O presidente do Tribunal de Justiça, José Fernandes de Holanda Ferreira, é o relator do pedido de “suspeição” apresentado pelo Ministério Público contra o também desembargador James Magalhães. A questão em pauta é o Embargo de Declaração apresentado pelos advogados dos deputados afastados do mandato, que querem retornar à Assembléia. O recurso estava na pauta da reunião da 2ª Câmara Cível do TJ marcada para o dia 12 deste mês, mas com a apresentação da “exceção de suspeição”, pelo MP, o desembargador Pedro Augusto Mendonça – relator – suspendeu a apreciação da matéria. O presidente do TJ tentou, por duas vezes, colocar em julgamento o pedido do MP, para que o desembargador James Magalhães não participe do julgamento do Embargo, mas não conseguiu. Ontem, a votação foi suspensa mais uma vez, não apenas por falta quórum, mas, também, porque os magistrados tentam uma solução negociada para a pendenga. O desembargador James Magalhães mantém, por enquanto, sua posição inicial: ele não se considera impedido de julgar as matérias relativas aos taturânicos. O MP argumenta – como aconteceu em outra oportunidade, e com sucesso- que o desembargador mantém ligações com alguns deputados afastados, principalmente com o atual conselheiro do Tribunal de Contas, Cícero Amélio. Ele não considera, entretanto, que isso seja um impeditivo para que ele participe do julgamento na 2ª Câmara Cível.

Juiz concede "concordata" ao grupo JL
"Só metade da PM faz policiamento em todo o Estado", diz coronel Dário César
  • João Macário Mendes

    Embargos!

  • atento

    ta nas mãos desse desembargador a vida profisscional de vários agentes de saude de Maceió. o prefeito ciço entrou com uma representção no MP/AL contra a efetivação dos agentes baseado na emenda 51,o SINDACS entrou com agravo de instrumento e caiu nas do james.

  • Jaime

    Imagine se JL fosse eleito Governador de Alagoas,iria acabar de falir nosso Estado.

  • nina 1

    xií.

  • mario

    o presidente do tj vai faze justiça de novo a favor dos deputados afastados

  • Manú

    O MP afirma que o desembargador James Magalhães mantém ligações com Cícero Amélio, ex-deputado e atual conselheiro do TC, que não está sendo julgado pelo desembargador, nesse caso o desembargador não tem motivo para se declarar impedido e deve participar sim do julgamento.