nós estressar. A solução é facil. O nosso Téo nomea para o cargo o saudoso medico Dr. Pacheco. Hoje só deve lhe restar a cavera, porém como era um homem muito generôso e profissional, com certeza acetará o convite, com isto uniremos o útil com o agradável. kkkkkkkkkkkk

  • O Glamour do CSI Brasileiro

    O glamour do CSI Brasileiro

    Por Cássio Thyone Almeida de Rosa*

    Durante os últimos anos, experimentamos um fenômeno que costuma ser chamado por muitos como “Efeito CSI”, traduzido em poucas palavras como uma popularização da perícia. Uma descoberta aos olhos dos leigos, um marketing que não surgiu da iniciativa daqueles diretamente envolvidos no desempenho dessa função. Emergiu da exploração da ficção de roteiros, que sempre foram mesmo bastante atraentes: desvendar mistérios, resolver casos impossíveis, buscar e encontrar a verdade, esse ente tão em falta

    Não quero parecer pessimista isso me faz lembrar a frase proferida por José Saramago: “Não sou pessimista, o mundo é que é péssimo” mas abordar algumas das recentes notícias veiculadas na mídia, relacionadas aos serviços periciais no Brasil, nos traz um horizonte um tanto quanto perturbador no que se refere à evolução dessa atividade no país.

    Nos dias de hoje a palavra perícia ganhou notoriedade, ganhou os microfones. Não se emite opinião sobre um delito ou crime, sem que se ouça: “vamos aguardar o resultado da perícia.”

    Mas e a realidade? Será mesmo que esse status refletiu numa evolução promovida por melhorias significativas nos serviços periciais?

    Vamos a alguns dados, que podem nos ajudar na condução de um raciocínio que permita emitir uma opinião embasada.

    A entidade que congrega e representa os peritos criminais no Brasil, denominada Associação Brasileira de Criminalística acompanha a evolução do quadro de peritos no Brasil e calculou, com base em recomendações internacionais já consagradas, que definem como ideal a relação de 1 perito/5000 habitantes, que estamos muito distantes desses valores considerados ideais. Temos cerca de 3.600 peritos criminais oficiais, quando deveríamos ter cerca de 38.000.

    O reflexo dessa disparidade pode ser comprovado pela sobrecarga na demanda dos exames periciais, que muitas vezes acabam sequer sendo realizados, sobretudo no interior, ou mesmo acabam se tornando meras constatações, que quase nada acrescentam no universo probatório, se eximindo de trazer discussões e interpretações essenciais a uma boa perícia.

    Num ano de cortes em todas as áreas, a perícia não ficaria de fora. Recursos outrora prometidos para diversos projetos, em parte executados, hoje são escassos, para não dizer inexistentes.

    Preocupante também é a crise vivida em estados como Alagoas. A mídia noticiou recentemente a crise gerada pela nomeação de um coronel da PM para dirigir os órgãos periciais do estado. O próprio Conselho Nacional de Segurança Pública – CONASP, reunido no Rio de Janeiro entre os dias 08 a 10 de junho, manifestou sua preocupação com o fato, que classificou como “retrocesso inaceitável na luta pela autonomia da perícia oficial de natureza criminal”, recomendando dentre outras, que “o Governador do estado reconsiderasse sua decisão em nomear um profissional estranho aos quadros da Perícia Oficial para o cargo de Perito Geral do Estado”.

    É antiga essa discussão sobre a autonomia dos órgãos periciais. Ela passa pelos âmbitos: administrativo, financeiro, técnico, científico e funcional.

    Importante lembrar que na 1ª Conferência Nacional de Segurança Pública, tanto em nível municipal, quanto estadual e nacional, foi reconhecida a necessidade de autonomia dos órgãos periciais, onde a diretriz sobre a autonomia das atividades da Perícia Oficial foi a segunda mais votada.

