O prefeito e o governador abrem juntos, hoje, as festas juninas de Maceió. Fazem o óbvio e necessário: dividem despesas e agem como políticos civilizados. É claro que o forró é só um começo – mas pode ser um bom começo. Recentemente os secretários municipal e estadual de Infraestrutura andaram batendo boca nas emissoras de rádio sobre a obra do Vale do Reginaldo. É bem verdade que quando entra dinheiro na história as parcerias tendem a não dar muito certo – vide o problema eterno da Saúde Pública,  em que governo e prefeitura vivem se acusando,  ambos prenhes de razão.

  Pois não é que Vilela anuncia, agora, a criação de uma Secretaria de Promoção da Paz? Por enquanto não passa de um protocolo de intenções para alguma coisa que ainda não está muito clara para a opinião pública. Mas, da mesma forma que me animei com a criação da Secretaria de Direitos Humanos e Cidadania, a ser capitaneada por Pedro Montenegro, me dou o direito de acender uma luz de esperança sobre o que pode vir daí, da “idéia” da futura pasta (acho que nem mesmo o governo sabe exatamente o que quer).  Ouso dizer que pode ser através da futura secretaria que governo e prefeitura podem dançar o melhor forró (for all, como defendem alguns). Pedro Montenegro tem mais do que boa vontade para investir na meninada da periferia da cidade de Maceió. Quem sabe se a nova pasta estadual – com gente do mesmo padrão técnico e ético – não poderá complementar o trabalho?  

 

Esporte, cultura e lazer de qualidade podem fazer muito mais pela paz do que um exército de policiais armados até os dentes. Levar à meninada o conhecimento de que há um mundo além do consumo, da força da grana, pode fazer a diferença entre o que vivemos hoje e aquilo que podemos deixar para os nossos filhos. Que Almeida e Vilela aprendam a dançar juntos – pior do que está, certamente, não ficará. (Só não precisam levar ao pé da letra, hoje).

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  • Tino

    Pensar numa união, mesmo sendo a favor da sociedade, é muito difícil. Pensar já é, imagine concretizar-se um aperto de maõs honestas em prol das necessidades do nosso Município e Estado. Não acredito que aconteça, mas gostaria de ler isto um dia. Abraço.

  • ulisses

    Vamos ver até quando vai essa boa vontade,e com essas brigas políticas é o povo que sofre.Senhores governantes façam as suas obrigações.

  • Edinaldo Marques

    Se quisermos melhorar o estado de Alagoas, existe um e somente um caminho: o do amor, tolerância, respeito aos princípios morais e éticos, além de efícácia gerencial e organizacional. Tratar os outros como gostaríamos de ser tratados. Esta é a regra de ouro da ética.

  • Profeta do óbvio

    Ciço, fizeste tudo certo no 1º mandato, e 2º estás fazendo tudo errado, se juntando com o que ha de podre na falida classe politica alagoana. Tú ainda tem tempo de se mudar tudo isso. O povo gosta da vc.

  • Carlos Nepumoceno chaves

    Um dos dois deve “DANCAR”.

  • Prof Yuri Brandão

    Excelente, Ricardo. Nossa “cultura” é ignorante demais: é a da repressão antes mesmo da prevenção. Isso ocorre em Estado policialesco, com sede não de justiça, e sim de justiçamento. Como cobrar aquilo que não se deu?

  • Alfredo Bugarim

    Ciço e Téo devem mesmo se unir por Alagoas. O primeiro é querido em Maceió e o segundo vem recebendo grande apoio no Interior. Os dois juntos muito poderão fazer pelo povo alagoano. Que os inimigos da paz se danem. Vou é defender a União por Alagoas. Viva Ciço, viva Téo!

  • AAraujosilva

    O prefalado “Estado Policialesco”, do Prz. Prof. Y.B., é terrível mesmo; pois, promove o “justiçamento” contra aqueles a quem nada se deu. Sendo assim, deixemos a bandidagem em paz, proliferar, progrerdir. Nós outros os “ignorantes demais” padeçamos mais um pouquinho; purifica a alma …

  • Josileide Gomes

    O forró de todos “nóis” é bem a cara dos políticos de Alagoas. Aparentemente “ingênuo” mas, tosco e tronjos como os políticos de Alagoas, no entanto, não fora de propósito. Só se enquadra na cabeça dos bobos e dementes. MASSSS… é de pão e circo que se alimentam os tolos.