O Ministério Público Estadual deu início a duas investigaçõeso para apurar o destino da chamada Verba de Gabinete do Legislativo – uma na Assembleia, a outra na Câmara de Vereadores de Maceió. No primeiro caso, o MP, através da Promotoria da Fazenda Estadual, vai analisar a prestação de contas dos deputados, nos últimos dois anos, de acordo com o ofício expedido à Mesa Diretora da Casa de Tavares Bastos pelo promotor Coaracy Fonseca – o mesmo do caso dos Taturanas.

Na Câmara de Vereadores de Maceió, o período de investigação inicial tem início com a publicação da atual lei sobre a Verba de Gabinete, em 31 de julho deste ano. A promotora Fernanda Moreira, da Fazenda Municipal, já requisitou a prestação de contas da Verba de Gabinete repassada desde então pela Mesa Diretora da Casa aos “parlamentares mirins”. Neste caso, certamente, haverá uma nova investigação – do período anterior. Em ambos os casos, o MP foi provocado por Representações do Comitê 9840, que combate a corrupção eleitoral.

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Três razões para a saída de Rubim e de Barenco
  • Valdeck Gomes de Oliveira Junior

    Vamos ver se o MP(Ministério Público) está só jogando confete, ou vai apurar e punir os mandatários das duas casas e seus asseclas. Alagoas está nesta situação de caos devido a farra dos desvios de dinheiro das duas casas que serviriam para representar o povo, no entanto tornou-se apenas um balcão de negociatas, depauperando e punindo a população principalmente aqueles abaixo da linha de pobreza que enfrentam filas nos postos de saúde e hospitais, que veem seus filhos tornar-se zumbis das drogas e do tráfico, que ficam sob a mira de revólveres e que não vislumbram um futuro a médio e longo prazo porque estão lhe tirando essa oportunidade. Alagoas urge por uma intervenção federal nas duas casas, no governo estadual e municipal também que está caladinho, mas aprontando das suas.

  • jose marcelo bezerra peixoto

    Será que os culpados são o Rubin e o Barenco?

  • Anônimo

    NÃO AGUENTO MAIS ESSE PRESENTE DE NATAL DE FAZ DE CONTA. QUANTAS INVESTIGAÇÕES FORAM FEITAS, COMPROVADAS, CONSTATADAS NA ASSEMBLÉIA, CAMERA DE VEREADORES E NO FINAL NADA. 1º DEVERIAM PUNIR OS CASOS APURADOS, O ALAGOANO CONFIARÍA QUE É VERDADE, DEPOIS ANUNCIÁRIAM OUTRAS INVESTIGAÇÕES.

  • Anônimo

    Desvio ou desequilíbrio de verbas de gabinete no Estado mais miserável do país que pode gerar? Violência e mais violência. Dr. Rubim e Dr. Barenco têm feito um ótimo trabalho, diante das circunstâncias largamente desfavoráveis e a tradição local de impunidade e coronelismo truculento.

  • Domingos Arabutan Correia da Rocha

    RM, é triste, mas temos falar e combater a incompetência na gestão pública. Só de 09/11 a 19/11/2009 em 10 dias, nosso querido presidente LULA PAGOU R$ 28,5 BILHÕES a Dívida Pública e com CIDADANIA, GASTOU apenas R$ 0,113 bilhão em SEGURANÇA (Ministério da Justiça); R$ 0,216 bilhão no COMBATE A FOME; R$ 0,364 bilhão na EDUCAÇÃO e R$ 0,630 bilhão na SAÚDE.
    Tenho certeza que o nosso querido LULA não sabe desses pagamentos, então, esperamos através do seu BLOG, que ele leia pelo menos a frase do Dr. José Mindlin: “Um País só pode desenvolver com CULTURA e EDUCAÇÃO”, só assim podemos evitar esta barbárie contra a nossa JUVENTUDE, que está sendo transformada em gerações de JOVENS SAPIÊNCIA GABIRU, aqueles que não produz absolutamente nada, por falta de CIDADANIA (Educação + saúde + segurança + 1º emprego + …) e não andam de quatro porque anatomicamente não podem. Só em 2009, PAGOU R$ 545,3 BILHÕES a Dívida, sendo R$ 112,7 BILHÕES de Juros, R$ 432,6 BILHÕES de Amortizações e Refinanciamento, mas só GASTOU na Segurança (Ministério da Justiça) R$ 6,2 Bilhões; na Educação R$ 28,5 Bilhões; no Combate a Fome R$ 28,7 Bilhões e na Saúde R$ 46,7 Bilhões.
    Fontes: ONG Contas Abertas/SIAFI.
    JOVEM ELEITOR, vc pode mudar este País para melhor, apenas VOTANDO CERTO em 2010.

  • Sérgio Gonzolla

    Será? Será que o Dr. Coaracy vai trabalhar finalmente? É, porque como simples prootor ele não vai ter quem faça prá ele né? E pelo que sei , nunca foi muito amigo de trabalho.

  • Anônimo

    No que se a CMM a investigação não se limita ao período de vigência da Lei Municipal que disciplinou a assim chamada “verba indenizatória” mas todo o período da legislatura 2005/2008, bem como a atual. Ressalte-se que a CMM não tem a prestação de contas relativo aos gastos da aludida verba pública na legislatura passada, o que gera uma presunção de que o dinheiro foi gasto indevidamente, devendo ser ressarcido aos cofres públicos.