A sazonalidade da economia alagoana já é conhecida. Os números do Ministério do Trabalho, dependendo do semestre, podem nos soar os mais perversos ou, pelo contrário, alimentar um falso otimismo.

Falta muito, ainda, para que Alagoas deixe de depender da monocultura da cana de açúcar (a terceira cultura do mundo, atrás, só, do trigo e do milho).

Vejamos o exemplo de Coruripe, cidade onde se espera a instalação do Estaleiro Eisa, que tem sido vítima, também, de alguns personagens notórios da política local.

Segundo matéria publicada no sítio G1(com base em dados do Ministério do Trabalho), a cidade do litoral sul de Alagoas foi a que perdeu o maior número de vagas de trabalho com carteira assinada em todo o estado, no primeiro semestre.

Foram 8.016 demissões em seis meses, no município – 15% da população local, de 52 mil habitantes.

Estes número, é claro, vão mudar radicalmente no segundo semestre, quando se inicia uma nova safra de cana.

Eis o problema: Coruripe – e Alagoas como um todo – precisa mudar esta realidade. Empreendimentos com o Eisa Alagoas podem contribuir decisivamente para o município não viva a eterna “roda gigante” do emprego.

Estamos próximos do prazo estabelecido para que o Ibama conceda – ou não – a licença para o Grupo Sinergy dê início à obra.

A presidenta Dilma Roussef tem dado mostras seguidas de que não aceita interferência de personagens de alma pequena nas ações de governo. Ela sabe da importância do Eisa para Alagoas – apesar dos que apostam que a sazonalidade faz o voto de cabresto mais fácil.

Lessistas se frustram com reaparição do líder
A PM fez o que a população queria - é a solução?
  • Emerson

    Ricardo tem gente que vai defender com unhas e dentes os politicos de lá.Gente sem noção que acha que um punhado de farinha faz bem a eles.

  • Cabano Quilombola Caeté

    Só abasteço com GASOLINA, para não incentivar o latifúndio de cana, com seu custo social elevado, degradação ambiental e trabalho desumano.

  • sandro

    Ricardo, Alagoas precisa de um gestor que busque novos investimentos: industria, comércio, serviços.
    Estamos uns 40 anos atrasados e só vemos cana de açúcar por todos os lados. Isso tem de mudar. Alagoas precisa mudar o cenário político radicalmente ou pagará o preço do atraso.

  • paulo santos

    O jeito e plantar semente de politicos, pois os que tem naquela região erva danina. Como uma cidade pede se desenvolver que vive de festa para inganar os menos favorecidos. Como em seu intorno as prefeituras são loteadas pelas mesmas familias. kkkk absurdo muda alagoas.

  • Profª Rose Mary de Araújo

    SÓ TEMOS O QUE MERECEMOS POR NOSSAS ESCOLHAS, OMISSÕES E COMISSÕES…

  • ARRUDA(ALIVIO DA DOR E SOFRIMENTO)

    É ISSO,POVO BOM E DESEMPREGADO DE ALAGOAS,ACREDITEM O THEOZINHO VAI FAZER MILAGRES E APARECER MUITOS EMPREGOS.

  • Fabio Esperon

    Sem nenhum desejo de minimizar o “sonho ” alagoano por melhores dias,mas em se tratando de sazonalidade, a atividade de construção e reparos navais,em nada perde para a utilização de mão-de-obra temporária na produção de cana de açucar,basta notarmos o “boom” na confecção de novos navios e o desespero de alguns estaleiros dos grandes centros,que agonizam por novos contratos.Em recente visita a estaleiros cariocas,não mais que duas dezenas de profissionais,pude notar nas duas empresas que conheci.CAUTELA !

  • eduardo

    Alguém acredita que o trabalhador da cana vai tocar o estaleiro? Óbio que não. Algúem acredita que o estaleiro vai ser instalado no Pontal do Coruripe, onde não há estradas adequadas e conservadas, a luz é intermitente, a água é insuficiente, onde dois carros não passam em algumas ruas do povoado? Não tem saneamento básico? E o povo que vai se instalar lá para tocar a obra? Vão morar aonde? Eframovitch não faz caridade nem para a mãe dele. Alem da isenção total de ICMS, IPTU, ISS e outros impostos, o governo estadual vai ter que fazer toda a infraestrutura do zero. Com que dinheiro? Aposto mais na indústria aeronáutica que o Lessa prometeu há 06 anos atrás.

