O governador Teotônio Vilela Filho espera um acordo com os deputados para a votação, ainda hoje, do projeto que  reforma radicalmente o AL Previdência – um tema que não é muito popular, mas que é fundamental para o governo, independente de quem venha a se sentar na principal cadeira do Palácio República dos Palmares. 

A Estado tem um déficit de R$ 35 milhões com o pagamento de aposentadorias e pensões, que é feito pela Conta Única – assim como a folha de pessoal dos servidores da ativa. 

Há problemas, ainda, com integrantes da bancada do governo, apesar de que o deputado Antônio Albuquerque, depois da cobrança que foi feita pelo próprio governador e por assessores do Palácio, mudou o discurso – pelo menos com os colegas menos íntimos. Ele tentava comandar, na surdina, uma operação para empurrar o projeto com a barriga. 

Mas surgiu, agora, uma nova pedra no meio do caminho: as emendas ao projeto, apresentadas, principalmente, pelo elétrico deputado Marcelo Victor. As comissões da Casa de Tavares Bastos se reuniram no final da manhã de hoje para apreciar a matéria. 

Antes da sessão ordinária desta terça-feira, os governistas pretendem fazer uma composição sobre as emendas, de forma que elas não venham inviabilizar o projeto.

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