    Desnuda-se uma realidade que aparece “sob a lupa”, onde falta muito ainda para que possamos assumir o aclamado “glamour”. Faltam peritos, faltam instalações adequadas, faltam equipamentos, falta uma estratégia de remuneração adequada, falta, enfim, a disposição política de se cumprir a mera obrigação de buscar através dos bons serviços periciais uma sociedade mais justa, onde a impunidade não tenha espaço e a justiça seja feita com igualdade para todos.

    Por isso é preciso avançar ainda muito para suprir logisticamente a perícia, a fim de que se possa prestar um trabalho compatível com a demanda e com sua importância.

    * Cássio Thyone Almeida de Rosa é perito criminal da Polícia Civil do Distrito Federal, classe especial. Professor da Academia de Polícia Civil do Distrito Federal, da Academia Nacional de Polícia da Polícia Federal e do Centro de Formação de Praças da Polícia Militar/DF

    Fórum Brasileiro

    Segurança Pública e Desenvolvimento é uma parceria entre o Fórum Brasileiro de Segurança Pública e a CartaCapital que busca reunir artigo e discussões sobre a área. Sua proposta é refletir sobre como a segurança pública é fator essencial para um modelo de desenvolvimento democrático e garantidor de paz e qualidade de vida para a população brasileira.

    Fonte: Carta Capital
    Segunda-feira, 25 de julho de 2011

  • ROBERTA

    Com todo respeito ao Ministério Público queria dizer uma coisa: quando no Fórum do Barro Duro ocorreram problemas apenas no ar condicionado, os promotores protestaram dizendo que não havia condições de trabalharem no calor e ameaçaram não irem mais para as audiências, o que eu achei justíssimo. Promotores, usem o mesmo critério para os demais funcionários públicos, pois todos somos seres humanos. Os médicos afirmam que não há condições dignas de trabalho e nem alojamento digno para pernoitarem, então procurem avaliar isso e cobrar as devidas melhorias antes de pedirem que a Justiça exija que o profissional se exponha a tal situação. Sei que o MP é instituição séria e vai olhar pra essa situação.

  • jeilson da silva

    mais quando e alguém da alta sociedade,logo aparece um monte de médico legista.

  • marizete neves

    É UM ABSURDO NÃO FAZEM NADA PELO POVO EM VIDA, E NEM NA MORTE, DINHEIRO TEM, SÓ FALTA SERIEDADE, HONESTIDADE, COMPETÊNCIA EU NÃO CREIO, POIS NÃO PRECISA SER NENHUM GÊNIO PARA ADMINISTRAR UM NECROTÉRIO. GESTOR NÃO É SE ACOMODANDO QUE RESOLVE O PROBLEMA, É COBRANDO DO GOVERNADOR, POIS NOS ORGÃOS PÚBLICOS NÃO EXISTEM PATRÃO, DESDE O GOVERNADOR AO GARI, O PATRÃO É O POVO

  • mariá

    O médico deve ficar mesmo no plantão; essa história de sobreaviso não existe. Com a classe médica atual não tem governo que resolva…arredia. Cobre bons salários mas não cumpre sua carga horária. Agora, quero ver dona Padilha trabalhar num gabinete velho, com ventilador e fedido. E tambem com o salário que percebe não tem do que reclamar. tem que trabalhar mesmo, até de madrugada.

  • eduardo

    Se o MP dar uma incerta no HGE e outros hospitais públicos, verá que a maladragem não é só no IML. A quantidade de médicos de “sobreaviso” é grande, inclusive ameaçam: se obrigar a trabalhar pedem demissão. O governo que paga mal faz de conta que não existe, porque se mexer é pior.

  • Policial Plantonista

    Interessante os policiais e escrivães não tem um local para dormir no plantão, quano no máximo um colchão ou uma beliche quebrada e temos que cumprir nosso horário. Os médicos não ficam nem metade do tempo previsto no plantão e ainda recebem adicional noturno. O MP tem que colocar pra quebrar nessa turma de médico preguiçosa, se não quer ir trabalhar no IML peça pra sair.