  • Resposta ao Sandro

    O Governo de Teotonio já trouxe em 4 anos mais de 60 indústrias, 2, Shoppings, 6 hotéis de luxo, além do estaleiro Eisa, esse é o governo que que Alagoas precisava, e todos nós agradecemos, pois os outros jamais fizeram algo de positivo por nosso estado.

  • manoel messias de sousa

    ha 3 meses resido oeste da bahia terra do agronegocio e me impresionei com a grande quantidade de alagoanos que vieram com coragem e muito trabalho e estao construindo suas vidas com dignidade;aqui em Luis Eduardo Magalhaes-BA e so gostar de trabalhar que nao falta oportunidade.

  • TRÊS CONTRA 3.000

    Somos 3.000 alagoanos que torcemos pelo estaleiro EISA mas temos três maus alagoanos torcendo contra: COLLOR, João LYRA e RENAN.

  • EISA = Progresso

    O EISA representa o maior avanço da região sul de Alagoas, ser´´a a redenção daquela região.

  • EISA = Progresso

    O EISA vai corrigir esse fenômeno maldito da sazonalidade empregatícia das usinas de Alagoas.

  • EISA = Progresso

    O EISA vai corrigir também a grande diferença entre as classes sociais da região norte de nosso estado, nossa grande mazela graças as usinas de açúcar.

  • Benício

    Bom, o Fabio Esperon citou uma coisa importante o estaleiro pode ser sazonal! Mas Fabio eu prefiro a sazonalidade do Estaleiro, que empregará gente com qualificação, com todos os direitos trabalhistas levados em conta corretamente sem assassinatos, sem um cara ter que passar horas e horas pra tirar 15, 16 toneladas de cana por dia,e depois morrer!
    Diversificar a produção deste estado é essencial! se houver 50 indústrias ou atividades econômicas sazonais de grande impacto eu prefiro as 50, do que ficar só com cana de açúcar,

    Cana não vai acabar nesse estado nem tão cedo, mas precisamos urgente mudar a filosofia de viver da cana!

  • Benício

    Na moral tem gente que bota defeito em tudo, diz que num tem infra estrutura nenhuma, o EISA não tem um dono doido não, se ele tá vindo pra cá é pq mesmo nas precariedade vai funcionar! incentivo fiscal, e tudo mais tem aqui, em SP, no RJ, em PE, em todo canto, se quiser mudar isso mude o sistema econômico em que vivemos! blz? O jeito é esse!

    E outra pra quem acha o governador um Deus baixa a bola, que ele tá fazendo alguma coisa tá, mas ele não é o Paladino de boas ações, pq quem tra isso aí é o secretário de desenvolvimento econômico, Luiz Otávio Gomes, colocado por Téo, mas é Otávio que tem articulação pra trazer indústrias!

  • Benício

    Estaleiro sozinho não é sinônimo de progresso eterno a este estado, o progresso está na união de uma cadeia econômica diversificada com vários tipos de indústrias, incluir também as micro, pequenas e médias indústrias, de industriais locais, que são as que mais geram empregos, e trazer educação e saúde a população!

    Se virássemos o centro de estaleiros, um dia isso se tornaria uma cana de metal! é preciso diversificação!

  • Caline

    Infelizmente tem gente que estava acostumada a um tipo de gestão onde o governador não tinha visão de futuro e se amarrava em qualquer obstáculo ou se quer tinha visão disso, nesse governo o empreendedorismo que a sua equipe tem é formidável, possuem a alavanca de forma programada a o desenvolvimento econômico da região, nunca vi Alagoas receber tantas indústrias e investimentos como está recebendo e isso é fruto de uma boa articulação entre o governo e as industrias, tenho de parabenizar os que estão a promover e articular a vinda desses investimentos.

  • Caline

    Que momento positivo que nosso estado vive nos dias de hoje, imaginem se sempre tivesse ocorrido essa campanha de atração de investimentos para o desenvolvimento de Alagoas, seria outra Alagoas. Infelizmente por aqui passaram politiqueiros que só pensavam em desviar recursos e nada era investido e nós ficávamos a ver navios passar.

