POPZEIRA indica: “A Mulher do Viajante no Tempo” – Popzeira

Crédito da Imagem: Divulgação

Henry tem 28 anos, Clare tem 20. Mas a primeira vez que eles se viram, ele tinha 28 e ela, apenas seis anos.

Com apenas quatro episódios disponíveis até o momento, “A Mulher do Viajante no Tempo”, uma das mais recentes séries da HBO Max, tem se tornado tão especial pra mim que, antes de finalizá-la, tomei a decisão de recomendá-la aqui.

Sendo a segunda adaptação do livro de mesmo nome da autora norte-americana Audrey Niffenegger, o título de cara me atraiu pela sinopse intrigante:

Henry é um homem de 28 anos que sofre de um distúrbio genético raro, o qual, de tempos em tempos, faz seu relógio biológico avançar ou regredir e, desta forma, viajar no tempo. Ele se apaixona por Clare, casa e tem os desejos comuns de todo casal apaixonado. Juntos eles vivem as inusitadas e outrora tristes situações que as viagens ocasionam.

Henry não é capaz de controlar seus deslocamentos. A cada viagem, ele precisa se readaptar a própria vida. Já Clare, para quem o tempo passa normalmente, precisa conviver com a ausência do esposo e a sua inusitada relação.

Com personagens cativantes e trazendo um estilo de documentário, entrelaçando as cenas com uma entrevista com Henry e Clare em diferentes tempos, “A Mulher do Viajante no Tempo” consegue prender a atenção de quem assiste mostrando uma leitura dos fatos pelas duas visões.

Se engana quem acha que essa é mais uma série de ficção pastelão. Pelo contrário, a viagem no tempo aqui está mais para gerar um paradoxo de relacionamento e, com muita sensibilidade e inteligência, mostrar que amor verdadeiro sobrevive a grandes barreiras, como a maior delas: o tempo.

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