  • Caline

    É claro que os politiqueiros ficam a passar muito mal ao ver Alagoas se desenvolver como nunca em sua história, eu tenho de parabenizar e reconheço a luta que Téo está tendo para conseguir realizar muito o que apenas era motivo de sonhos para mim na UFAL…

  • Caline

    Eisa é um sonho para mim como para muitos alagoanos que sempre sonharão que um dia teríamos um grande empreendimento em nosso estado, pois não apenas no estaleiro os empregos serão gerados e com esse empreendimento diversas outras empresas têm de vir para dar suporte ao Eisa, com isso vai acabar com a tal sazonalidade de empregos.

  • Pedro S S

    Eu acredito nas palavras de São Tome: só vendo pra crer…

    E se os três poderosos deixar.

  • PêCê

    É UMA PENA QUE ESSE CARRASCO ALAGOANO CHAMADO IBAMA ESTEJA ATRASANDO AINDA MAIS O DESENVOLVIMENTO DO ESTADO. SE FOSSE EM PE OU SE, ESTADOS ADIANTADOS UNS 40 ANOS EM RELAÇÃO À ALAGOAS, JÁ ESTARIA TUDO RESOLVIDO, MAS SÓ ALAGOAS É ESSA DIFICULDADE.
    E POR QUE VOCÊS ACHAM QUE NÃO SE PODE IMPLANTAR INDÚSTRIAS EM ALAGOAS?
    A MAIORIA DOS POLÍTICOS SÃO USINEIROS QUE DEPENDEM DE UMA MÃO-DE-OBRA BARATA E QUE TEM UM PODER DOMINANTE DE SEUS EMPREGADOS, PRA NÃO DIZER, ESCRAVOS.
    ENQUANTO ESSE IBAMA NÃO LIBERAR ESSA TAL DE LICENÇA, AINDA É UMA INCERTEZA A O ESTALEIRO EM ALAGOAS.
    A BELO MONTE JÁ FOI LIBERADA, MESMO COM SEU IMPACTO AMBIENTAL MUITO MAIOR DO QUE IRÁ CAUSAR O EISA, SE FOR LIBERADO, É CLARO…

  • EISA = Progresso

    Desculpe-me caro Benício e outros internautas que falaram da sazonalidade do EISA, ora, onde já se viu uma fábrica de navios ser sazonal? Sazonal é usina de açúcar e foi esta a sazonalidade que o Ricardo Mota se referiu, não a sazonalidade do EISA, pois isto não existe.
    “Mas o que é mesmo sazonalidade? Vejam alguma coisa a respeito “Sazonalidade vem de sazonar – amadurecer” fonte (Google);
    Na safra os grãos, as verduras, as frutas amadurecem e têm que ser colhidas e vendidas; do contrário apodrecem e não geram a renda necessária para cobrir os custos e gerar renda aos produtores. A correria para vendê-los a tempo concentra a oferta num curto período de tempo, levando à redução dos preços porque a demanda não cresce na mesma proporção. A escassez da entressafra , pelo contrário, eleva os preços. Como os bens agrícolas têm períodos previsíveis de plantio e colheita, em função das estações do ano, a variação dos seus preços é sazonal, justificando inclusive a formação de estoques reguladores da parte do governo. Fonte (Google).
    Portanto, não cabe às atividades do estaleiro EISA a expressão sazonalidade, pois que, ela se aplica muito bem as safras de cana-de-açúcar que alimentam as usinas, e no período de entresafra, ou seja fora da safra da cana, as usinas demitem cerca de 80 a 95% de seus empregados, ficando apenas os cargos técnicos de gerência e direção.
    Daí a colocação do Ricardo Mota quando se refere a esse fenômeno que ocorre na região, devido ao grande número de usinas ali localizadas. Então, não seria exagero algum para nós que moramos na região e conhecemos de perto essa questão ver o EISA como nossa tábua de salvação, as outras coisas como educação, saúde e demais setores como lazer, por exemplo, virão por gravidade.

  • carlos

    Lá pode faltar e falta emprego para o cidadão comum.Mais se for Beltrão está muito bem empregado sim Sr.

  • fala sério

    Precisamos de emprego sim, mas com responsabilidade, e não com degradação dos nossos recursos naturais. tem que ser bem avaliado o local do empreedimento.